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4157255 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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A PALAVRA É NOMOFOBIA

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

Com base na frase a seguir, responda à questão

"Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar." (5° parágrafo)

Ao substituir a expressão sublinhada pela conjunção “embora”, a forma verbal adequada para manter a correção gramatical é:

 

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4157254 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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A PALAVRA É NOMOFOBIA

   

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

   

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

   

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

   

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

   

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

 

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

Para que se compreenda a abstinência, após a descrição de seus sintomas, também se emprega o recurso da:

 

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4157253 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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A PALAVRA É NOMOFOBIA

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

Com base na frase a seguir, responda à questão

E na hora em que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.” (3º parágrafo)

Para descrever os sintomas da abstinência, são empregadas três palavras que pertencem a um mesmo campo de significação, que pode ser sintetizado pela ideia de:

 

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4157252 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
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A PALAVRA É NOMOFOBIA   

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”   

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.   

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”   

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”   

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais. 

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-busivo-infanto-juvenil-de-celulares

Quando pronome, a palavra “mais” indica quantidade indefinida; quando advérbio, indica intensificação. A palavra “mais” é um pronome em:

 

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4157251 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
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A PALAVRA É NOMOFOBIA

   

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

   

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

   

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

   

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

   

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

 

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

 

Observe os procedimentos de linguagem empregados nos trechos a seguir e caracterize-os, respectivamente.

 

“Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva.” (2º parágrafo)

“É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta.” (4º parágrafo)

 

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4157250 Ano: 2025
Disciplina: Português
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A PALAVRA É NOMOFOBIA

As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.

Os dois verbos sublinhados na frase são classificados como:

 

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4157249 Ano: 2025
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As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: ela desencadeia um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.

Na frase, os dois-pontos são empregados como elemento de coesão, introduzindo ideia de:

 

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4157248 Ano: 2025
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As novas tecnologias, como smartphones, tablets e outros dispositivos digitais móveis, provocaram a incorporação de uma nova palavra ao vocabulário especializado: nomofobia. O termo se refere ao uso exacerbado e dependente do celular e de outras tecnologias digitais. Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a dependência digital como transtorno: “a desencadeada um medo irracional de estar sem o celular ou sem aparelhos eletrônicos em geral.”

   

Pesquisa realizada nos Estados Unidos trouxe resultados alarmantes: metade dos adolescentes se sentem viciados em usar o celular. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), alguns estudos avaliam o vício em celular. Um deles foi realizado pela psiquiatra Júlia Khoury, que se dedicou no mestrado, no doutorado e no pós-doutorado a compreender as consequências da dependência digital. “A criança ou adolescente aumenta cada vez mais o seu tempo de exposição. O tempo gasto nas telas impede a realização ou diminui a realização de outras atividades, principalmente aquelas que gostava e que são incompatíveis com o smartphone, como esportes e o contato com a natureza. Além disso, a pessoa pode alterar seu comportamento. Uma criança que era tranquila começa a ficar agressiva. Uma criança que interagia bem começa a ficar mais introspectiva e deixa de interagir com as pessoas”, explica a pesquisadora.

   

Júlia afirma que o uso abusivo de celular afeta muitas áreas: “Reduz as amizades e os relacionamentos, inclusive com a família. E começa a prejudicar outras atividades, como o rendimento escolar, o rendimento acadêmico ou o trabalho. Não tem hora que a criança ou o adolescente se afastam da tela, eles sofrem de abstinência, que é uma ansiedade, uma disforia, uma irritação muito grande, que só melhora quando volta a ter contato com as telas e que se parece muito com a síndrome de abstinência de drogas e com outros comportamentos que causam vício.”

   

No Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), é comum a chegada de crianças e adolescentes viciados em celular. Neuropediatra do Hospital, Letícia Sampaio alerta que o uso de celulares e outras telas por crianças e adolescentes pode comprometer o desenvolvimento cerebral: “É um processo contínuo e dinâmico, que vai desde o nascimento até o início da vida adulta. Durante os primeiros anos de vida, o cérebro vai passar por um crescimento rápido com formação de conexões neurais essenciais. Isso inclui o desenvolvimento de habilidades básicas, como a linguagem e a coordenação motora. Até por volta dos seis anos, também ocorre um processo de desenvolvimento intenso das áreas responsáveis pela linguagem e as habilidades motoras mais finas. E, na adolescência, há uma reorganização significativa do cérebro, principalmente nas áreas associadas ao controle dos impulsos e à tomada de decisões. É um período muito importante para o desenvolvimento das habilidades cognitivas superiores e para a maturação do córtex pré-frontal.”

   

Apesar de tanto se falar em vício em celular, muitos pais ainda duvidam que o dispositivo e outros eletrônicos possam viciar. A neuropediatra Letícia Sampaio responde se o cérebro infantil funciona da mesma forma que o cérebro de um adulto: “Sim, a dependência. digital ou o vicio em tecnologia existe.  Os aplicativos são projetados para serem envolventes e estimulantes, o que leva a um comportamento mais compulsivo. É aquela necessidade de verificar toda hora o telefone: a pessoa não pode ficar desconectada nem um minuto, tem medo de perder algo que seja importante nas redes sociais.

 

CARMO, Ruleandson. “A palavra é nomofobia”. In: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG: Pesquisa e Inovação. Atualizado em 03/08/2024. Disponível em:  https://ufmg.br/comunicacao/noticias/vicio-ao-alcance-das-maos-uso-abusivo-infanto-juvenil-de-celulares

 

O título do texto remete a jogos em que, após um participante dizer a frase “a palavra é...”, ou similar, outro participante deve expor o significado da palavra em questão. Desse modo, o título e o texto apresentado estabelecem entre si uma relação do seguinte tipo:

 

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4157247 Ano: 2025
Disciplina: Direito Penal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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A expressão “Opor-se à execução de ato legal, mediante violência ou ameaça a funcionário competente para executá-lo ou a quem lhe esteja prestando auxílio” é o enunciado do artigo 329 do Código Penal que tipifica o crime de:

 

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4157246 Ano: 2025
Disciplina: Direito Penal
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arapiraca-AL
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No Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940), o crime de concussão é definido como:

 

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