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4164403 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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Analise a Figura 1 a seguir:

Enunciado 4164403-1

Figura 1

____________. Afetocolagens: Reconstruindo Narrativas Visuais de Negros na Fotografia Colonial, Série 3 (2022).

A Figura 1 apresenta uma obra de:

 

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4164401 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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Assinale a alternativa que apresenta características da arquitetura da Arte Gótica.

 

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4164400 Ano: 2026
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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A partir da concepção apresentada por João-Francisco Duarte Júnior (1991) sobre arte-educação, assinale a alternativa correta.

 

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4164397 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC

O truque mental que promete ajudar a dormir melhor e o que a ciência diz sobre isso

Por Rachel Hosie

  1. De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para
  2. dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo. ___ anos, a
  3. técnica consiste em pensar em uma palavra aleatória e emocionalmente neutra. “Bolo”, por
  4. exemplo. Você, então, pega a primeira letra da palavra, neste caso “B”, e pensa em quantos
  5. termos você puder começando com a mesma letra: “brinquedo”, “bota”, “batata”... e visualiza
  6. cada um deles, sucessivamente. Quando não conseguir pensar em mais nenhuma palavra
  7. começando com “B”, você prossegue para a segunda letra, “O”. E raramente chego acordada
  8. ___ terceira.
  9. Há vídeos recomendando o embaralhamento cognitivo que já foram postados nas redes
  10. sociais nos últimos anos. O embaralhamento cognitivo, ou “formação de imagens diversas em
  11. série”, foi desenvolvido há mais de 15 anos pelo professor Luc P. Beaudoin, da Universidade
  12. Simon Fraser, no Canadá.
  13. Beaudoin afirma ter desenvolvido o conceito de formação de imagens diversas em série
  14. (concentrando o cérebro em uma série de imagens neutras e aleatórias) por meio de “um longo
  15. processo de adivinhação dos mecanismos subjacentes ao início do sono”, ao lado de “tentativa
  16. e erro comigo próprio”. O embaralhamento cognitivo funciona porque desvia sua atenção dos
  17. pensamentos que interferem com o adormecer, segundo a psicóloga Eleni Kavaliotis,
  18. pesquisadora do sono da Universidade Monash, na Austrália, “ao fazê-lo, ele tenta imitar os
  19. padrões de pensamentos difusos, desconectados e aleatórios que o cérebro começa
  20. naturalmente a gerar quando adormecemos”. Desta forma, o embaralhamento cognitivo é
  21. projetado para reproduzir um processo natural denominado composição hipnagógica. Ela ocorre
  22. nos limites entre a vigília e o sono.
  23. Beaudoin explica: “a teoria é que, durante o embaralhamento cognitivo, o cérebro se
  24. encontra, em certos aspectos relevantes (mas nem todos), como no início do sono normal”.
  25. Beaudoin espera que a popularidade do embaralhamento cognitivo na internet signifique que a
  26. técnica está ajudando as pessoas. Ele gostaria de ver estudos comparando seu funcionamento
  27. entre ___ pessoas que enfrentam problemas ocasionais para dormir (o que ele chama de insônia
  28. não clínica) e pessoas que sofrem de insônia clínica. A insônia clínica crônica requer mais do que
  29. apenas jogos de palavras. Mas, para mim, o embaralhamento cognitivo foi revolucionário.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly69134nz3o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, caso a palavra “anos” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?

“Há vídeos que já foram postados nas redes sociais nos últimos anos recomendando o embaralhamento cognitivo”.

