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Foram encontradas 203 questões.

4122280 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Um produto que custava R$ 80,00 teve um aumento de 25%.

Após esse reajuste, o novo valor do produto será:
 

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4122279 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Uma pessoa realiza o cálculo abaixo ao organizar seus gastos diários:

12 + 6 ÷ 3 × 2

Considerando a ordem correta das operações, o resultado obtido será:
 

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4122278 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma-padrão:
 

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4122277 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está correta:
 

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4122276 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
No trecho “O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções”, o termo “capaz” exerce a função sintática de:
 

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4122275 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está correto:
 

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4122274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma-padrão:
 

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4122273 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a flexão de gênero do substantivo está correta, de acordo com a norma-padrão:
 

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4122272 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
No trecho “Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar”, o pronome demonstrativo “Tal” retoma, no texto, a ideia de:
 

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4122271 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bom Despacho-MG
Orgão: Pref. Bom Despacho-MG
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Leia texto abaixo para responder à questão proposta:
O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública
No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.
O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.
Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.
Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.
Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
O conectivo “Em contrapartida”, presente no segundo parágrafo, estabelece, no contexto em que se insere, uma relação de:
 

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