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No mapa da cidade de Baião, o perímetro margeado pela rua Rui Barbosa, travessa Oito, avenida Santos Dumont e rua Levindo Rocha aproxima-se de um retângulo, conforme as figuras abaixo.

Se os comprimentos relativos às ruas Levindo Rocha e Rui Barbosa medirem respectivamente 100m e 500m, o perímetro dessa região retangular medirá
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1300228
Ano: 2016
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Baião-PA
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Baião-PA
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Um incêndio se propaga em razão da transmissão do calor de uma parte para outra. Quando essa transferência se dá através do transporte de matéria (ar ou fumaça) e se processa em decorrência da diferença de densidade do ar que ocorre com a absorção ou perda de calor, provocando a subida do ar quente causando o processo pelo qual o calor, se propaga nas galerias ou janelas dos edifícios em chamas, essa propagação é denominada
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De acordo com o Decreto Municipal 87/2011, transgressão disciplinar, especialmente, é toda violação do __________ do guarda na sua __________ elementar e simples e, genericamente, se constitui na __________ aos preceitos de civilidade, de __________ e das normas __________
- Os termos que completam corretamente a frase acima são
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QUEM GUARDA COM FOME...
Eduardo Loureiro Jr.
Há algumas décadas, quando minha tia médica foi fazer residência em São Paulo capital, minha avó, nascida e crescida no interior do Ceará, deu-lhe um único conselho: "Em terra de sapos, de cócoras como eles!$ ^{d)} !$." O conselho foi seguido e há cinco anos, quando comemorávamos o aniversário de 80 anos de minha avó, minha tia escolheu a lembrança desse conselho para falar de sua mãe.
Os ditados, ou provérbios, constituem uma sabedoria simples que nós, em nossos delírios de complexidade urbana, já quase não conseguimos entender: para nós, soam simplistas ou moralistas, e quando os repetimos é mais por um hábito de linguagem do que por acreditar em suas palavras.
Entretanto, brinco de imaginar que minha avó poderia ter aconselhado minha tia com um ditado diferente: "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei". O provérbio, de sentido praticamente oposto ao anterior, incentivaria não a adaptação mas a autoexpressão diferenciada. Está aí a riqueza dos provérbios: para cada um deles, há um outro que diz o inverso, de forma que há ditados para tudo. "Incoerência", poderia pensar nossa mente racionalizada. Eu prefiro ver outra riqueza valiosa no fundo dessa riqueza "incoerente": a grandeza dos provérbios não está apenas no que eles explicitamente expressam!$ ^{b)} !$, está na sabedoria de saber usar o ditado certo na hora certa.
Meses atrás, durante um almoço em família, um de meus cunhados falou do seu hábito de guardar a melhor parte da comida para o final e de como sua mulher, minha irmã, tinha o "dom" de chegar justo na hora em que ele estava prestes a saborear seu pequeno tesouro, pedindo: "Amor, me dá esse pedacinho." Depois de muito rir, lembrei daquele outro ditado: "Quem guarda com fome, o gato vem e come".
Sim, há qualquer coisa maravilhosa em se guardar o melhor para depois, ou mesmo para o final: que filme ou história teria graça se o final feliz fosse no começo?!$ ^{c)} !$ Talvez até a sobremesa não parecesse tão apetitosa se tivéssemos por hábito comê-la antes do prato principal!$ ^{a)} !$.
Eu também tinha esse costume de adiar as coisas boas para torná-las ainda mais atraentes algum tempo depois. Ultimamente, tenho guardado menos e tenho brincado mais de descobrir o ponto exato da vontade: se quero, como; se não quero, passo. [...]
Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2008/02/quem-guarda-com-fome-eduardo-loureiro.html. Acesso em 4 maio 2016.
Há um trecho predominantemente narrativo em
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QUEM GUARDA COM FOME...
Eduardo Loureiro Jr.
Há algumas décadas, quando minha tia médica foi fazer residência em São Paulo capital, minha avó, nascida e crescida no interior do Ceará, deu-lhe um único conselho: "Em terra de sapos, de cócoras como eles." O conselho foi seguido e há cinco anos, quando comemorávamos o aniversário de 80 anos de minha avó, minha tia escolheu a lembrança desse conselho para falar de sua mãe.
Os ditados, ou provérbios, constituem uma sabedoria simples que nós, em nossos delírios de complexidade urbana, já quase não conseguimos entender: para nós, soam simplistas ou moralistas, e quando os repetimos é mais por um hábito de linguagem do que por acreditar em suas palavras.
Entretanto, brinco de imaginar que minha avó poderia ter aconselhado minha tia com um ditado diferente: "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei". O provérbio, de sentido praticamente oposto ao anterior, incentivaria não a adaptação mas a autoexpressão diferenciada. Está aí a riqueza dos provérbios: para cada um deles, há um outro que diz o inverso, de forma que há ditados para tudo. "Incoerência", poderia pensar nossa mente racionalizada. Eu prefiro ver outra riqueza valiosa no fundo dessa riqueza "incoerente": a grandeza dos provérbios não está apenas no que eles explicitamente expressam, está na sabedoria de saber usar o ditado certo na hora certa.
