Foram encontradas 530 questões.
2245996
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Nos últimos meses, a economia brasileira passa por instabilidades sentidas em diferentes setores. Uma das características econômicas dos últimos meses é:
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O Grande Irmão
Recebo pelo correio um envelope azul-marinho. Na capa, traz meu prenome em letras garrafais, seguido de uma frase sobre a emoção de morar no Leblon. É um folheto de propaganda de um produto qualquer. Olho para aquele pedaço de papel e sinto uma sensação estranha. Não gosto de ver meu nome estampado em letras tão grandes num envelope jogado na mesa da portaria. Eu, uma pessoa tão discreta, que não falo alto, não me meto com os vizinhos. Sinto como se o vendedor do produto tivesse tomado comigo uma intimidade que não lhe dei, de certa forma me desnudando em público.
No meu aniversário foi a mesma coisa. Recebi um envelope que trazia um gigantesco "Parabéns", seguido do meu nome em letras imensas. O prédio inteiro ficou sabendo que era o meu aniversário. E se eu detestasse esse tipo de efeméride? Se preferisse que ninguém soubesse o dia em que faço anos?
Isso não deveria acontecer. Outra coisa que me incomoda são os telefonemas oferecendo coisas. Ou os e-mails com convites enviados por pessoas de que nunca ouvimos falar. Ou ainda a nossa total impossibilidade de caminhar nas ruas - caminhar, simplesmente -, sem ter de receber, ou recusar, um folhetinho a cada esquina.
Estamos, o tempo todo, recebendo, por meios diversos, uma quantidade enorme de informações e ofertas que não pedimos. Acho isso um abuso, uma invasão-uma violação de direitos humanos.
Nossos nomes completos, endereços, telefones e e-mails estão por aí, disponíveis, em listas que são cedidas ou vendidas a quem interessar possa, para que as empresas nos venham oferecer seus produtos - sem ser convidadas. Cartões de crédito, revistas, serviços telefônicos, produtos de todo tipo nos são impostos e precisamos fazer um esforço enorme para fugir deles. Onde está nossa privacidade?
Sim,onde?
Mas, pensando bem, quem, hoje em dia, está interessado em privacidade? Se as pessoas se desnudam na internet, se exibem ao público seu cotidiano, fazem amor, entram em trabalho de parto, vão ao banheiro, tudo isso on-line, para quem quiser ver? Se são capazes de vender a alma ao demônio para aparecer um minuto que seja na mídia?
A própria sociedade em que vivemos incentiva essa promiscuidade, o fim dos limites, das paredes. O exibicionismo é a palavra de ordem. E não importa se eu, você e alguns poucos ainda prezamos a intimidade como algo só nosso. Nossa resistência é inútil.
Isso me faz lembrar o Grande Irmão, a câmera que, na fantasia futurista de George Orwell, espionava as pessoas, tomava conta da vida de todos, poderosa, onipresente e onisciente. Assim como no livro, nossas vidas não mais nos pertencem. Só que nós mesmos - a sociedade como um todo - somos os culpados.
O Grande Irmão somos nós.
SEIXAS, Heloisa. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro. Objetiva, 2013.
Assinale o trecho em que o acréscimo da vírgula ao texto original obedece às normas gramaticais da língua.
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Restos de Carnaval
Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé da escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
E as máscaras? Eu tinha medo, mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério.Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
[...]
Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
[...]
Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.
Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina . Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 25-28.
Pode-se afirmar que a oração destacada em “Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, MESMO ME AGREGANDO TÃO POUCO À ALEGRIA” é subordinada:
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O dono de uma empresa de entregadores dividiu um prêmio de R$ 1.200,00, em partes diretamente proporcionais ao número de corridas de cada um dos seus cinco melhores funcionários.

O valor recebido por Wallace foi:
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2245992
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Analise as opções a seguir e assinale a que equivale a uma ação de competência do município relacionada à vigilância em saúde e vigilância sanitária, respectivamente.
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2245991
Ano: 2015
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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No contexto de sistemas operacionais, a situação em que ocorre um impasse entre dois ou mais processos, que faz com que eles fiquem impedidos de continuar suas execuções, ou seja, fiquem bloqueados, é conhecida como:
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2245990
Ano: 2015
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Em um computador tem-se uma instrução do tipo MOV identificada pela sintaxe:
MOV AX,[BX]
Essa instrução serve para transferir um byte ou uma palavra entre um registrador e uma posição de memória endereçada por um registrador base ou índice. Esse tipo de modo de endereçamento é identificado como endereçamento:
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Em uma perspectiva histórica da Psicologia Escolar a mudança de uma tendência diagnóstica classificatória para um enfoque preventivo decorrente de movimentos dos campos da Educação e da Psicologia e se caracteriza:
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Os AINES atuam fundamentalmente na síntese:
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O documento da escola de educação básica que representa subsídio para a gestão da escola na organização do tempo e do espaço curricular, distribuição e controle do tempo dos trabalhos docentes, sendo propulsora de movimento, dinamismo curricular e educacional, de tal modo que os diferentes campos do conhecimento possam se coadunar com o conjunto de atividades educativas é a(o):
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