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Texto 1
Consumo consciente: caminho para a sustentabilidade
José Dias Campos
As mudanças climáticas, responsáveis pelas irregularidades no clima e que têm como consequência a diminuição das chuvas e o aumento da temperatura, vêm provocando a maior das crises hídricas já registradas no semiárido nordestino. Essa crise também se revela em outras partes do país e do mundo, com excesso ou diminuição das chuvas, a depender da região.
Esse processo evidencia, entre outros fatores, que há uma curva ascendente da população em contraposição à outra decrescente da quantidade e qualidade dos recursos naturais disponíveis devido ao mau uso, principalmente, da água como fonte de vida. Evidencia-se que essa realidade tem uma origem: mau uso dos recursos naturais na produção de bens e serviços para o atendimento do bem-estar da população.
A cada dia, aumenta o número de pessoas que usufrui dos mesmos recursos naturais do planeta, que diminuem em quantidade e qualidade. Para onde estamos indo? O que estamos estrategicamente construindo para o futuro da humanidade?
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) traz dados sobre a quantidade de água utilizada na cadeia produtiva de alguns produtos que nos fazem refletir sobre o consumo consciente. Para um quilo de arroz, são necessários 3.000 litros de água; um quilo de carne de boi, 15,5 mil litros de água; um litro de leite, mil litros de água; uma xícara de café, 140 litros de água; e um par de sapatos, 8.500 litros de água. Assim, percebe-se que em tudo que se consome para o bem-estar, no atual modelo de desenvolvimento, tem um alto consumo de água, que precisa ser revisto ou, no mínimo, ter os impactos mitigados.
Com esse olhar, constata-se que, em todos os dias, há transposição de água entre as regiões, de município para município, não por meio de tubulações para chegar às torneiras, mas pelo transporte de produtos para o bem-estar da população.
A reflexão aqui não visa provocar nas pessoas um sentimento para não consumir, mas para ter consciência em relação ao consumo necessário e ao impacto, em termos de consumo dos recursos naturais, que o bem-estar produz, a partir do modo de viver de cada um.
Assim, podemos assumir atitudes de verdadeiros cidadãos e cidadãs, comprometendo-nos com iniciativas de mitigação dos impactos causados, através do apoio a projetos sociais, plantio de árvores frutíferas ou de espécies do bioma onde vivemos.
É preciso equilibrar o clima e produzir alimentos saudáveis, revitalizando nascentes de água, desenvolvendo práticas agroecológicas, economizando e reciclando a água, planejando e compartilhando estratégias de captação e manejo de água de chuva, enfim, desenvolvendo iniciativas que possam retribuir à natureza o que dela foi extraído.
É necessário o comprometimento de todos!
Também poderá ser muito útil aprofundarmos essa visão nas reuniões das associações de bairros, nas comunidades rurais, nas escolas, nos clubes e redes sociais, nos condomínios, sempre com o intuito de promover iniciativas de mitigação dos impactos causados aos recursos naturais pela produção de bens e serviços para o bem-estar da população. Com esse entendimento, podemos afirmar que depende de nós o futuro que virá!
Quantos de nós já paramos para pensar, refletir e compartilhar essa complexidade e necessidade da integração das iniciativas com vistas à sustentabilidade? O que eu estou fazendo? O que você está fazendo? (...)
Fonte: jornal Folha de São Paulo, 18/01/2016 – texto adaptado, disponível
em: http:// www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/2016/01/1728985-consumo-consciente- caminho-para-a-sustentabilidade.shtml - acesso em 19/01/2016.
Releia o quarto parágrafo para responder à questão a seguir.
Ao longo da história da humanidade, nosso olhar para a água se voltou mais para o líquido que sai das torneiras, mas, quando falamos de consumo, é preciso ampliar esse olhar para perceber que há uso significativo de água em tudo o que consumimos. Em muitas das situações, inclusive, com desperdício, descarte incorreto, poluição, etc.
