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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
O ECA representa um conjunto de normas que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente. Ele regulamenta os direitos e deveres fundamentais dos jovens, além de aplicar medidas e punições cabíveis à faixa etária. Partindo da Lei nº 8.069/1990 que discorre sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, analise as assertivas abaixo:
I- O Estatuto estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
II- Segundo o ECA, considera-se criança, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezenove anos de idade.
III- A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes confutar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.
IV-Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.
V- A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente está correto o que se afirma em:
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Considere um número \( n \) tal que n \( \in \) ▯ e as afirmativas a seguir:
I) Se \( n \) é par, então \( n^2 \) também é par.
II) Se \( n \) é ímpar, então o produto dos números \( n\left(n+1\right)\left(n+2\right) \) tem como resultado um valor ímpar.
III) Seja \( n\ne0 \), o valor de \( \left(n+1\right)^n \) é sempre um número par.
De acordo com as afirmativas I, II e III é correto afirmar que:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES 16 E 17.
CALENDÁRIO GREGORIANO E O ANO BISSEXTO
O calendário gregoriano é o calendário solar para contagem dos anos, meses, semanas e dias e que tem como base as estações do ano. O calendário gregoriano foi criado na Europa em 1582, mais precisamente no dia 15 de outubro, por iniciativa do papa Gregório XIII. De acordo com o calendário gregoriano, o ano é constituído por 12 meses que podem ter entre 28 e 31 dias.
Um ano no calendário gregoriano pode ter 365 ou 366 dias, o ano com 366 dias é chamado neste caso de “ano bissexto”, pois o número 366 possui o algarismo “seis” duas vezes daí o uso do termo “bissexto”. Normalmente o mês de fevereiro tem 28 dias, mas nos anos bissextos o mês de fevereiro possui 29 dias excepcionalmente.
Para verificar se um ano é bissexto ou não, utilizamos algumas regras bastante práticas:
- Regra prática número 1: Se o ano não terminar em “00” e for divisível por 4, dizemos que ele é bissexto (um número é divisível por 4 quando a sua dezena é divisível por 4);
- Regra prática número 2: Os anos terminados em “00” serão bissextos se a divisão deles por 400 for exata.
Observe as afirmativas a seguir:
A) O ano de 1998 foi bissexto.
B) O ano de 2020 foi bissexto.
C) O ano de 2028 não será bissexto.
D) O ano de 2100 será bissexto.
Considerando as afirmativas A, B, C e D é correto concluir que:
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Texto para questões de 06 a 09.
Por que nunca chegaremos à verdade?
Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente _______________(pressupor) uma essência e uma capacidade que eu acredito que não _____________ (ser) portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e ______________(poder) ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas.
Uma fábula indiana de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se ________________(aproximar) de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro _____________(ter) razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.
Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se _______________(haver) alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.
Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.
Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca ________________(captar), pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.
Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”
Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.
Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.
Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, sim, é possível ver.
Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.
Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.
Leandro Karnal.
Analise as proposições abaixo como verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ).
( ) O período “Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar.” é composto por coordenação e nele há uma oração coordenada sindética aditiva.
( ) No período “...a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.”, o termo destacado estabelece uma relação de coesão anafórica.
( ) No período “Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar.”, o conectivo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, pelo conectivo ainda que.
( ) O período “O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso,” é composto por subordinação e nele há uma oração subordinada substantiva predicativa.
( ) No período “Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras.”, o termo destacado deveria ter sido acentuado com circunflexo no primeiro “e”.
( ) No período “E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela., os termos destacados classificam-se morfologicamente e respectivamente como: pronome relativo, substantivo, adjetivo, substantivo, preposição, pronome oblíquo tônico, pronome indefinido.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
Segundo o ECA, a política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. São linhas de ação da política de atendimento:
I- Políticas sociais básicas;
II- Políticas e programas de assistência social, em caráter supletivo, para aqueles que deles necessitem.
II - Serviços, programas, projetos E benefícios de assistência social de garantia de proteção social e de prevenção e redução de violações de direitos, seus agravamentos ou reincidências;
III - serviços especiais de prevenção e atendimento médico e psicossocial às vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão;
IV - Serviço de identificação e localização de pais, responsável, crianças e adolescentes desaparecidos
V-formação profissional com abrangência dos diversos direitos da criança e do adolescente que favoreça a intersetorialidade no atendimento da criança e do adolescente e seu desenvolvimento integral;
São linhas de ação da política de atendimento:
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