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Um servidor público do setor Financeiro de uma autarquia aplicou um valor de R$ 10.000,00 em um fundo de investimento que rende juros compostos a uma taxa de 5% ao ano. Ele deixou o dinheiro aplicado por 2 anos, sem fazer qualquer depósito ou retirada durante esse período. Qual será o montante ao final do segundo ano?

 

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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?

Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa que apresenta a palavra que está corretamente grafada.

 

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Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando trechos retirados do texto, analise as assertivas abaixo:

I. Em “consegui aprimorar minhas técnicas de leitura e escrita quando era criança”, o verbo “aprimorar” pertence à mesma família do substantivo “primor”.

II. No trecho “Talvez isso explique por que relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram”, a palavra feed está grafada em itálico por ser uma palavra de origem estrangeira.

III. Em “As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido” o termo “onde” poderia ser substituído por “aonde” sem prejuízo de sentido no contexto em que ocorre.

Quais estão corretas?

 

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  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada palavra sublinhada à sua respectiva classe gramatical.

Coluna 1

1. Verbo.

2. Substantivo.

3. Pronome.

4. Advérbio.

Coluna 2

( ) “As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país estrangeiro”.

( ) “Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris”.

( ) “e só pudéssemos usar nossas habilidades inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta”.

( ) “Os benefícios do aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo já foram bem estabelecidos”.

( ) “eu me reuni com dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho abaixo, retirado do texto, “completá-los” está retomando:

“Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta”.

 

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  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho abaixo, retirado do texto, “os especialistas” exerce a função sintática de:

“Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a instrução tradicional por seres humanos”.

 

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  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

● “Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as noites”.

● “___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma acelera o aprendizado”.

● “Os benefícios do aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo já foram bem estabelecidos”.

 

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Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Krupa Padhy conseguiu aprimorar as técnicas de leitura e escrita quando era criança.

PORQUE

II. Em 1995, o canal indiano Zee TV chegou ao Reino Unido.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
4164495 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
Provas:

Um assistente social que trabalha no CREAS atende diferentes situações envolvendo crianças e adolescentes com direitos violados. Ao organizar os encaminhamentos e registros, ele precisa distinguir corretamente as medidas, os órgãos responsáveis e as naturezas das intervenções previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Diante disso, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de situação ou medidas aos órgãos competentes.

Coluna 1

1. Aplicação de medida de proteção diante de negligência familiar.

2. Aplicação de medida socioeducativa a adolescente autor de ato infracional.

3. Encaminhamento para acolhimento institucional.

4. Destituição do poder familiar.

Coluna 2

( ) Conselho Tutelar.

( ) Autoridade Judiciária.

( ) Política de Assistência Social.

( ) Sistema de Justiça.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão Anulada

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  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre o texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Padhy cresceu e trabalha no Reino Unido.

( ) Apesar de haver indícios indicados por pesquisas, ainda há dúvidas sobre os benefícios do aprendizado de idiomas para a saúde do cérebro.

( ) Com o experimento feito na universidade, Padhy descobriu que a participação do professor no ensino de línguas é pouco relevante.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão Anulada

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