A palavra em negrito ‘humanidade’ classifica-se, morfologicamente, como
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaIndicadores de Endividamento e Solvência
A Cia. Alpha apresentou, nos exercícios X1 e X0, os respectivos saldos das contas do ativo e passivo, conforme a tabela abaixo. Sabe-se ainda que o resultado auferido no ano X1 foi de $50 e X0 de $25.
|
Grupos de Contas
Ativo Circulante
Ativo Não Circulante
Passivo Circulante
Passivo Não Circulante |
X1
150
350
50
250
|
X0
100
200
25
200
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Considerando os dados disponíveis, é possível afirmar que a participação do capital de terceiros no exercício X1 foi de
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O tratamento da exacerbação da asma, ou asma aguda, é feito com beta-agonista inalatório, muitas vezes, sendo administrado por meio de aerossóis dosimetrado (bombinhas). A respeito da técnica de uso do aerossol dosimetrado sem o uso do espaçador, NÃO se pode
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2523091
Ano: 2016
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
A Construtora PMB prestou serviços de administração de obra, emitindo uma nota fiscal no valor de $1,5 milhões. Sabe-se que $500 mil referem-se a materiais fornecidos e que a empresa incorreu em gastos com mão de obra no total de R$ 300 mil. A alíquota de ISSQN, para esse tipo de serviço, é 3%. Diante disso, a empresa deverá pagar ISSQN de
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O código de posturas da Prefeitura Municipal de Barbacena, Lei nº 3.241/95 que “dispõe sobre higiene, segurança, ordem e bem-estar coletivo, funcionamento de estabelecimentos, uso de bens públicos e dá outras providências”, estabelece que são resíduos sólidos urbanos, EXCETO:
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Analise as afirmativas abaixo com respeito às relações entre Psicanálise, instituição, dispositivo grupal e toxicomania e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) O trabalho em grupo é um dispositivo fundamental para se intervir junto à constituição subjetiva dos toxicômanos e sua relação com o laço social.
( ) A Psicanálise, na instituição, seja no dispositivo grupal seja no dispositivo clínico individual, alia-se ao trabalho da atenção psicossocial, visando à cura pela adaptação e pela supressão dos sintomas.
( ) No trabalho em grupos, em que a identificação está ligada à substância droga, pode-se constatar, com frequência, a equivalência entre aquilo que os indivíduos são (‘dependentes químicos’) e o que consomem (drogas).
( ) A invenção do sujeito sobre si mesmo, a partir das intervenções do psicanalista no grupo, é uma produção de novos significados para sua existência, de novas maneiras que o sujeito encontra para falar de si e de sua história.
A sequência correta é
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Texto 1
A “facebookização” do jornalismo
Cleyton Carlos Torres
A crise que embala o jornalismo não é de hoje. Críticas a aspectos conceituais, morais, editoriais e até financeiros já rondam esse importante pilar da democracia há um bom tempo. O digital, então, acabou surgindo para dar um empurrãozinho – tanto para o bem como para o mal – nas redações mundo afora. Prédios esvaziados, startups revolucionárias, crise existencial e um suposto adversário invisível: o próprio leitor.
O leitor – e suas mídias sociais digitais conectadas em rede – passou a ser visto como um inimigo a ser combatido, um mal necessário para que o jornalismo conseguisse sobreviver. Não mais se fazia jornalismo para a sociedade, mas se fazia um suposto jornalismo dinâmico e frenético para que os grandes nomes da imprensa sobressaíssem diante dos “jornalistas cidadãos”. Esse era um dos primeiros e mais graves erros – dentro de uma sucessão – que seriam seguidos.
As redações continuaram a ser esvaziadas, a crise existencial tornou-se mais aguda e o suposto adversário invisível cada vez se tornava mais forte. Havia um clima de que os “especialistas de Facebook” superariam a imprensa. Não era mais necessário investir em jornalismo, já que as mídias sociais supririam toda a nossa fome por conhecimento e informação. O mito – surgido nas próprias redes sociais – parecia ter sido absorvido de tal maneira que a imprensa não mais reagia. Mesmo com o crescente número de startups sobre jornalismo, o canibalismo jornalístico parecia mais importante.
Agora, outros erros tão graves quanto os citados estão sendo cometidos pela imprensa. O comportamento infantilizado de muitos veículos através das mídias sociais, por exemplo, demonstra imaturidade e desestruturação de pensamento. A aposta em modismos – e não mais em jornalismo – tem causado um efeito em cadeia que faz com que tanto canais grandes como pequenos se comportem de maneira duvidosa – pelo menos perante os conceitos do que se entendia como jornalismo.