Meses atrás, durante um almoço em família, um de meus cunhados falou do seu hábito de guardar a melhor parte da comida para o final e de como sua mulher, minha irmã, tinha o "dom" de chegar justo na hora em que ele estava prestes a saborear seu pequeno tesouro, pedindo: "Amor, me dá esse pedacinho." Depois de muito rir, lembrei daquele outro ditado: "Quem guarda com fome, o gato vem e come".
Sim, há qualquer coisa maravilhosa em se guardar o melhor para depois, ou mesmo para o final: que filme ou história teria graça se o final feliz fosse no começo? Talvez até a sobremesa não parecesse tão apetitosa se tivéssemos por hábito comê-la antes do prato principal.
Eu também tinha esse costume de adiar as coisas boas para torná-las ainda mais atraentes algum tempo depois. Ultimamente, tenho guardado menos e tenho brincado mais de descobrir o ponto exato da vontade: se quero, como; se não quero, passo. [...]
Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2008/02/quem-guarda-com-fome-eduardo-loureiro.html. Acesso em 4 maio 2016.
Da leitura do texto, depreende-se que, para Eduardo Loureiro Jr., os ditos populares são importantes porque contêm
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Uma prova de concurso tem 10 questões de Língua Portuguesa, 10 de Matemática e 20 de Conhecimentos Específicos, sendo considerado aprovado o candidato que acertar 50% ou mais do total das questões da prova.
Os acertos de quatro candidatos são apresentados nas alternativas abaixo. Analisando esses resultados, concluímos que o único aprovado foi o que acertou
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QUEM GUARDA COM FOME...
Eduardo Loureiro Jr.
Há algumas décadas, quando minha tia médica foi fazer residência em São Paulo capital, minha avó, nascida e crescida no interior do Ceará, deu-lhe um único conselho: "Em terra de sapos, de cócoras como eles." O conselho foi seguido e há cinco anos, quando comemorávamos o aniversário de 80 anos de minha avó, minha tia escolheu a lembrança desse conselho para falar de sua mãe.
Os ditados, ou provérbios, constituem uma sabedoria simples que nós, em nossos delírios de complexidade urbana, já quase não conseguimos entender: para nós, soam simplistas ou moralistas, e quando os repetimos!$ ^{a)} !$ é mais por um hábito de linguagem do que por acreditar em suas palavras.
Entretanto, brinco de imaginar que minha avó poderia ter aconselhado minha tia com um ditado diferente: "Em terra de cegos, quem tem um olho é rei". O provérbio, de sentido praticamente oposto ao anterior, incentivaria não a adaptação mas a autoexpressão diferenciada. Está aí a riqueza dos provérbios: para cada um deles, há um outro que diz o inverso!$ ^{b)} !$, de forma que há ditados para tudo. "Incoerência", poderia pensar nossa mente racionalizada. Eu prefiro ver outra riqueza valiosa no fundo dessa riqueza "incoerente": a grandeza dos provérbios não está apenas no que eles explicitamente expressam, está na sabedoria de saber usar o ditado certo na hora certa.
Meses atrás, durante um almoço em família, um de meus cunhados falou do seu hábito de guardar a melhor parte da comida para o final e de como sua mulher, minha irmã, tinha o "dom" de chegar justo na hora em que ele estava prestes a saborear seu pequeno tesouro!$ ^{d)} !$, pedindo: "Amor, me dá esse pedacinho." Depois de muito rir, lembrei daquele outro ditado: "Quem guarda com fome, o gato vem e come".
Sim, há qualquer coisa maravilhosa em se guardar o melhor para depois, ou mesmo para o final: que filme ou história teria graça se o final feliz fosse no começo? Talvez até a sobremesa não parecesse tão apetitosa se tivéssemos por hábito comê-la antes do prato principal!$ ^{c)} !$.
Eu também tinha esse costume de adiar as coisas boas para torná-las ainda mais atraentes algum tempo depois. Ultimamente, tenho guardado menos e tenho brincado mais de descobrir o ponto exato da vontade: se quero, como; se não quero, passo. [...]
Disponível em: http://www.cronicadodia.com.br/2008/02/quem-guarda-com-fome-eduardo-loureiro.html. Acesso em 4 maio 2016.
Há uma correlação inadequada entre a palavra grifada e a sua interpretação em:
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Uma das competências da Guarda Municipal do município de Baião é
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Uma prova de concurso tem 10 questões de Língua Portuguesa, 10 de Matemática e 20 de Conhecimentos Específicos, sendo considerado aprovado o candidato que acertar 50% ou mais do total das questões da prova.
Um gráfico tipo “Pizza”, que representa a distribuição do número de questões dessa prova, assemelha-se ao da alternativa
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No mapa da cidade de Baião, o perímetro margeado pela rua Rui Barbosa, travessa Oito, avenida Santos Dumont e rua Levindo Rocha aproxima-se de um retângulo, conforme as figuras abaixo.

Se o perímetro desse retângulo medir 1.440 metros, e o comprimento relativo à avenida Santos Dumont for o quíntuplo do correspondente ao da travessa Oito, a área dessa região medirá
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