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Como dominar os monstros interiores
Aos 16 anos comecei a ler Simone de Beauvoir, Schopenhauer, Nietzsche,
Spinoza, Sartre, Marco Aurélio, Sêneca, Epicteto e outros filósofos que me ajudaram nos momentos mais difíceis da minha vida. Nunca mais parei: é na filosofia
que encontro um pouco de coragem, força e determinação para descobrir a melhor
atitude que posso ter para enfrentar os obstáculos, adversidades, crises, tragédias
e desafios da vida.
A filosofia é um exercício de introspecção e uma jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal; um desafio para mergulhar profundamente na minha
própria consciência, enfrentando meus monstros interiores.
No silêncio e quietude da reflexão existencial, reconheço minhas fraquezas, impotências e limitações e busco aceitar o que não posso mudar, coragem
para mudar o que posso e sabedoria para distinguir entre o que posso e o que não
posso mudar.
Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar
de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam
e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações
equivocadas sobre elas.
No início da pandemia, "Meditações", de Marco Aurélio, junto com "Em
Busca de Sentido", de Viktor Frankl, me ajudaram a encontrar significado e propósito naquele momento desesperador: cuidar dos meus amigos nonagenários.
Foi quando passei a acessar diariamente vídeos de canais do YouTube
que ensinam a praticar o estoicismo na nossa própria vida. Recentemente, escutei
um vídeo que me fez refletir sobre este momento de tanta tristeza, angústia e impotência: "Dominando os monstros internos".
Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros
internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que
precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir. Quando meu pai teve câncer no
pâncreas, durante os cem dias em que cuidei dele até a sua morte, tomava três
Lexotans por dia.
Recebo inúmeros pedidos para participar de programas de rádio e televisão, entrevistas, lives, podcasts, palestras, debates, aulas, conferências, bancas,
consultorias etc. Seria humanamente impossível aceitar todas as demandas diárias. A filosofia está me ensinando a "dizer não".
Um dos meus maiores arrependimentos é o de não ter tido a coragem de
"dizer não" para uma pessoa de confiança que me convenceu a assinar, sem ler,
um documento. Se eu tivesse lido o documento, jamais teria assinado algo que me
prejudicou bastante. Todos os dias eu me xingo de burra, estúpida e idiota, pois
sei que um simples "não" teria evitado muitos problemas, aborrecimentos e chateações que tenho até hoje.
Quando fico doente, estressada e exausta em função de vampiros emocionais e pessoas tóxicas que sugam a minha energia, paz de espírito e saúde física
e psicológica, lembro-me de que só tenho controle sobre meus pensamentos e
atitudes e que não tenho o poder de controlar os comportamentos e escolhas dos
outros.
Marco Aurélio, em suas "Meditações", ensina a melhor maneira de se vingar das "almas sinistras".
"Dizer para si mesmo, ao amanhecer: ‘Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal... Concentra-te
na arte que aprendeste e ama-a. Não seja tirano nem escravo de ninguém... Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele...
É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor
maneira de se vingar: não se lhes assemelhar."
A coragem de "dizer não" para as "almas sinistras" se tornou um exercício
diário. Tenho buscado aproveitar cada dia como se fosse o último, saboreando o
presente, sem ficar presa aos traumas do ontem ou às preocupações com o amanhã.
Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o
dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em
amor?".
GOLDENBERG, Mirian. Como dominar os monstros interiores. Folha de S.
Paulo, São Paulo, 23 maio 2024, FolhaCorrida, p. B8. Disponível em:
https://acervo.folha.uol.com.br/digital/leitor.do?numero=50653&
maxTouch=0&anchor=6495186&pd=db788aa618689d5c6e76af5c0711efe3
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Como dominar os monstros interiores
Aos 16 anos comecei a ler Simone de Beauvoir, Schopenhauer, Nietzsche,
Spinoza, Sartre, Marco Aurélio, Sêneca, Epicteto e outros filósofos que me ajudaram nos momentos mais difíceis da minha vida. Nunca mais parei: é na filosofia
que encontro um pouco de coragem, força e determinação para descobrir a melhor
atitude que posso ter para enfrentar os obstáculos, adversidades, crises, tragédias
e desafios da vida.
