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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
I. Em “O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental”, o termo “Ele” retoma o “diagnóstico”.
II. Em “As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo”, o pronome oblíquo “-lo” (l.20) retoma “modelo de negócios”.
III. Em “Existe uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e quebrá-la”, o pronome oblíquo “-la” retoma “regulamentação”.
Quais estão corretas?
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
I. O sujeito da oração sofre a ação verbal.
II. O verbo “ser” é classificado como verbo de ligação.
III. O segmento “pelos próprios pais ou a própria escola” é classificado como agente da passiva.
Quais estão corretas?
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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
I. No trecho sublinhado em “Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma abordagem ponderada e baseada em evidências”, o sujeito é indeterminado.
II. Em “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam”, o trecho sublinhado apresenta sujeito inexistente (oração sem sujeito).
III. No trecho sublinhado em “Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa”, o sujeito é oracional.
Quais estão corretas?
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A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
• “Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma consistente o crescimento significativo dos riscos da internet”.
• “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular”.
• “Isso coincide com estudos que ___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes”.
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
• “A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político”.
• “Há uma queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet”.
• “as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual”.
Provas
A limitação da idade de acesso ..... redes sociais está no centro do debate político nos
últimos dias na Espanha. Trata-se de uma questão extremamente complexa que requer uma
abordagem ponderada e baseada em evidências.
Vários relatórios, como os elaborados pela EU Kids Online, ___ constatado de forma
consistente o crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade. Há uma
queda constante na idade em que os jovens e crianças se conectam ..... internet, ___ um celular,
consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. O recente Relatório do UNICEF
sobre o impacto da tecnologia na infância e na adolescência confirma essa tendência com dados
preocupantes que apontam para um uso viciante dos smartphones e das redes sociais, para o
aumento dos conflitos ou da exposição à pornografia, acompanhados por demandas por
educação e até mesmo por desconexão.
O diagnóstico do relatório promovido pelo Ministério da Juventude e Infância da Espanha é
devastador. Ele aponta que as redes sociais geram um contexto de alto risco para a saúde mental
e física dos menores, de superexposição ao assédio e crimes contra ..... liberdade sexual, acesso
à pornografia e aquisição de hábitos e comportamentos nocivos. Isso coincide com estudos que
___ alertando sobre o aumento de doenças mentais em crianças e adolescentes. As redes sociais
podem substituir experiências presenciais e reduzir os espaços de socialização autônoma,
especialmente em usos intensivos.
As plataformas de redes sociais estão plenamente conscientes dos riscos do seu modelo de
negócios e, ainda assim, continuam a promovê-lo. As redes sociais se aproveitam de mecanismos
de recompensa que geram dependência. Esses mecanismos são acentuados pela
hiperestimulação e pelo uso noturno, que pode prejudicar a higiene do sono. Cada like, emoji,
chat ou filtro de imagem responde a um objetivo claro: promover o engajamento, manter a
atenção do usuário e monetizar a privacidade. Além disso, os algoritmos de personalização
favorecem o “engajamento” do usuário e proporcionam uma visão da realidade por meio de
filtros que geram uma bolha de conteúdos personalizados. Enquanto isso, a monetização
publicitária parece incentivar a polarização, o discurso de ódio, o negacionismo ou a pornografia.
Por outro lado, é inegável que existe uma quota de responsabilidade social e administrativa.
O primeiro contato de uma criança ou adolescente com uma rede social geralmente é promovido
pelos próprios pais ou a própria escola, por exemplo, ao adquirir um smartphone para eles ou
solicitar tarefas digitais. Nesse contexto, a ação legislativa empreendida pelo Ministério da
Juventude e Infância da Espanha é adequada. A limitação de idade encontra plena justificativa
na garantia de um desenvolvimento adequado da personalidade. Mas esta não deve ser a única
medida. Crianças e adolescentes devem ter voz. Devemos entender como viabilizar uma
socialização e um aprendizado da tecnologia inspirados em valores democráticos e inclusivos.
Não podemos ser vítimas da urgência regulatória e nos concentrar exclusivamente na proibição.
Vivemos na sociedade da inteligência artificial. É necessário que adotemos uma nova
maneira de fazer as coisas e novas capacidades. Não estamos em guerra com a tecnologia, mas
com um uso antissocial que coisifica as pessoas.
Por fim, os reguladores mais diretamente envolvidos devem passar da recomendação para
a fiscalização, a coerção e a sanção às plataformas. O tempo de contemporizar já passou. Existe
uma firme vontade por parte dos dirigentes das plataformas de ameaçar a regulamentação e
quebrá-la. A democracia nos tornou livres e nos transformou de súditos em cidadãos: não
permitamos que nos transformem em servos digitais, começando pelos nossos filhos, filhas e
jovens.
I. Jovens e crianças se conectam à internet cada vez mais cedo.
II. O uso dos celulares e das redes sociais pode ser viciante, com alto risco para a saúde mental de crianças e adolescentes.
III. A dependência das redes sociais está ligada ao mecanismo de recompensa que as plataformas propiciam.
IV. A solução para proteger as crianças está na proibição de acesso ao mundo digital.
Quais estão corretas?
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Uso desmedido do celular está cada vez mais ligado a problemas físicos e mentais
Por Diogo Sponchiato e Victória Ribeiro
Nomofobia, FOMO, text neck, cibercondria, dependência digital... O dicionário de males
plantados pela vida entre telas — quase todos com nomes derivados do inglês, a língua-mãe da
comunicação on-line — não para de ganhar novas expressões. Não são patologias propriamente ditas,
dessas com nome, sobrenome e código no receituário, mas preocupam médicos e pacientes por seus
impactos cada vez mais expressivos no __________. O motivo está à sua mão ou vista: o aparelho
que nos acompanha para conversar, trabalhar, relaxar e pedir comida. Se cada época tem suas
bênçãos e maldições, o celular do qual a sociedade já não pode se desgarrar é o símbolo máximo e
tangível de que as comodidades e a conexão têm seu preço. Um preço cobrado na forma de distúrbios
físicos e mentais que hoje protagonizam pesquisas científicas e são alvo de novas leis para resguardar
__________ de todas as idades de um aparelho que cabe no bolso, mas, quando sai de lá (e como
sai), pode incitar doenças já consagradas nos manuais médicos.
Semana sim, outra também, é publicado um estudo mostrando os efeitos colaterais e nocivos
da onipresença das telas. Entre aqueles mais esperados e conhecidos, estão as repercussões
psicológicas. Um novo trabalho do Imperial College London, na Inglaterra, com base em dados de
2.000 crianças e adolescentes, constatou que aquelas que ficavam mais de três horas por dia
navegando nas redes sociais estavam mais expostas a ansiedade e depressão. Mas há consequências
inusitadas também. Pesquisadores sul-coreanos detectaram que a postura e os movimentos cobrados
pelo smartphone aumentam a formação de rugas na região do pescoço entre mulheres com menos
de 30 anos — o esperado é que os vincos surjam depois dos 40.
Os brasileiros estão entre os povos mais conectados do planeta: são, em média, nove horas na
internet diariamente. A grande questão é que, entre o estudo, o emprego e a diversão, a maquininha
drena tempo, atenção e energia sem que a maioria das pessoas se dê conta. Mas basta algo sair do
trilho (ou da tela) para começarem os problemas. “Hoje vemos uma necessidade crescente entre os
indivíduos de permanecerem conectados, e há queixas frequentes de irritabilidade ou sofrimento
quando há perda ou restrição do acesso”, diz a psicóloga Carla Cavalheiro, do Instituto de Psiquiatria
da USP. O desafio é que plataformas como as redes sociais, a um toque dos dedos, são programadas
para pescar a atenção do usuário. E, se o cérebro curtir a isca, ficará horas fisgado. Cada vez mais
cientes desse cenário propício ao descontrole, as autoridades começam a tomar medidas, amparadas
na lei, para mitigar os danos, que, além da saúde mental, também podem afligir os olhos, a coluna...
Trata-se de um comportamento que realmente tem as características de um vício. Embora a
dependência digital ainda não seja uma classificação diagnóstica formal, especialistas afirmam que
vem decolando o número de pacientes que procuram ajuda para ter uma relação mais equilibrada
com a peça. “São pessoas com prejuízo funcional, sofrimento psíquico e perda de controle”, descreve
Cavalheiro. “Elas vão negligenciando outras áreas da vida e continuam usando o aparelho mesmo
percebendo os impactos negativos”.
Para não deixar a situação se desgovernar lá adiante, já há um consenso de que o uso de telas
deve ser restringido na infância. Factível ou não, a missão dos pais começa a ser amparada por
políticas públicas, como a proibição de celulares nas escolas brasileiras. “Um menino que passa oito
horas por dia numa tela está sendo destruído. Isso deteriora sua capacidade de prestar atenção e sua
saúde mental”, afirma o pediatra Daniel Becker. E não é só o __________ psíquico que será cobrado
no futuro. A vida em ambientes fechados e cercada de telas já foi associada ao crescimento
astronômico dos casos de miopia — metade do planeta deverá usar óculos até 2050 —, ao
sedentarismo, que alimenta a pandemia de obesidade, e a uma porção de problemas posturais e
ortopédicos que resultam em dores. A coluna que o diga. A cena é conhecida: cabeça inclinada,
ombros projetados para a frente, olhar fixo na tela... “Repetida à exaustão, essa postura vai prejudicar
a região cervical, podendo comprometer ombros, cintura e punhos e gerando dores persistentes”, diz
o ortopedista Luiz Felipe Ambra. É assim que o celular se torna um propulsor de dores crônicas, que
atacam até os dedos que não desgrudam da tela.
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/uso-desmedido-do-celular-esta-cada-vez-mais-ligado-aproblemas-fisicos-e-mentais – texto adaptado especialmente para esta prova).
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