 

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4164393 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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New light shed on who benefits most from weight-loss jabs

By Philippa Roxby

  1. People who carry variations in two genes linked to appetite and digestion can lose more
  2. weight when taking drugs to treat obesity, research suggests. The findings, outlined in the Nature
  3. journal, could explain why some people lose far more weight than others and why some have
  4. particularly bad side-effects, such as nausea and vomiting, while taking them.
  5. The popular medicines remove feelings of hunger by acting like a natural gut hormone that
  6. makes users feel full. While genes may play a relatively modest role in influencing how well these
  7. drugs work, experts say other factors such as your sex, age and even where you come from can
  8. also have an impact.
  9. It is thought at least 1.6 million people in the UK have tried weight-loss drugs in the past
  10. year, and that number is expected to rise. Most are being bought privately through online
  11. pharmacies.
  12. The percentage of body weight lost when taking weight-loss medication can vary widely.
  13. In this study, based on the experiences of 15,000 people taking weight-loss medications, they
  14. lost an average of 11.7% of their body weight during roughly eight months of treatment. Some
  15. lost 30% of their weight, while others lost little or nothing.
  16. All of those 15,000 had previously signed up for gene-testing by the company 23andMe,
  17. which used that data to chart the experiences of people taking weight-loss drugs. By analysing
  18. millions of their genetic variants, the researchers found a pattern suggesting a link between
  19. some variants and the effectiveness of the drugs.
  20. Professor Ruth Loos, from the University of Copenhagen, who wrote about the research in
  21. Nature journal, said: “The study found a genetic variant associated with weight loss, which was
  22. also associated with nausea”.
  23. “People lose more weight if they have this variant.” And that extra lost weight amounted to
  24. about 0.76 kg (1.6 lbs) on average—but those people who carry two copies of the genes can
  25. double the amount they lose.
  26. The variant is high in people with European ancestry—64% carry one copy, while 16% of
  27. people carry two copies, she says. That compares to 7% of African Americans who carry a copy
  28. of the gene. “If you carry the variant, you will lose more weight,” says Prof Loos.
  29. The study found another variant that could be responsible for people experiencing
  30. side-effects such as nausea and vomiting when taking tirzepatide. And that could mean up to
  31. 1% of people taking the drug will have really bad vomiting—nearly 15 times worse than normal.
  32. Prof Loos said the genetic effect, while modest, “is similar to other factors—and not trivial”.
  33. However, she said the findings need to be reproduced in other studies and, to date, that has not
  34. happened.
  35. For Dr Marie Spreckley, from the University of Cambridge, “genetics is only one part of a
  36. much more complex picture”. In the long term, taking genetic and other information together
  37. could help guide the choice of which weight-loss drug to use, based on the potential
  38. benefits—something called “precision medicine”.
  39. But we are not there yet, said Professor Naveed Sattar, metabolic health expert from the
  40. University of Glasgow. “Overall, these findings are scientifically interesting, but they are a long
  41. way from changing clinical practice,” he said. “What we really need now is more robust trial data
  42. to better define the balance of benefits and harms with these and many other emerging newer
  43. therapies”.

(Available at: https://www.bbc.com/news/articles/cn5317dkqnxo – text specially adapted for this test).

Analyze the following statements about the text:

I. Most weight-loss drugs are being bought privately through online pharmacies.

II. People with European ancestry have a lower percentage of the variant than African Americans.

III. Experts believe that factors like age and sex also impact how the drugs work.

Which ones are correct?

 

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4164392 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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Quanto à possibilidade de nexo causal entre o trabalho e o adoecimento, de acordo com a classificação de Richard Schilling, a dermatite de contato alérgica e as doenças mentais estão incluídas na categoria:

 

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Um servidor público do setor de Logística de uma secretaria estadual precisa equilibrar a distribuição de dois tipos de insumos, A e B, entre dois depósitos. Ele modelou a situação com o seguinte sistema de equações, em que x representa a quantidade de insumo A e y a quantidade de insumo B:

\( \left\{\begin{matrix} 3x+2y=28 \\2x+5y=37 \end{matrix}\right. \)

Com base nesse sistema, qual é o valor de x+y?

 

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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?

Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “tecnologias” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correção gramatical no excerto?

“Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares”.

 

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Qual é a melhor maneira de aprender uma nova língua?

