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Foram encontradas 40 questões.

2324771 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Barra dos Coqueiros-SE
A igualdade e a desigualdade das diversas existências sagradas, todas opostas às coisas que são os puros objetos, resolvem-se em uma hierarquia de espíritos. Os homens e o “Ser supremo”, mas também, em uma representação primeira, os animais, as plantas, os meteoros... são espíritos. Dá-se um deslizamento nessa posição: o “Ser supremo” é, em certo sentido, um puro espírito: da mesma forma, o espírito de um homem morto não depende de uma clara realidade material, como o de um homem vivo; enfim, o vínculo de um espírito de animal ou de planta com um animal ou uma planta individuais é muito vago: trata-se de um espírito mítico — independente das realidades dadas. Nessas condições, a hierarquia dos espíritos tende a se fundar sobre uma distinção fundamental entre os espíritos que dependem de um corpo, como o dos homens, e os espíritos autônomos do “Ser supremo”, dos animais, dos mortos etc., que tendem a formar um mundo homogêneo, um mundo mítico, no interior do qual, na maior parte do tempo, as diferenças hierárquicas são fracas. O “Ser supremo”, o soberano dos deuses, o deus do céu, em geral não passa de um deus mais poderoso, mas de mesma natureza que os outros. Os deuses são simplesmente espíritos míticos, sem substrato de realidade. E deus é puramente divino (sagrado), o espírito que não está subordinado à realidade de um corpo mortal. Na medida em que ele próprio é espírito, o homem é divino (sagrado), mas não o é soberanamente, já que é real.
Georges Bataille. Teoria da religião. Editora Ática, 1993 (com adaptações).
Conclui-se do texto apresentado que
 

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2324770 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Barra dos Coqueiros-SE
Até o período moderno, a religião permeava todos os aspectos da vida, inclusive a política e a guerra, não porque os eclesiásticos ambiciosos “misturaram” duas atividades essencialmente distintas, mas porque as pessoas queriam dar sentido a tudo o que faziam. Todas as ideologias estatais eram religiosas. Os reis da Europa que lutaram para se libertar do controle papal não eram “secularistas” e eram reverenciados como semidivinos. Todos os impérios bem-sucedidos afirmaram ter uma missão divina; consideraram os inimigos maus, perdidos ou tirânicos; tinham certeza de que beneficiariam a humanidade. E como esses Estados e impérios sempre foram criados e mantidos pela força, a religião esteve implicada nessa violência. Foi só nos séculos XVII e XVIII que a religião foi expulsa da vida política no Ocidente. Portanto, quando as pessoas afirmam que a religião foi responsável por mais guerras, opressão e sofrimento do que qualquer outra instituição humana, é preciso perguntar: “Mais do que qual?”. Até as revoluções americana e francesa, não havia sociedades “seculares”. Nosso impulso de “santificar” nossas atividades políticas é tão arraigado que, assim que os revolucionários franceses tiveram êxito em marginalizar a Igreja Católica, eles criaram uma nova religião nacional. Nos Estados Unidos da América, a primeira república secular, o Estado sempre teve uma aura religiosa, um destino manifesto e uma missão aprovada por Deus.
Karen Armstrong. Campos de sangue: religião e a história da violência. Tradução de Rogério Galindo. São Paulo: Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).
Considerando o texto anterior e as relações históricas entre religião e política, assinale a opção correta.
 