A filosofia é um exercício de introspecção e uma jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal; um desafio para mergulhar profundamente na minha
própria consciência, enfrentando meus monstros interiores.
No silêncio e quietude da reflexão existencial, reconheço minhas fraquezas, impotências e limitações e busco aceitar o que não posso mudar, coragem
para mudar o que posso e sabedoria para distinguir entre o que posso e o que não
posso mudar.
Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar
de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam
e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações
equivocadas sobre elas.
No início da pandemia, "Meditações", de Marco Aurélio, junto com "Em
Busca de Sentido", de Viktor Frankl, me ajudaram a encontrar significado e propósito naquele momento desesperador: cuidar dos meus amigos nonagenários.
Foi quando passei a acessar diariamente vídeos de canais do YouTube
que ensinam a praticar o estoicismo na nossa própria vida. Recentemente, escutei
um vídeo que me fez refletir sobre este momento de tanta tristeza, angústia e impotência: "Dominando os monstros internos".
Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros
internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que
precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir. Quando meu pai teve câncer no
pâncreas, durante os cem dias em que cuidei dele até a sua morte, tomava três
Lexotans por dia.
Recebo inúmeros pedidos para participar de programas de rádio e televisão, entrevistas, lives, podcasts, palestras, debates, aulas, conferências, bancas,
consultorias etc. Seria humanamente impossível aceitar todas as demandas diárias. A filosofia está me ensinando a "dizer não".
Um dos meus maiores arrependimentos é o de não ter tido a coragem de
"dizer não" para uma pessoa de confiança que me convenceu a assinar, sem ler,
um documento. Se eu tivesse lido o documento, jamais teria assinado algo que me
prejudicou bastante. Todos os dias eu me xingo de burra, estúpida e idiota, pois
sei que um simples "não" teria evitado muitos problemas, aborrecimentos e chateações que tenho até hoje.
Quando fico doente, estressada e exausta em função de vampiros emocionais e pessoas tóxicas que sugam a minha energia, paz de espírito e saúde física
e psicológica, lembro-me de que só tenho controle sobre meus pensamentos e
atitudes e que não tenho o poder de controlar os comportamentos e escolhas dos
outros.
Marco Aurélio, em suas "Meditações", ensina a melhor maneira de se vingar das "almas sinistras".
"Dizer para si mesmo, ao amanhecer: ‘Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal... Concentra-te
na arte que aprendeste e ama-a. Não seja tirano nem escravo de ninguém... Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele...
É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor
maneira de se vingar: não se lhes assemelhar."
A coragem de "dizer não" para as "almas sinistras" se tornou um exercício
diário. Tenho buscado aproveitar cada dia como se fosse o último, saboreando o
presente, sem ficar presa aos traumas do ontem ou às preocupações com o amanhã.
Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o
dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em
amor?".
GOLDENBERG, Mirian. Como dominar os monstros interiores. Folha de S.
Paulo, São Paulo, 23 maio 2024, FolhaCorrida, p. B8. Disponível em:
https://acervo.folha.uol.com.br/digital/leitor.do?numero=50653&
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Aos 16 anos comecei a ler Simone de Beauvoir, Schopenhauer, Nietzsche,
Spinoza, Sartre, Marco Aurélio, Sêneca, Epicteto e outros filósofos que me ajudaram nos momentos mais difíceis da minha vida. Nunca mais parei: é na filosofia
que encontro um pouco de coragem, força e determinação para descobrir a melhor
atitude que posso ter para enfrentar os obstáculos, adversidades, crises, tragédias
e desafios da vida.
A filosofia é um exercício de introspecção e uma jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal; um desafio para mergulhar profundamente na minha
própria consciência, enfrentando meus monstros interiores.
No silêncio e quietude da reflexão existencial, reconheço minhas fraquezas, impotências e limitações e busco aceitar o que não posso mudar, coragem
para mudar o que posso e sabedoria para distinguir entre o que posso e o que não
posso mudar.
Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar
de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam
e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações
equivocadas sobre elas.
No início da pandemia, "Meditações", de Marco Aurélio, junto com "Em
Busca de Sentido", de Viktor Frankl, me ajudaram a encontrar significado e propósito naquele momento desesperador: cuidar dos meus amigos nonagenários.
