Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

1264567 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Uma piscina, que tem o formato de um prisma reto de base retangular, cujas medidas internas estão indicadas na figura, está completamente cheia de água.

Enunciado 1264567-1

Para esvaziar totalmente essa piscina, foi utilizada uma bomba de sucção que retira 16 m3 de água por hora. Sabendo que essa bomba trabalhou ininterruptamente por 1 dia, 13 horas e 30 minutos, então a altura da piscina, indicada na figura pela letra h, é de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264566 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Em um terreno retangular ABCD, foram construídas quadras esportivas e vestiários (V), conforme mostra a figura, em que as medidas indicadas estão em metros.

Enunciado 1264566-1

A área destinada às quadras é de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264565 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Um treinador de basquete, observando o treino de arremessos livres de um atleta, registrou os seguintes dados:

Enunciado 1264565-1

Mantendo sempre essa mesma proporção, o número de arremessos necessários para que esse atleta converta 24 cestas será

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264564 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

O gráfico a seguir mostra o número de passes certos e o número de passes errados feitos por um jogador em 4 partidas.

Enunciado 1264564-1

Sabendo-se que, nessas 4 partidas, o número total de passes certos superou o número total de passes errados em 23 passes, então, em relação ao número total de passes feitos, o número total de passes errados corresponde, aproximadamente, a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264532 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Jogar-se à vida

Uma velha amiga minha de São Paulo – nem tão velha assim, e muito bonita – me diz que seu filho, de 39 anos, mora com ela. Não é que “ainda” more com ela. Ele apenas mora, desde o dia em que nasceu, e não há indícios de que esteja planejando se emancipar e morar sozinho. A mãe, a essa altura, já desistiu de fazê-lo desconfiar de que ela, sim, gostaria de espaço e privacidade para viver sua própria vida.

Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos, e morado em dez endereços de quatro cidades em dois continentes. Era só no que os garotos da minha geração pensavam – jogar-se à vida, longe da saia materna ou da mesada paterna. Supunha-se que, enquanto se morasse com a família, estava-se dispensado de ser adulto.

Um desses endereços, em 1967, foi o Solar da Fossa, um casarão colonial em Botafogo, perto do túnel Novo. Nele tinham ido parar rapazes e moças de fora e de dentro do Rio, todos em busca de liberdade para criar, trabalhar, namorar ou não fazer nada, enfim, viver. Ali, um dos moradores, Caetano Veloso, compôs “Alegria, Alegria”; outro, Paulinho da Viola, “Sinal Fechado”. Grupos como o Momento 4 e o Sá, Rodrix & Guarabyra se formaram em seus quartos.

Três de nossas lindas vizinhas estrelaram nas páginas de revistas: Betty Faria, Ítala Nandi e Tania Scher. Paulo Leminsky escrevia seu romance “Catatau”. O pessoal do Teatro Jovem, que estava revolucionando o teatro brasileiro, morava lá, assim como metade do elenco da peça “Roda Viva”, em ensaio no outro lado do túnel. Os namoros eram a mil. Até o autor francês Jean Genet, de passagem pelo Solar, viveu ali uma aventura amorosa.

Se aquela turma morasse com a mãe, nada disso teria acontecido.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. Adaptado)

Mantendo o sentido original do texto, o trecho do segundo parágrafo “Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos...” pode ser reescrito da seguinte forma:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264526 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Jogar-se à vida

Uma velha amiga minha de São Paulo – nem tão velha assim, e muito bonita – me diz que seu filho, de 39 anos, mora com ela. Não é que “ainda” more com ela. Ele apenas mora, desde o dia em que nasceu, e não há indícios de que esteja planejando se emancipar e morar sozinho. A mãe, a essa altura, já desistiu de fazê-lo desconfiar de que ela, sim, gostaria de espaço e privacidade para viver sua própria vida.

Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos, e morado em dez endereços de quatro cidades em dois continentes. Era só no que os garotos da minha geração pensavam – jogar-se à vida, longe da saia materna ou da mesada paterna. Supunha-se que, enquanto se morasse com a família, estava-se dispensado de ser adulto.

Um desses endereços, em 1967, foi o Solar da Fossa, um casarão colonial em Botafogo, perto do túnel Novo. Nele tinham ido parar rapazes e moças de fora e de dentro do Rio, todos em busca de liberdade para criar, trabalhar, namorar ou não fazer nada, enfim, viver. Ali, um dos moradores, Caetano Veloso, compôs “Alegria, Alegria”; outro, Paulinho da Viola, “Sinal Fechado”. Grupos como o Momento 4 e o Sá, Rodrix & Guarabyra se formaram em seus quartos.

Três de nossas lindas vizinhas estrelaram nas páginas de revistas: Betty Faria, Ítala Nandi e Tania Scher. Paulo Leminsky escrevia seu romance “Catatau”. O pessoal do Teatro Jovem, que estava revolucionando o teatro brasileiro, morava lá, assim como metade do elenco da peça “Roda Viva”, em ensaio no outro lado do túnel. Os namoros eram a mil. Até o autor francês Jean Genet, de passagem pelo Solar, viveu ali uma aventura amorosa.

Se aquela turma morasse com a mãe, nada disso teria acontecido.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém o sentido original do texto.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264524 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.

Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

(Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264521 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Leia um trecho do romance Anatomia do Paraíso, para responder à questão.

