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Analise a Figura 1 a seguir:

Figura 1
____________. Afetocolagens: Reconstruindo Narrativas Visuais de Negros na Fotografia Colonial, Série 3 (2022).
A Figura 1 apresenta uma obra de:
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Assinale a alternativa que apresenta características da arquitetura da Arte Gótica.
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A partir da concepção apresentada por João-Francisco Duarte Júnior (1991) sobre arte-educação, assinale a alternativa correta.
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O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso
Por Rachel Hosie
- De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
- dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
- técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
- exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
- termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
- cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
- começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
- ___ terceira.
- Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
- sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
- série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
- Simon Fraser, no Canadá.
- Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
- (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
- processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
- e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
- pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
- pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
- padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
- naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
- projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
- nos limites entre a vigília e o sono.
- Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
- encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
- Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
- técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
- entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
- não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
- apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, caso a palavra “anos” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?
“Há vídeos que já foram postados nas redes sociais nos últimos anos recomendando o embaralhamento cognitivo”.
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
New light shed on who benefits most from weight-loss jabs
By Philippa Roxby
- People who carry variations in two genes linked to appetite and digestion can lose more
- weight when taking drugs to treat obesity, research suggests. The findings, outlined in the Nature
- journal, could explain why some people lose far more weight than others and why some have
- particularly bad side-effects, such as nausea and vomiting, while taking them.
- The popular medicines remove feelings of hunger by acting like a natural gut hormone that
- makes users feel full. While genes may play a relatively modest role in influencing how well these
- drugs work, experts say other factors such as your sex, age and even where you come from can
- also have an impact.
- It is thought at least 1.6 million people in the UK have tried weight-loss drugs in the past
- year, and that number is expected to rise. Most are being bought privately through online
- pharmacies.
- The percentage of body weight lost when taking weight-loss medication can vary widely.
- In this study, based on the experiences of 15,000 people taking weight-loss medications, they
- lost an average of 11.7% of their body weight during roughly eight months of treatment. Some
- lost 30% of their weight, while others lost little or nothing.
- All of those 15,000 had previously signed up for gene-testing by the company 23andMe,
- which used that data to chart the experiences of people taking weight-loss drugs. By analysing
- millions of their genetic variants, the researchers found a pattern suggesting a link between
- some variants and the effectiveness of the drugs.
- Professor Ruth Loos, from the University of Copenhagen, who wrote about the research in
- Nature journal, said: “The study found a genetic variant associated with weight loss, which was
- also associated with nausea”.
- “People lose more weight if they have this variant.” And that extra lost weight amounted to
- about 0.76 kg (1.6 lbs) on average—but those people who carry two copies of the genes can
- double the amount they lose.
- The variant is high in people with European ancestry—64% carry one copy, while 16% of
- people carry two copies, she says. That compares to 7% of African Americans who carry a copy
- of the gene. “If you carry the variant, you will lose more weight,” says Prof Loos.
- The study found another variant that could be responsible for people experiencing
- side-effects such as nausea and vomiting when taking tirzepatide. And that could mean up to
- 1% of people taking the drug will have really bad vomiting—nearly 15 times worse than normal.
- Prof Loos said the genetic effect, while modest, “is similar to other factors—and not trivial”.
- However, she said the findings need to be reproduced in other studies and, to date, that has not
- happened.
- For Dr Marie Spreckley, from the University of Cambridge, “genetics is only one part of a
- much more complex picture”. In the long term, taking genetic and other information together
- could help guide the choice of which weight-loss drug to use, based on the potential
- benefits—something called “precision medicine”.
- But we are not there yet, said Professor Naveed Sattar, metabolic health expert from the
- University of Glasgow. “Overall, these findings are scientifically interesting, but they are a long
- way from changing clinical practice,” he said. “What we really need now is more robust trial data
- to better define the balance of benefits and harms with these and many other emerging newer
- therapies”.
(Available at: https://www.bbc.com/news/articles/cn5317dkqnxo – text specially adapted for this test).
Analyze the following statements about the text:
I. Most weight-loss drugs are being bought privately through online pharmacies.
II. People with European ancestry have a lower percentage of the variant than African Americans.
III. Experts believe that factors like age and sex also impact how the drugs work.
Which ones are correct?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
Quanto à possibilidade de nexo causal entre o trabalho e o adoecimento, de acordo com a classificação de Richard Schilling, a dermatite de contato alérgica e as doenças mentais estão incluídas na categoria:
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Um servidor público do setor de Logística de uma secretaria estadual precisa equilibrar a distribuição de dois tipos de insumos, A e B, entre dois depósitos. Ele modelou a situação com o seguinte sistema de equações, em que x representa a quantidade de insumo A e y a quantidade de insumo B:
\( \left\{\begin{matrix} 3x+2y=28 \\2x+5y=37 \end{matrix}\right. \)
Com base nesse sistema, qual é o valor de x+y?
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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy
- Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
- na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
- de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
- leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
- chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
- noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
- acelera o aprendizado.
- Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
- de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
- espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
- relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
- em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
- aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
- já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
- Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
- dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
- Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
- Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
- a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
- revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
- As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
- estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
- inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
- significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
- um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
- dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
- aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
- Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
- instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
- universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
- humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
- adicional, feedback e amplitude de acesso.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “tecnologias” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?
“Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares”.
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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?
Por Krupa Padhy
- Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
- na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
- de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
- leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
- chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
- noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
- acelera o aprendizado.
- Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
- de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
- espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
- relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
- em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
- aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
- já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
- Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
- dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
- Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
- Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
- a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
- revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
- As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
- estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
- inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
- significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
- um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
- dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
- aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
- Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
- instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
- universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
- humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
- adicional, feedback e amplitude de acesso.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre acentuação e morfologia, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra “basicamente” é formada por derivação sufixal.
II. É obrigatório o uso do hífen em “bem-estar” para formar uma unidade semântica.
III. As palavras “francês” e “só” são acentuadas conforme a regra do hiato.
Quais estão corretas?
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Em um CRAS, o orientador social percebe que os adolescentes do SCFV têm ido aos encontros apenas para lazer e “passar tempo”, com pouca participação nas propostas socioeducativas. Além disso, há desinteresse em atividades coletivas reflexivas. Diante disso, o profissional decide reorganizar sua prática para garantir os objetivos da sua atuação, conforme a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Diante dessa situação, enumere as etapas de acordo com a ordem correta para a atuação do orientador social.
( ) Reorientação das atividades com foco na dimensão socioeducativa e no protagonismo juvenil.
( ) Análise da dinâmica do grupo e identificação dos interesses dos adolescentes.
( ) Programação de atividades que articulem interesse dos usuários e objetivos do serviço.
( ) Avaliação dos resultados e ajustes das estratégias adotadas.
( ) Condução das atividades coletivas com mediação do orientador social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Caderno Container