Foi quando passei a acessar diariamente vídeos de canais do YouTube
que ensinam a praticar o estoicismo na nossa própria vida. Recentemente, escutei
um vídeo que me fez refletir sobre este momento de tanta tristeza, angústia e impotência: "Dominando os monstros internos".
Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros
internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que
precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir. Quando meu pai teve câncer no
pâncreas, durante os cem dias em que cuidei dele até a sua morte, tomava três
Lexotans por dia.
Recebo inúmeros pedidos para participar de programas de rádio e televisão, entrevistas, lives, podcasts, palestras, debates, aulas, conferências, bancas,
consultorias etc. Seria humanamente impossível aceitar todas as demandas diárias. A filosofia está me ensinando a "dizer não".
Um dos meus maiores arrependimentos é o de não ter tido a coragem de
"dizer não" para uma pessoa de confiança que me convenceu a assinar, sem ler,
um documento. Se eu tivesse lido o documento, jamais teria assinado algo que me
prejudicou bastante. Todos os dias eu me xingo de burra, estúpida e idiota, pois
sei que um simples "não" teria evitado muitos problemas, aborrecimentos e chateações que tenho até hoje.
Quando fico doente, estressada e exausta em função de vampiros emocionais e pessoas tóxicas que sugam a minha energia, paz de espírito e saúde física
e psicológica, lembro-me de que só tenho controle sobre meus pensamentos e
atitudes e que não tenho o poder de controlar os comportamentos e escolhas dos
outros.
Marco Aurélio, em suas "Meditações", ensina a melhor maneira de se vingar das "almas sinistras".
"Dizer para si mesmo, ao amanhecer: ‘Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal... Concentra-te
na arte que aprendeste e ama-a. Não seja tirano nem escravo de ninguém... Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele...
É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor
maneira de se vingar: não se lhes assemelhar."
A coragem de "dizer não" para as "almas sinistras" se tornou um exercício
diário. Tenho buscado aproveitar cada dia como se fosse o último, saboreando o
presente, sem ficar presa aos traumas do ontem ou às preocupações com o amanhã.
Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o
dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em
amor?".
GOLDENBERG, Mirian. Como dominar os monstros interiores. Folha de S.
Paulo, São Paulo, 23 maio 2024, FolhaCorrida, p. B8. Disponível em:
https://acervo.folha.uol.com.br/digital/leitor.do?numero=50653&
maxTouch=0&anchor=6495186&pd=db788aa618689d5c6e76af5c0711efe3
I. contribui para a prática da introspecção e do autoconhecimento. II. contesta as interpretações pessoais acerca das relações humanas. III. aprimora a capacidade pessoal de aceitar as imposições alheias. IV. ensina a ter a coragem de “dizer não” para as almas sinistras.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Aos 16 anos comecei a ler Simone de Beauvoir, Schopenhauer, Nietzsche,
Spinoza, Sartre, Marco Aurélio, Sêneca, Epicteto e outros filósofos que me ajudaram nos momentos mais difíceis da minha vida. Nunca mais parei: é na filosofia
que encontro um pouco de coragem, força e determinação para descobrir a melhor
atitude que posso ter para enfrentar os obstáculos, adversidades, crises, tragédias
e desafios da vida.
A filosofia é um exercício de introspecção e uma jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal; um desafio para mergulhar profundamente na minha
própria consciência, enfrentando meus monstros interiores.
No silêncio e quietude da reflexão existencial, reconheço minhas fraquezas, impotências e limitações e busco aceitar o que não posso mudar, coragem
para mudar o que posso e sabedoria para distinguir entre o que posso e o que não
posso mudar.
Aprendi que há apenas um caminho para a liberdade e a felicidade: parar
de me preocupar com tudo aquilo que está além do meu controle, decisão e capacidade e ter a consciência de que não são as pessoas e situações que me afetam
e desequilibram, mas as minhas percepções, opiniões, crenças e interpretações
equivocadas sobre elas.
No início da pandemia, "Meditações", de Marco Aurélio, junto com "Em
Busca de Sentido", de Viktor Frankl, me ajudaram a encontrar significado e propósito naquele momento desesperador: cuidar dos meus amigos nonagenários.