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Ana, recém-formada em pedagogia, acaba de assumir uma turma de segundo ano do ensino fundamental. Ela ainda não teve a oportunidade de participar das reuniões de coordenação pedagógica e precisa fazer um plano de aula.
Com relação a essa situação hipotética, é correto afirmar que Ana
 

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A Constituição apenas reconhece a importância do ensino religioso para a formação básica comum no período de maturação da criança e do adolescente, que coincide com o ensino fundamental, e permite uma colaboração entre as partes, desde que estabelecida em vista do interesse público e respeitando-se opções religiosas diferenciadas ou mesmo a dispensa de tal ensino na escola.
Por ensino religioso se entende o espaço que a escola pública abre para que estudantes, facultativamente, se iniciem ou se aperfeiçoem em determinada religião. Desse ponto de vista, somente as igrejas, individualmente ou associadas, poderão credenciar seus representantes para ocupar o espaço como resposta à demanda dos alunos de uma escola. Foi a interpretação que a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional adotou no art. 33.
Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Parecer n.º 97,
de 6 de abril de 1999. Diário Oficial da União. Distrito Federal,
18/5/1999. Internet: <http://portal.mec.gov.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto precedente, assinale a opção correta.
 

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De acordo com o Estatuto do Magistério do Município de Barra dos Coqueiros, cabe aos profissionais da educação pública municipal levar o aluno a desenvolver-se de forma independente, nas suas dimensões intelectual, cultural e técnica. No que se refere a esse pressuposto, assinale a opção correta.
 

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1956145 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Barra dos Coqueiros-SE
O art. 33 da Lei n.º 9.394/1996 dispõe que “O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo”. Nos termos desse dispositivo legal, a matrícula facultativa no ensino religioso corresponde à
 

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Os professores têm várias responsabilidades profissionais: conhecer bem a matéria, saber ensiná-la, ligar o ensino à realidade do seu aluno e a seu contexto social, ter uma prática de investigação sobre seu próprio trabalho. Há, todavia, outra importante tarefa, nem sempre valorizada: a de participar de forma consciente e eficaz nas práticas de organização e de gestão da escola.
José Carlos Libâneo et al. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003, p. 289 (com adaptações).
Considerando-se o texto precedente, bem como o papel político-pedagógico e a organicidade do ensinar e do aprender, é correto afirmar que
 

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Acerca das tendências pedagógicas, que compreendem diferentemente as relações entre ensino e aprendizagem, professor e aluno, escola e sociedade, assinale a opção correta.
 

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1956125 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Barra dos Coqueiros-SE
O ensino religioso (ER), com diferentes concepções, está presente na história da educação e nas legislações brasileiras, mais significativamente a partir do governo provisório de Getúlio Vargas, que, pelo Decreto n.º 19.941/1931, introduziu o ensino religioso facultativo nas escolas públicas, nos cursos primário, secundário e normal. Em toda a trajetória na educação brasileira, o ensino religioso tem-se deparado com questões relativas à compreensão da própria expressão ensino religioso escolar, a seus conteúdos, ao currículo manifesto, à falta de professores na docência de cursos de formação e no cotidiano da sala de aula, ao gerenciamento administrativo para a prática e a efetivação da docência nas escolas e da própria manutenção da disciplina de ER no projeto pedagógico da escola. Independentemente dos trâmites e das concepções de ensino religioso, esse componente curricular, presente na história da educação até a década de 60 do século XX, ficou marcado por conteúdos doutrinários segundo a tradição cristã, de modo especial, sob o predomínio da Igreja Católica Apostólica Romana. A partir da década de 70, ele continuou a existir, acrescido de reflexão quanto à diferença entre ensino religioso, catequese, pastoral da educação e pastoral escolar. As práticas adotadas se diversificaram. Estados implantaram propostas de ER ecumênico e interconfessional cristão. Nas décadas de 70, 80 e 90 do século passado, cada estado organizava seus programas de ensino religioso.
Lurdes Caron. Ensino Religioso: currículo, programas e formação. In: Revista Pistis Praxis –Teologia e Pastoral, Curitiba, v. 6, n.º 2, p. 627-647, maio/ago. 2014 (com adaptações).
Com base no texto precedente e considerando a história do ensino religioso no Brasil, assinale a opção correta.
 

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Enunciado 1955827-1

Com base nos gráficos apresentados, que correspondem às pirâmides etárias dos anos 2000 e 2010 do município de Barra dos Coqueiros – SE, é correto afirmar que
 

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