Por Krupa Padhy

  1. Nasci em uma família que falava gujarati (língua indo-ariana nativa do estado de Gujarat,
  2. na Índia). Meus pais, de origem indiana, emigraram da Tanzânia para o Reino Unido na década
  3. de 1970. Com aulas no templo local todos os sábados, consegui aprimorar minhas técnicas de
  4. leitura e escrita quando era criança. Em 1995, o canal indiano de TV por assinatura Zee TV
  5. chegou ao Reino Unido. Fiquei viciada em assistir ___ séries bregas em idioma hindi todas as
  6. noites, com legendas. ___ décadas, pesquisas mostram que a exposição regular a um idioma
  7. acelera o aprendizado.
  8. Estudei francês por oito semestres e passei um ano em Paris. E, por fim, aprendi um pouco
  9. de espanhol após algum tempo em aulas noturnas. Todos esses idiomas (com exceção do
  10. espanhol, que eu falava nas férias) exigiram tempo e compromisso. Talvez isso explique por que
  11. relutei ao ler incontáveis anúncios no meu feed do Instagram, prometendo me ensinar um idioma
  12. em 30 dias (ou menos), com menos de 30 minutos de estudo por dia. Os benefícios do
  13. aprendizado de idiomas para a nossa felicidade, bem-estar e saúde do cérebro ___ longo prazo
  14. já foram bem estabelecidos, de forma que não me arrependo do investimento.
  15. Para descobrir a melhor forma de aprender um idioma, segundo a ciência, eu me reuni com
  16. dois pesquisadores do Laboratório de Aprendizado de Idiomas da Universidade de Lancaster, no
  17. Reino Unido. Patrick Rebuschat é professor de linguística e ciências cognitivas e Padraic
  18. Monaghan leciona cognição no Departamento de Psicologia da Universidade. Eles me orientaram
  19. a realizar um experimento projetado para reproduzir o aprendizado de idiomas no mundo real e
  20. revelar como o nosso cérebro capta e compreende novas palavras e sons.
  21. As tarefas basicamente simulam o que faríamos se fôssemos deixados em um país
  22. estrangeiro, onde se fala um idioma desconhecido, e só pudéssemos usar nossas habilidades
  23. inatas para decifrar os novos e misteriosos sons à nossa volta e começar a entender o seu
  24. significado. Depois de passar duas décadas sem aprender um novo idioma, comecei a estudar
  25. um pouco de português e mandarim. Para isso, eu passei apenas 30 minutos diários, por seis
  26. dias, fazendo tarefas e exames. Eu deveria completá-los sem fazer nenhuma pergunta e
  27. aguardar o final do experimento para receber meu feedback.
  28. Para levar meu aprendizado para o próximo nível, os especialistas também defendem a
  29. instrução tradicional por seres humanos, algo que está ameaçado em muitas escolas e
  30. universidades. Em vez de considerar as novas tecnologias como uma ameaça para os professores
  31. humanos, Patrick Rebuschat as considera complementares. Elas oferecem aos estudantes prática
  32. adicional, feedback e amplitude de acesso.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyv4vznzk2o – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre acentuação e morfologia, analise as assertivas a seguir:

I. A palavra “basicamente” é formada por derivação sufixal.

II. É obrigatório o uso do hífen em “bem-estar” para formar uma unidade semântica.

III. As palavras “francês” e “só” são acentuadas conforme a regra do hiato.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
4164388 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Araquari-SC
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Em um CRAS, o orientador social percebe que os adolescentes do SCFV têm ido aos encontros apenas para lazer e “passar tempo”, com pouca participação nas propostas socioeducativas. Além disso, há desinteresse em atividades coletivas reflexivas. Diante disso, o profissional decide reorganizar sua prática para garantir os objetivos da sua atuação, conforme a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Diante dessa situação, enumere as etapas de acordo com a ordem correta para a atuação do orientador social.

( ) Reorientação das atividades com foco na dimensão socioeducativa e no protagonismo juvenil.

( ) Análise da dinâmica do grupo e identificação dos interesses dos adolescentes.

( ) Programação de atividades que articulem interesse dos usuários e objetivos do serviço.

( ) Avaliação dos resultados e ajustes das estratégias adotadas.

( ) Condução das atividades coletivas com mediação do orientador social.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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