Foi quando passei a acessar diariamente vídeos de canais do YouTube
que ensinam a praticar o estoicismo na nossa própria vida. Recentemente, escutei
um vídeo que me fez refletir sobre este momento de tanta tristeza, angústia e impotência: "Dominando os monstros internos".
Uma prova concreta de que estou aprendendo a dominar meus monstros
internos é o fato de ter parado de tomar Lexotan. Antes da pandemia, sempre que
precisava viajar, dar aulas, palestras, entrevistas, participar de programas de televisão, eu tomava o ansiolítico antes de dormir. Quando meu pai teve câncer no
pâncreas, durante os cem dias em que cuidei dele até a sua morte, tomava três
Lexotans por dia.
Recebo inúmeros pedidos para participar de programas de rádio e televisão, entrevistas, lives, podcasts, palestras, debates, aulas, conferências, bancas,
consultorias etc. Seria humanamente impossível aceitar todas as demandas diárias. A filosofia está me ensinando a "dizer não".
Um dos meus maiores arrependimentos é o de não ter tido a coragem de
"dizer não" para uma pessoa de confiança que me convenceu a assinar, sem ler,
um documento. Se eu tivesse lido o documento, jamais teria assinado algo que me
prejudicou bastante. Todos os dias eu me xingo de burra, estúpida e idiota, pois
sei que um simples "não" teria evitado muitos problemas, aborrecimentos e chateações que tenho até hoje.
Quando fico doente, estressada e exausta em função de vampiros emocionais e pessoas tóxicas que sugam a minha energia, paz de espírito e saúde física
e psicológica, lembro-me de que só tenho controle sobre meus pensamentos e
atitudes e que não tenho o poder de controlar os comportamentos e escolhas dos
outros.
Marco Aurélio, em suas "Meditações", ensina a melhor maneira de se vingar das "almas sinistras".
"Dizer para si mesmo, ao amanhecer: ‘Sei que vou encontrar um indiscreto, um ingrato, um grosseiro, um velhaco, um invejoso, um intolerante. Mas esses homens são assim devido à sua ignorância do bem e do mal... Concentra-te
na arte que aprendeste e ama-a. Não seja tirano nem escravo de ninguém... Alguém procedeu mal comigo? Isso é com ele. A deliberação é dele, a ação é dele...
É impossível que os maus não pratiquem o que está em sua índole... Eis a melhor
maneira de se vingar: não se lhes assemelhar."
A coragem de "dizer não" para as "almas sinistras" se tornou um exercício
diário. Tenho buscado aproveitar cada dia como se fosse o último, saboreando o
presente, sem ficar presa aos traumas do ontem ou às preocupações com o amanhã.
Por isso, todos os dias, assim que acordo, respondo às seguintes perguntas no meu diário: "O que eu faria se não tivesse tanto medo? Como vou gozar o
dia de hoje? O que posso fazer de bonito, bom e relevante? Como posso transformar o meu medo em coragem, a minha tristeza em beleza e a minha dor em
amor?".
GOLDENBERG, Mirian. Como dominar os monstros interiores. Folha de S.
Paulo, São Paulo, 23 maio 2024, FolhaCorrida, p. B8. Disponível em:
https://acervo.folha.uol.com.br/digital/leitor.do?numero=50653&
maxTouch=0&anchor=6495186&pd=db788aa618689d5c6e76af5c0711efe3
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3783032
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Betim-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Betim-MG
Provas:
Leia o texto abaixo:
O Estatuto amplia o alcance dos direitos fundamentais do ser humano para as crianças, que, até então, pelas legislações anteriores, estavam quase completamente desprovidas de direitos, já que os ordenamentos jurídicos anteriores ao ECA se preocupavam bem mais com a punição ou a construção de estratégias que viessem a proteger a sociedade da presença incômoda de crianças e adolescentes pobres, portanto, desse ponto de vista, possíveis perturbadores da “paz e harmonia social”.
São direitos fundamentais da criança, EXCETO:
O Estatuto amplia o alcance dos direitos fundamentais do ser humano para as crianças, que, até então, pelas legislações anteriores, estavam quase completamente desprovidas de direitos, já que os ordenamentos jurídicos anteriores ao ECA se preocupavam bem mais com a punição ou a construção de estratégias que viessem a proteger a sociedade da presença incômoda de crianças e adolescentes pobres, portanto, desse ponto de vista, possíveis perturbadores da “paz e harmonia social”.
São direitos fundamentais da criança, EXCETO:
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Leia o fragmento de texto abaixo:
A Política Nacional de Assistência Social nasce sob o signo da participação e do compromisso do Estado e da sociedade com sua institucionalização, afirmando caminhos de sua materialização. Em termos práticos, pode-se afirmar que a Assistência Social como política de proteção social configura-se como uma nova situação para o Brasil. Ela significa garantir a todos que dela necessitam, e sem contribuição prévia, a provisão dessa proteção. Essas percepções definem na PNAS/2004 as três vertentes da proteção social que a norteiam, quais sejam: as pessoas, as circunstâncias e a família, traduzindo assim, a exigência da capacidade de maior aproximação possível da proteção social com o cotidiano da vida das pessoas, por ser nesse que se constituem os riscos e vulnerabilidades (PNAS, 2004, p.15).
Com base em seus conhecimentos e com a NOB 2004, marque a alternativa CORRETA em relação às seguranças que devem ser garantidas pela proteção social:
A Política Nacional de Assistência Social nasce sob o signo da participação e do compromisso do Estado e da sociedade com sua institucionalização, afirmando caminhos de sua materialização. Em termos práticos, pode-se afirmar que a Assistência Social como política de proteção social configura-se como uma nova situação para o Brasil. Ela significa garantir a todos que dela necessitam, e sem contribuição prévia, a provisão dessa proteção. Essas percepções definem na PNAS/2004 as três vertentes da proteção social que a norteiam, quais sejam: as pessoas, as circunstâncias e a família, traduzindo assim, a exigência da capacidade de maior aproximação possível da proteção social com o cotidiano da vida das pessoas, por ser nesse que se constituem os riscos e vulnerabilidades (PNAS, 2004, p.15).
Com base em seus conhecimentos e com a NOB 2004, marque a alternativa CORRETA em relação às seguranças que devem ser garantidas pela proteção social:
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Faleiros (1999) discute que a construção e a desconstrução de mediações, no processo de fragilização e fortalecimento do poder, são fundamentais para a prática
do Serviço Social. Essas mediações envolvem um instrumental operativo que permite captar as relações sociais e elaborar estratégias eficazes, constituindo assim
o campo de uma profissão de intervenção social que está em constante diálogo
entre teoria e prática. A mediação no Serviço Social é um conceito complexo e
multifacetado, que desempenha um papel crucial na articulação de diferentes aspectos da realidade social. O autor aponta ainda que este papel de mediação exige
uma compreensão profunda das dinâmicas sociais e um engajamento ativo para
promover a justiça social e os direitos humanos.
Com base no exposto por Faleiros (1999), analise as seguintes características da categoria mediação no Serviço Social e assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma dessas características:
Com base no exposto por Faleiros (1999), analise as seguintes características da categoria mediação no Serviço Social e assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma dessas características:
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De acordo com Barroco (2005), o Código de Ética Profissional do Assistente Social
estabelece diretrizes fundamentais que orientam a prática profissional. Entre essas
diretrizes, a dimensão prático-operativa é crucial para a concretização dos princípios éticos no dia a dia do trabalho dos assistentes sociais. Essa dimensão refere-se às ações e intervenções diretas que os profissionais realizam no seu ambiente
de trabalho, visando promover mudanças sociais, garantir direitos e atuar em prol
da justiça social. A dimensão prático-operativa envolve a aplicação dos conhecimentos teóricos e metodológicos na prática cotidiana, sendo guiada por um compromisso ético com a transformação social e a defesa dos direitos dos indivíduos
e comunidades atendidas.
Considerando as informações acima e o que foi discutido por Barroco (2005) sobre os fundamentos do Código de Ética Profissional, identifique o eixo central da dimensão prático-operativa ao assinalar a alternativa CORRETA:
Considerando as informações acima e o que foi discutido por Barroco (2005) sobre os fundamentos do Código de Ética Profissional, identifique o eixo central da dimensão prático-operativa ao assinalar a alternativa CORRETA:
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De acordo com Mioto (2009), no contexto do trabalho realizado com indivíduos,
grupos e famílias, os(as) assistentes sociais desenvolvem ações específicas que
são caracterizadas por sua natureza socioeducativa. Essas ações têm um impacto
direto na vida dos indivíduos, grupos e famílias, ajudando a promover mudanças,
fornecer orientação contínua e facilitar o acesso a recursos e direitos. A natureza
socioeducativa visa o empoderamento e a emancipação dos sujeitos envolvidos.