Os bens dos tataravós libaneses: tecidos e aviamentos. Linho, algodão, chita. Botões de todos os tipos, linhas, alfinetes, agulhas e o metro dobrável. Montado em seu jegue, o tataravô ia sozinho comerciar de casa em casa, sítio em sítio, fazenda em fazenda, onde recebia pouso, contava e ouvia histórias. Com o nascimento dos filhos brasileiros, passou a levar consigo o mais velho, bisavô de Félix, quando ele tinha sete anos.

De noite, na sua casa em Belo Horizonte, o pai de Félix lhe contava a história dos antepassados enquanto consertava joias das clientes da sua loja de antiguidades. Durante as tardes solitárias, a bisavó lhe mostrava o bauzinho de veludo bordô e contava a história de cada joia que ele já tinha guardado e a situação em que havia sido vendida para o estabelecimento da família no Brasil. Um anel de brilhante se foi na compra do jegue e da primeira leva de mercadoria; um bracelete, na reforma da casa antes do nascimento do terceiro filho.

Depois dos acidentes vasculares, ela não conseguia falar mais do que poucas palavras, e estas serviam de evocação para as histórias que Félix conhecia de cor. Ele era pequeno, carregava o baú pela casa, cheio de vidros coloridos, e o exibia dizendo: “meu tesouro”. Era um bauzinho feito de cedro, com tiras de latão, e o estofamento interno, de veludo bordô, era o que mais encantava Félix. Protegido da luz ao longo dos anos, ele continuava brilhante e macio.

As joias foram o bilhete de entrada do casal no Brasil. O que veio depois foi trabalho, trabalho e trabalho; e filhos. Mas então já tinham um jegue e a primeira leva de mercadorias.

E aconteceu de Félix ter puxado a voz aveludada do outro ramo da família, de portugueses para quem aquela terra já era antiga quando os libaneses chegaram: já tinham tirado dela pau, pedra e ouro, criado gado e plantado cana e café. Já tinham sido donos de escravos, matado e sido mortos por eles. Abriram fazendas, ergueram escolas, construíram ferrovias e cemitérios. Terra de homens brutos, domados, esfalfados, trabalho, trabalho e trabalho; e filhos.

(Beatriz Bracher. Anatomia do Paraíso. Editora 34. Adaptado)

Considere a frase reescrita a partir de ideias do texto.

O tataravô visitava casas e fazendas, onde recebia pouso, contava aos fregueses suas histórias e sempre ouvia as histórias dos moradores da região.

De acordo com a norma-padrão de emprego e colocação de pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264518 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.

Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

(Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Tendo em vista o contexto, os dois termos entre parênteses que apresentam o mesmo sentido do termo destacado no trecho do texto estão na alternativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1264506 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Arujá-SP

Leia a crônica para responder à questão.

Jogar-se à vida

Uma velha amiga minha de São Paulo – nem tão velha assim, e muito bonita – me diz que seu filho, de 39 anos, mora com ela. Não é que “ainda” more com ela. Ele apenas mora, desde o dia em que nasceu, e não há indícios de que esteja planejando se emancipar e morar sozinho. A mãe, a essa altura, já desistiu de fazê-lo desconfiar de que ela, sim, gostaria de espaço e privacidade para viver sua própria vida.

Ao ouvir isso, levei um susto. Aos 39 anos, eu já tinha saído não só da casa de meus pais como de dois casamentos, e morado em dez endereços de quatro cidades em dois continentes. Era só no que os garotos da minha geração pensavam – jogar-se à vida, longe da saia materna ou da mesada paterna. Supunha-se que, enquanto se morasse com a família, estava-se dispensado de ser adulto.

Um desses endereços, em 1967, foi o Solar da Fossa, um casarão colonial em Botafogo, perto do túnel Novo. Nele tinham ido parar rapazes e moças de fora e de dentro do Rio, todos em busca de liberdade para criar, trabalhar, namorar ou não fazer nada, enfim, viver. Ali, um dos moradores, Caetano Veloso, compôs “Alegria, Alegria”; outro, Paulinho da Viola, “Sinal Fechado”. Grupos como o Momento 4 e o Sá, Rodrix & Guarabyra se formaram em seus quartos.

Três de nossas lindas vizinhas estrelaram nas páginas de revistas: Betty Faria, Ítala Nandi e Tania Scher. Paulo Leminsky escrevia seu romance “Catatau”. O pessoal do Teatro Jovem, que estava revolucionando o teatro brasileiro, morava lá, assim como metade do elenco da peça “Roda Viva”, em ensaio no outro lado do túnel. Os namoros eram a mil. Até o autor francês Jean Genet, de passagem pelo Solar, viveu ali uma aventura amorosa.

Se aquela turma morasse com a mãe, nada disso teria acontecido.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo. Adaptado)

Leia a resenha do livro Solar da Fossa, escrito por Toninho Vaz, para responder à questão.

Misto de pensão e apart-hotel da zona sul carioca, o lendário Solar da Fossa serviu, entre 1964 e 1971, de moradia e ponto de encontro para jovens artistas e intelectuais oriundos de diversos cantos do país.

Estes o procuravam não só pelo aluguel acessível, mas também pela considerável liberdade que desfrutavam ali, em pleno regime militar. Paulinho da Viola, Gal Costa, Tim Maia, Ítala Nandi e Paulo Leminski estão entre as dezenas de personagens do livro, cuja narrativa transita pelos 85 apartamentos, revelando detalhes do cotidiano dos moradores, inconfidências e causos divertidos, além de traçar um painel cultural da época.

(Carlos Calado. Guia Folha. Adaptado)

Comparando os textos a respeito do Solar da Fossa, é correto afirmar que ambos
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas