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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os seguintes trechos retirados do texto, em relação aos mecanismos de coesão referencial e uso de pronomes, analise as assertivas abaixo:

I. Em “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental”, o termo “Ele” retoma o “diagnóstico”.
II. Em “As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo”, o pronome oblíquo “-lo” (l.20) retoma “modelo de negócios”.
III. Em “Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la”, o pronome oblíquo “-la” retoma “regulamentação”.

Quais estão corretas?
 

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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho retirado do texto “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador”, qual é a classificação sintática do termo sublinhado?
 

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abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à oração sublinhada no trecho “Esses mecanismos são acentuados pela hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono”, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho retirado do texto “O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido pelos próprios pais ou a própria escola”, analise as assertivas abaixo:

I. O sujeito da oração sofre a ação verbal.
II. O verbo “ser” é classificado como verbo de ligação.
III. O segmento “pelos próprios pais ou a própria escola” é classificado como agente da passiva.

Quais estão corretas?
 

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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
O valor discursivo da expressão sublinhada no trecho retirado do texto “É necessário que adotemos uma nova maneira de fazer as coisas e novas capacidades” veicula um sentido de:
 

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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, analise as assertivas abaixo sobre a classificação do sujeito:

I. No trecho sublinhado em “Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma abordagem ponderada e baseada em evidências”, o sujeito é indeterminado.
II. Em “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam”, o trecho sublinhado apresenta sujeito inexistente (oração sem sujeito).
III. No trecho sublinhado em “Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa”, o sujeito é oracional.

Quais estão corretas?
 

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Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

 “Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma consistente o crescimento significativo dos riscos da internet”.
 “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular”.
 “Isso coincide com estudos que ___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes”.
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

 “A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político”.
 “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet”.
 “as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual”.
 

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Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?
Por Ricard Martínez Martínez


A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos

últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma

abordagem ponderada e baseada em evidências.

Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma

consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma

queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,

consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF

sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados

preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o

aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por

educação e até mesmo por desconexão.

O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é

devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental

e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso

à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que

___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais

podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,

especialmente em usos intensivos.

As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de

negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos

de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela

hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,

chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a

atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização

favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de

filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização

publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.

Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.

O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido

pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou

solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da

Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa

na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única

medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma

socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.

Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.

Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova

maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas

com um uso antissocial que coisifica as pessoas.

Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para

a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe

uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e

quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não

permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e

jovens.



(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/02/07/proibir-o-acesso-a-redes-sociais-paramenores-de-16-anos-realmente-os-protege.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Jovens e crianças se conectam à internet cada vez mais cedo.
II. O uso dos celulares e das redes sociais pode ser viciante, com alto risco para a saúde mental de crianças e adolescentes.
III. A dependência das redes sociais está ligada ao mecanismo de recompensa que as plataformas propiciam.
IV. A solução para proteger as crianças está na proibição de acesso ao mundo digital.

Quais estão corretas?
 

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Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais

Por Diogo Sponchiato e Victória Ribeiro

Nomofobia, FOMO, text neck, cibercondria, dependência digital... O dicionário de males

plantados pela vida entre telas — quase todos com nomes derivados do inglês, a língua-mãe da

comunicação on-line — não para de ganhar novas expressões. Não são patologias propriamente ditas,

dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus

impactos cada vez mais expressivos no __________. O motivo está à sua mão ou vista: o aparelho

que nos acompanha para conversar, trabalhar, relaxar e pedir comida. Se cada época tem suas

bênçãos e maldições, o celular do qual a sociedade já não pode se desgarrar é o símbolo máximo e

tangível de que as comodidades e a conexão têm seu preço. Um preço cobrado na forma de distúrbios

físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar

__________ de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso, mas, quando sai de lá (e como

sai), pode incitar doenças já consagradas nos manuais médicos.

Semana sim, outra também, é publicado um estudo mostrando os efeitos colaterais e nocivos

da onipresença das telas. Entre aqueles mais esperados e conhecidos, estão as repercussões

psicológicas. Um novo trabalho do Imperial College London, na Inglaterra, com base em dados de

2.000 crianças e adolescentes, constatou que aquelas que ficavam mais de três horas por dia

navegando nas redes sociais estavam mais expostas a ansiedade e depressão. Mas há consequências

inusitadas também. Pesquisadores sul-coreanos detectaram que a postura e os movimentos cobrados

pelo smartphone aumentam a formação de rugas na região do pescoço entre mulheres com menos

de 30 anos — o esperado é que os vincos surjam depois dos 40.

Os brasileiros estão entre os povos mais conectados do planeta: são, em média, nove horas na

internet diariamente. A grande questão é que, entre o estudo, o emprego e a diversão, a maquininha

drena tempo, atenção e energia sem que a maioria das pessoas se dê conta. Mas basta algo sair do

trilho (ou da tela) para começarem os problemas. “Hoje vemos uma necessidade crescente entre os

indivíduos de permanecerem conectados, e há queixas frequentes de irritabilidade ou sofrimento

quando há perda ou restrição do acesso”, diz a psicóloga Carla Cavalheiro, do Instituto de Psiquiatria

da USP. O desafio é que plataformas como as redes sociais, a um toque dos dedos, são programadas

para pescar a atenção do usuário. E, se o cérebro curtir a isca, ficará horas fisgado. Cada vez mais

cientes desse cenário propício ao descontrole, as autoridades começam a tomar medidas, amparadas

na lei, para mitigar os danos, que, além da saúde mental, também podem afligir os olhos, a coluna...

Trata-se de um comportamento que realmente tem as características de um vício. Embora a

dependência digital ainda não seja uma classificação diagnóstica formal, especialistas afirmam que

vem decolando o número de pacientes que procuram ajuda para ter uma relação mais equilibrada

com a peça. “São pessoas com prejuízo funcional, sofrimento psíquico e perda de controle”, descreve

Cavalheiro. “Elas vão negligenciando outras áreas da vida e continuam usando o aparelho mesmo

percebendo os impactos negativos”.

Para não deixar a situação se desgovernar lá adiante, já há um consenso de que o uso de telas

deve ser restringido na infância. Factível ou não, a missão dos pais começa a ser amparada por

políticas públicas, como a proibição de celulares nas escolas brasileiras. “Um menino que passa oito

horas por dia numa tela está sendo destruído. Isso deteriora sua capacidade de prestar atenção e sua

saúde mental”, afirma o pediatra Daniel Becker. E não é só o __________ psíquico que será cobrado

no futuro. A vida em ambientes fechados e cercada de telas já foi associada ao crescimento

astronômico dos casos de miopia — metade do planeta deverá usar óculos até 2050 —, ao

sedentarismo, que alimenta a pandemia de obesidade, e a uma porção de problemas posturais e

ortopédicos que resultam em dores. A coluna que o diga. A cena é conhecida: cabeça inclinada,

ombros projetados para a frente, olhar fixo na tela... “Repetida à exaustão, essa postura vai prejudicar

a região cervical, podendo comprometer ombros, cintura e punhos e gerando dores persistentes”, diz

o ortopedista Luiz Felipe Ambra. É assim que o celular se torna um propulsor de dores crônicas, que

atacam até os dedos que não desgrudam da tela.

(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-aproblemas-fisicos-e-mentais – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as características predominantes do texto em relação ao gênero, é correto afirmar que se trata de um texto:
 

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