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A falta de integração do processo educativo tem uma multiplicidade de aspectos e ângulos. Ela é tanto interna quanto externa, tanto de concepção, quanto de ação. Todos os aspectos relacionados à integração atuam na cadeia entre os interlocutores: pais, professores, direção, alunos, entre outros, por vezes, dificultando o processo educativo. Essa integração deverá ocorrer na medida em que:
I - a organização curricular for pautada pela decisão da gestão;
II - cada setor ou função da escola tenha a perspectiva global do processo educativo;
III - todos os setores ou funções da escola tenham a perspectiva da posição de cada um no processo educativo e que compreendam seus papéis e suas interrelações;
IV - entendam que o aluno é um ser em desenvolvimento, desenvolvimento esse que se processa em saltos e é obtido amparado pelo Orientador Educacional.
Estão corretas as afirmativas:
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A teoria kleiniana apresenta uma contribuição própria e importante sobre o desenvolvimento do indivíduo. Em relação ao tema é correto afirmar que:
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O corpo, assim como a cultura, pode assumir vários significados. A elaboração de conhecimentos sobre o corpo passa por suas atribuições de sentido ao longo do tempo, culminando na complexidade dos dias atuais. Em todo o processo educacional, e especialmente na Educação Física escolar, o corpo humano deve ser considerado:
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Considere uma economia formada por um único consumidor e uma única firma, onde o consumidor é também o único dono da firma e decide o quanto empregar de mão-de-obra na produção. Sobre o equilíbrio competitivo desta economia, indique qual das afirmativas abaixo é FALSA:
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A museologia também estuda o museu como:
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TEXTO I
Despetalando a flor do Lácio
“Despetalando” está correto, tenho praticamente certeza. Não acredito que um filólogo desalmado tenha resolvido que aí vai um hífen. Não, não vai, não é despetalar. “Flor” e “Lácio” continuam, uma sem acento, outro com acento. Portanto, cem por cento em meu primeiro título na ortografia nova, brilhei mais uma vez. Isso, contudo, não me aplaca o nervosismo. Deve ser a idade, porque já encarei algumas reformas ortográficas nesta curta existência e me saí satisfatoriamente, mesmo no tempo em que a gente tinha que grafar “tôda” com circunflexo, para distinguir de “toda”, que ninguém sabia o que era, embora, no ver de alguns, fosse uma ave amazônica pouco sociável, ou, segundo outros, uma exortação obscena de origem xavante. Acho que esse ponto nunca será esclarecido (de qualquer forma, cartas de esclarecimento para o editor, por caridade) e constituirá mais uma das graves interrogações sem cujas respostas minha geração deixará este mundo.
Quando me peguei lendo, a maior parte da livrama de meu pai era na orthographia antiga e havia livros portugueses com suas próprias normas. Apesar de leitor fominha que, mesmo sem entender nada, traçava o que aparecesse, levei semanas para compreender que “augmentar” era “aumentar”. Mas me acostumei e sempre transitei bem nessa área, para alguma coisa eu tinha que levar jeito. Chefiei redação no tempo da abolição do acento diferencial e dedicava grande parte do meu tempo a explicar que, de então em diante, não se escreveria “voce”, mas “você” mesmo, como sempre. Foi difícil, muito mais difícil do que qualquer um imaginaria, tratando-se de gente instruída e, em muitos casos, talentosa.
Uma amiga minha sustenta que tudo vem de trauma da infância e eu tendo a concordar com ela. Sei de traumas profundos, carregados por amigos meus sob o jugo – o que, graças a Deus, não foi meu caso – de professores de português dogmáticos e caturras, que entupiam todos de regras quase impenetráveis e só podiam com isso instilar ódio e temor pela língua e pelo que nela é escrito. Para muitos, livros são dolorosas memórias de torturas.
E as reformas sempre levam alguma coisa com elas. Já haviam feito isso com o K, o W e o Y, agora reabilitados, se bem que nunca de fato o povo os haja banido, aí estando o Kílo, o Waldir e o Ruy, que não me deixam mentir e nem ao menos caíram na clandestinidade, mas continuaram a circular com grande liberdade. Levaram a indicação da subtônica também, aquela que, por exemplo, marcava com acento grave palavras como “precàriamente” e mostrava a existência subtônica (“cà”). Mas, segundo eu soube, nem precisamos (precisamos, sim), nem temos condição de exigir que as subtônicas se pronunciem, tudo bem, não estamos à altura.
Por mim, tenho trauma do trema. Ontem me disseram que fui visto com o olhar distante, em frente a este monitor, sacudindo lentamente a cabeça e murmurando “não me conformo, não me conformo”. Não me recordo disso, pode perfeitamente ser uma invencionice, mais uma das anedotas apócrifas que contam sobre nós, celebridades internacionais. Mas a verdade é que não me conformo não somente com a saída do trema e suas temíveis consequências (em breve alguém lerá aí “consekências”, assim como chegará o dia em que um simpático alemão que veio morar no Brasil nos perguntará, com sotaque ainda carregado, onde poderá comprar “linghiças”, raio de língua difícil, depois reclamam do alemão). Não posso igualmente aceitar a maneira sem-cerimoniosa com que ele foi humilhantemente defenestrado, depois de tanto tempo de serviços prestados. Expulso sem nem um relógio folheado a ouro de lembrança, uma plaquinha sequer.
(RIBEIRO, João Ubaldo. Jornal “O Globo”, p. 7, 04/01/90)
No fragmento professores de português dogmáticos e caturras, as palavras em destaque assumem o sentido de:
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1356351
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Nas operações de soldagem e corte a quente NÃO é correto afirmar que:
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1356347
Ano: 2009
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Os microcomputadores utilizam um programa específico, armazenado em memória do tipo ROM, conhecido como firmware. É um microcódigo que tem como função inicializar os circuitos da placa-mãe e de vídeo, executar rotinas para identificar componentes da configuração, realizar testes de memória e teclado e transferir módulos do sistema operacional para a memória DDR. Esse firmware é conhecido por:
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À frequência de casos novos de uma determinada doença, em uma dada população, ao longo de um período de tempo dá-se o nome de:
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As emissões otoacústicas (EOA), por fornecerem dados sobre a função coclear de forma objetiva, rápida, segura e não invasiva, vem se tornando uma ferramenta importante no diagnóstico das deficiências auditivas:
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