O abuso de listas, o uso de “especialistas de Facebook” como fonte, pautas sendo construídas com base em timelines alheias ou o frenesi encantador de likes e shares têm feito com que uma das maiores armadilhas das redes sociais abocanhe o jornalismo. O jornalismo, como instituição e pilar da democracia, agora se comporta como um usuário de internet, jovem, antenado, mas que não tem como privilégio o foco ou a profundidade. A armadilha se revela justamente no momento em que “ser um usuário” passa a valer como entendimento de “dialogar com o usuário”.
As mídias sociais digitais conectadas em rede trouxeram a “midiatização da mídia”, ou a “facebookização do jornalismo”. Quando se falava em jornalismo cidadão e em participação do usuário, muitos pensavam em um jornalismo global-local, com o dinamismo e velocidade que a internet exige. Porém o que temos visto não vai ao encontro desse pensamento, já que o espaço do cidadão no jornalismo é medido apenas pelo seu humor, a participação do usuário é medida em curtidas e o jornalismo, muitas vezes, não é jornalismo, é apenas uma mera isca para likes e shares.
Fonte: Observatório da Imprensa, edição 886 - 19/01/2016. Disponível em: <http:// observatorio daimprensa.com.br/jornal-de-debates/a-facebookizacao-do-jornalismo>. Acesso em 20 jan. 2016. Fragmento de texto adaptado.
VOCABULÁRIO DE APOIO:
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
1- Startup: iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.
2- Facebook: é um site e serviço de rede social, lançado em 2004, operado pela Facebook Inc.
3- Facebookização: neologismo (nova palavra) criado a partir de facebook.
4- Timeline: (linha do tempo): espaço para compartilhamento de dados, imagens e ideias nas redes sociais.
5- Like (curtir) e share (compartilhar): opções de interação e compartilhamento disponíveis nas redes sociais
Texto 2
Malvados

Fonte: jornal Folha de São Paulo, 13/08/2012 – tirinha de André Dahmer
A partir da relação entre os textos 1 e 2, constata-se que ambos os textos
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A respeito das modelagens de acolhimento, é correto afirmar:
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No lançamento de três dados, dois cubos numerados de 1 a 6 e um tetraedro numerado de 0 a 3, a probabilidade da soma dos valores encontrados ser menor ou igual a 5 é
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O Balanço Patrimonial consiste em uma das principais demonstrações financeiras a serem elaboradas (e divulgadas) pelas empresas, sobretudo àquelas que negociam ações no mercado de capitais. No último exercício, a Cia. Betagama apresentou os seguintes saldos de contas patrimoniais e de resultado em 31/12/X0.
| Contas | $ |
| Caixa | 100 |
| Estoques | 1.500 |
| Intangível | 3.400 |
| Imobilizado | 13.000 |
| Investimentos | 5.000 |
| Fornecedores | 1.500 |
| Capital Social | 6.250 |
| Contas a Receber | 2.500 |
| Obrigações Tributárias | 1.000 |
| Obrigações Trabalhistas | 1.600 |
| Impostos sobre Vendas | (2.000) |
| Receita Bruta de Vendas | 17.000 |
| Reservas para Contingências | 1.250 |
| Reservas Legais e Estatutárias | 2.000 |
| Resultado Financeiro (Líquido) | 150 |
| Ajuste de Avaliação Patrimonial | 500 |
| Custos das Mercadorias Vendidas | (4.000) |
| Devoluções e Cancelamentos Vendas | -300 |
| Despesas Administrativas e Comerciais | (6.000) |
| Contas a Pagar (Vencimento 31/12/X1) | 3.000 |
| Imposto de Renda e Contribuição Social | (300) |
| Perdas por não Recuperabilidade de Ativos | (3.150) |
| Perdas por não Recuperabilidade do Intangível (Redutora) | (1.500) |
| Empréstimos e Financiamentos (Vencimento 31/01/X2) | 5.000 |
| Perdas com não Recuperabilidade do Imobilizado (Redutora) | (1.650) |
| Perdas Estimadas com Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) | (250) |
| Perdas Estimadas com Créditos de Liquidação Duvidosa (Redutora) | (250) |
A partir dos dados da Cia. Betagama, é INCORRETO afirmar que o
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