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Foram encontradas 530 questões.

2246026 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Um usuário do Google Chrome V.42.0, em português, precisa utilizar o teclado para fechar uma guia. Quais as teclas de atalho para essa operação?
 

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2246025 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ

Segundo a Lei Orgânica Municipal , são competências privativas do município de Araruama, EXCETO:

 

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2246024 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Calma, gente
Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros ("Há quanto tempo!"), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e - ai - rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.
Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: "A pé?!" Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é "perder'' tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.
Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.
Ilusão.
Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.
O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! - bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.
Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: "Você tem um minuto?" Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.
A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depauperado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso "tempo real". Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego.
O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, "riscando os cavalos" e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: "- Para quê? - Para nada". Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, empurram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.
É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: "Quando estiver com pressa, vá devagar''. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1 900 anos atrás: "Apressa-te devagar''. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: "Corre devagar, menino!"
Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados.
Ivan Angelo. Veja SP, 10/09/2003.
No sétimo parágrafo, os pronomes destacados em: "e sabia que também O tínhamos para apreciá-LA." substituem os substantivos:
 

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2246023 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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As organizações modernas necessitam de mecanismos de avaliação de desempenho em seus diversos níveis, desde o corporativo até o individual, pois, como sugerem Oliveira-Castro, Lima e Veiga (1996), o desempenho no trabalho é resultante:
 

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2246022 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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A teoria de Piaget distingue quatro períodos gerais de desenvolvimento cognitivo: sensório-motor, pré-operacional, operacional/concreto e operacional/formal. Segundo Piaget, o crescimento cognitivo da criança se dá através de:
 

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2246021 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Calma, gente
Alguma coisa não vai bem entre mim e o tempo. Não o tempo de que tratam os filósofos, mas esse tempinho nosso de todo dia, medido em correrias, impaciências, tique-taques, calendários, reencontros ("Há quanto tempo!"), semáforos, luas cheias, aniversários, Natais e - ai - rugas. O tempo sobre o qual se conversa e no qual transitamos, transitórios.
Acontece que as pessoas têm pressa, e a pressa delas interfere no ritmo de outras. Na maioria das vezes, é uma agitação inútil e inexplicável. Tem gente que se assusta quando alguém propõe irem caminhando até um determinado lugar, perto: "A pé?!" Não é pelo esforço, pois até atletas de academia reagem com espanto. Essas pessoas não suportam é "perder'' tempo percorrendo uma distância que, de carro, levaria quatro minutos.
Em parte, foi essa pretensão de poder comprimir o tempo que derrotou o cavalo como transporte urbano, depois o bonde, o ônibus e promoveu o automóvel, maravilha que transformamos em problema. Ao volante, o raciocínio é: eu tenho o comando, eu decido a velocidade, eu me torno senhor do tempo no espaço.
Ilusão.
Quem pôde teve a mesma ideia e engarrafou as cidades.
O tempo já foi elástico, esticava-se segundo a vontade de quem dispunha dele. Dê tempo ao tempo, diziam umas pessoas para as outras, ralentando-se. Calma, que o Brasil ainda é nosso! - bradava-se, como quem diz: enquanto o país for nosso, vamos devagar. Fazíamos do tempo coisa nossa, como o samba, o futebol e outras bossas.
Leiam os romances antigos. Nenhum personagem diz para o outro: "Você tem um minuto?" Havia muito mais do que um minuto para uma conversa. Vejam um filme clássico. Com que paciência era construída uma situação que iria depois desaguar em outra. John Ford, por exemplo, tinha tempo para contar uma boa história e sabia que também o tínhamos para apreciá-la. Hoje, no cinema pós-Spielberg, muitas vezes nem percebemos o que aconteceu, tal a rapidez da montagem.
A vida on-line traz, em segundos, o mundo. As imagens de um bombardeio da grande potência contra o Iraque depauperado chegaram à casa das pessoas no momento em que estava acontecendo. Chamam a isso "tempo real". Como se fosse irreal o tempo dos cinejornais da II Guerra Mundial, que mostravam com meses de atraso centenas de milhares de soldados mortos. O tempo real trouxe também a globalização dos dinheiros aventureiros, que em segundos dão a volta ao mundo rapando economias, confrontando desiguais, espalhando o desemprego.
O que se faz com o tempo ganho com a pressa? Lembra-me o poeminha do pernambucano Ascenso Ferreira ironizando o gaúcho, que, diz ele, "riscando os cavalos" e tinindo as esporas sai de seus pagos em louca arrancada: "- Para quê? - Para nada". Talvez para nada os apressados buzinam no trânsito, costuram, furam sinais; a pé, atropelam passantes nas ruas, empurram pessoas nas plataformas do metrô, impacientam-se com idosos, agridem garçons, trombam carrinhos de compras nos supermercados, reclamam do ritmo alheio. Entre a pressa e a falta de educação, a distância é curta.
É sábio um ditado russo que li citado pelo escritor Saul Bellow: "Quando estiver com pressa, vá devagar''. Mais ou menos é o que o historiador romano Suetônio, biógrafo dos césares, aconselhou ao imperador Adriano, 1 900 anos atrás: "Apressa-te devagar''. Sem nunca ter lido Suetônio, era quase o que minha mãe dizia quando eu moleque disparava pelas ruas do bairro: "Corre devagar, menino!"
Suspeito que vem daí o meu descompasso com os apressados.
Ivan Angelo. Veja SP, 10/09/2003.
Em: "Acontece QUE AS PESSOAS TÊM PRESSA", a oração destacada é classificada como subordinada:
 

