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Nos últimos anos, a contribuição de Vigotsky tem sido considerada da maior importância por autores que estudam o desenvolvimento infantil. Em relação ao tema é correto afirmar que:
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1363617
Ano: 2009
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Pela ocorrência de violação do direito à privacidade, a Constituição Federal/88 assegura ao lesado a indenização por dano:
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A Lei 5.564, de 12 de dezembro de 1968, foi muito importante para todos aqueles profissionais que exerciam a Orientação Educacional nas instituições de ensino pois:
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Apesar de não possuir definição estanque, a interdisciplinaridade precisa ser compreendida para não haver desvio na sua prática. O que caracteriza uma prática interdisciplinar é:
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A MORAL DA DÍVIDA
Procuramos seguir o conselho: “Não empreste nem peça emprestado, quem empresta perde o amigo e o dinheiro; quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia”. Mas qual de nós não precisou, um dia, recorrer a alguém para o leite das crianças? Qual de nós não teve o prazer de emprestar a um amigo em dificuldade? E assim nos vimos diante do dilema da dívida.
Existem dívidas e dívidas. Em geral, devemos a amigos, pois são os que nos têm em conta e nos dão crédito. Essas são dívidas que não podemos deixar de pagar. Dívida para com algum parente é assunto familiar. Com o patrão, é adiantamento. Com a quitanda, é caderninho.
E se devemos a um banco? Essa é uma dívida fria, sem envolver sentimentos. Essa dívida podemos contestar, renegociar, adiar, já que vamos arcar com as consequências. Um banco nunca vai quebrar por nossa modesta causa. Aliás, bancos raramente quebram, neste país. Quem quebra somos nós. Assim, não há nenhuma indignidade nesse tipo de inadimplência. Quem deve a um poderoso é sempre um injustiçado.
Dívida é coisa de que ninguém escapa. Nascemos devendo a Deus o pecado original e devendo na Terra um tributo à natureza, às vezes tão bela, às vezes tão cruel. Devemos a nós mesmos a obrigação de viver com dignidade. Devemos aos pobres a justiça social. Devemos às nossas crianças um futuro decente. Devemos uma palavra de afeto às pessoas que nos amam. Devemos um elogio a quem se enfeitou para nós. Devemos um abraço à árvore que nos dá sombra na rua. Devemos os nobres impostos.
Somos, portanto, uns endividados. Nosso maior consolo é que tudo o que devemos aos outros, os outros também nos devem.
(MIRANDA, Ana. http://escamblog.wordpress.com - Com adaptações.)
O texto foi escrito para:
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O estudante cego brasileiro, instruído no Instituto para Jovens Cegos de Paris, introdutor do Sistema Braille no Brasil a partir da década de 1850 foi:
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A musicoterapeuta Lia Rejane Mendes Barcellos considera que a narrativa musical do paciente em musicoterapia vem ancorada nas suas histórias:
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Sobre a oferta e demanda de moeda e a taxa de juros no modelo LM, NÃO é correto afirmar que:
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O objeto e a finalidade da contabilidade são:
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TEXTO II
Minha pátria é a lingua portuguesa
Não chóro por nada que a vida traga ou leve. Há porém paginas de prosa me teem feito chorar. Lembrome, como do que estou vendo, da noute em que, ainda creança, li pela primeira vez numa selecta, o passo celebre de Vieira sobre o Rei Salomão, "Fabricou Salomão um palacio..." E fui lendo, até ao fim, tremulo, confuso; depois rompi em lagrimas felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquelle movimento hieratico da nossa clara lingua majestosa, aquelle exprimir das idéas nas palavras inevitaveis, correr de agua porque ha declive, aquelle assombro vocalico em que os sons são cores ideaes - tudo isso me toldou de instincto como uma grande emoção politica. E, disse, chorei; hoje, relembrando, ainda chóro. Não é - não - a saudade da infancia, de que não tenho saudades: é a saudade da emoção d'aquelle momento, a magua de não poder já ler pela primeira vez aquella grande certeza symphonica.
Não tenho sentimento nenhum politico ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriotico. Minha patria é a lingua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incommodassem pessoalmente. Mas odeio, com odio verdadeiro, com o unico odio que sinto, não quem escreve mal portuguez, não quem não sabe syntaxe, não quem escreve em orthographia simplificada, mas a pagina mal escripta, como pessoa própria, a syntaxe errada, como gente em que se bata, a orthographia sem ípsilon, como escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
Sim, porque a orthographia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-m'a do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.
(SOARES, Bernardo /Fernando Pessoa. http://pt.wikisource.org)
De acordo com as ideias expressas no texto II, é INCORRETO afirmar que:
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