Mioto destaca a importância dessas ações no cotidiano do Serviço Social, enfatizando que elas são essenciais para a efetivação do trabalho profissional do assistente social. As ações de natureza socioeducativa são fundamentais para a intervenção social, considerando as diversas dimensões da vida dos indivíduos, grupos
e famílias.
Com base nessa descrição e no que foi apresentado pela autora Regina Mioto (2009), assinale a alternativa que corretamente identifica essas ações de natureza socioeducativa desenvolvidas pelos assistentes sociais:
Com base nessa descrição e no que foi apresentado pela autora Regina Mioto (2009), assinale a alternativa que corretamente identifica essas ações de natureza socioeducativa desenvolvidas pelos assistentes sociais:
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No exercício da prática profissional, o assistente social utiliza diversos instrumentos de trabalho fundamentais para a intervenção social, cada um com suas especificidades e finalidades. Entre esses instrumentos, destacam-se o Laudo Social,
o Parecer Social e o Relatório Social. Cada um desses documentos possui características e objetivos distintos que orientam a atuação do assistente social em diferentes contextos e situações.
A seguir, há descrições detalhadas sobre Laudo Social, o Parecer Social e o Relatório Social, documentos utilizados no cotidiano do assistente social. Leia cada uma das descrições e atribua a elas o instrumento de trabalho correspondente:
1. Para Laudo Social. 2. Para Parecer Social. 3. Para Relatório Social.
( ) Informações a respeito de encaminhamentos, triagens e fatos novos que surgirem; Situações emergenciais, de forma breve, para posterior aprofundamento; Acompanhamentos que necessitarem de intervenção direta do profissional; Descrição do que foi observado em cada visita domiciliar.
( ) Introdução, contendo objetivos e a demanda judicial; Identificação de todos os envolvidos; Metodologia utilizada para sua elaboração; Relatório, mencionando o contexto histórico da demanda avaliada, bem como seu estado social; Conclusão com uma síntese da situação, análise crítica e posicionamento final do profissional.
( ) Deve ter uma descrição sucinta, conclusiva e indicativa. Precisa trazer, de forma breve, uma análise contextual, expectativas para o futuro e sugestões de como enfrentar a situação de risco ou vulnerabilidade constatada. Como instrumento de trabalho do assistente social, é de extrema importância, pois, além de reforçar sua identidade profissional, é um dispositivo de viabilização de direitos e de transformação social.
Com base nas descrições acima, escolha a alternativa que corretamente atribui cada descrição ao respectivo instrumento de trabalho do assistente social:
A seguir, há descrições detalhadas sobre Laudo Social, o Parecer Social e o Relatório Social, documentos utilizados no cotidiano do assistente social. Leia cada uma das descrições e atribua a elas o instrumento de trabalho correspondente:
1. Para Laudo Social. 2. Para Parecer Social. 3. Para Relatório Social.
( ) Informações a respeito de encaminhamentos, triagens e fatos novos que surgirem; Situações emergenciais, de forma breve, para posterior aprofundamento; Acompanhamentos que necessitarem de intervenção direta do profissional; Descrição do que foi observado em cada visita domiciliar.
( ) Introdução, contendo objetivos e a demanda judicial; Identificação de todos os envolvidos; Metodologia utilizada para sua elaboração; Relatório, mencionando o contexto histórico da demanda avaliada, bem como seu estado social; Conclusão com uma síntese da situação, análise crítica e posicionamento final do profissional.
( ) Deve ter uma descrição sucinta, conclusiva e indicativa. Precisa trazer, de forma breve, uma análise contextual, expectativas para o futuro e sugestões de como enfrentar a situação de risco ou vulnerabilidade constatada. Como instrumento de trabalho do assistente social, é de extrema importância, pois, além de reforçar sua identidade profissional, é um dispositivo de viabilização de direitos e de transformação social.
Com base nas descrições acima, escolha a alternativa que corretamente atribui cada descrição ao respectivo instrumento de trabalho do assistente social:
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