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2246020 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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O ensino brasileiro, incluindo a educação superior, e nela especificamente os cursos de Pedagogia, vem se estruturando atualmente por meio de parâmetros e regras fundamentados nas determinações econômicas e políticas da sociedade globalizada.
A educação básica, principalmente, vem sendo considerada como muito importante para o desenvolvimento do país, porém, as desigualdades são cada vez maiores na sociedade, onde dois extremos se revelam. De um lado, uma educação com características do mundo moderno, e do outro:
 

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2246019 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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A Taça Libertadores da América é o torneio de futebol entre clubes mais importante do continente americano. Em 2015, o clube argentino Boca Juniors foi punido com a eliminação da competição, devido a(à):
 

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2246018 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Um projeto de instalação sanitária apresenta o seguinte símbolo:
Enunciado 2688986-1
De acordo com a norma ABNT NBR 8160:1999 (Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução), esse símbolo representa a seguinte peça:
 

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2246017 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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O Grande Irmão
Recebo pelo correio um envelope azul-marinho. Na capa, traz meu prenome em letras garrafais, seguido de uma frase sobre a emoção de morar no Leblon. É um folheto de propaganda de um produto qualquer. Olho para aquele pedaço de papel e sinto uma sensação estranha. Não gosto de ver meu nome estampado em letras tão grandes num envelope jogado na mesa da portaria. Eu, uma pessoa tão discreta, que não falo alto, não me meto com os vizinhos. Sinto como se o vendedor do produto tivesse tomado comigo uma intimidade que não lhe dei, de certa forma me desnudando em público.
No meu aniversário foi a mesma coisa. Recebi um envelope que trazia um gigantesco "Parabéns", seguido do meu nome em letras imensas. O prédio inteiro ficou sabendo que era o meu aniversário. E se eu detestasse esse tipo de efeméride? Se preferisse que ninguém soubesse o dia em que faço anos?
Isso não deveria acontecer. Outra coisa que me incomoda são os telefonemas oferecendo coisas. Ou os e-mails com convites enviados por pessoas de que nunca ouvimos falar. Ou ainda a nossa total impossibilidade de caminhar nas ruas - caminhar, simplesmente -, sem ter de receber, ou recusar, um folhetinho a cada esquina.
Estamos, o tempo todo, recebendo, por meios diversos, uma quantidade enorme de informações e ofertas que não pedimos. Acho isso um abuso, uma invasão-uma violação de direitos humanos.
Nossos nomes completos, endereços, telefones e e-mails estão por aí, disponíveis, em listas que são cedidas ou vendidas a quem interessar possa, para que as empresas nos venham oferecer seus produtos - sem ser convidadas. Cartões de crédito, revistas, serviços telefônicos, produtos de todo tipo nos são impostos e precisamos fazer um esforço enorme para fugir deles. Onde está nossa privacidade?
Sim,onde?
Mas, pensando bem, quem, hoje em dia, está interessado em privacidade? Se as pessoas se desnudam na internet, se exibem ao público seu cotidiano, fazem amor, entram em trabalho de parto, vão ao banheiro, tudo isso on-line, para quem quiser ver? Se são capazes de vender a alma ao demônio para aparecer um minuto que seja na mídia?
A própria sociedade em que vivemos incentiva essa promiscuidade, o fim dos limites, das paredes. O exibicionismo é a palavra de ordem. E não importa se eu, você e alguns poucos ainda prezamos a intimidade como algo só nosso. Nossa resistência é inútil.
Isso me faz lembrar o Grande Irmão, a câmera que, na fantasia futurista de George Orwell, espionava as pessoas, tomava conta da vida de todos, poderosa, onipresente e onisciente. Assim como no livro, nossas vidas não mais nos pertencem. Só que nós mesmos - a sociedade como um todo - somos os culpados.
O Grande Irmão somos nós.
SEIXAS, Heloisa. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro. Objetiva, 2013.
Observe o emprego do pronome destacado em: "uma intimidade que não LHE dei" e assinale a frase em que o mesmo pronome também foi corretamente empregado.
 

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