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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Por Sofia Kercher
É uma mistura dos inqredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A áqua
usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos
voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de
cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas
percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é
a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência.
Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não
sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma
depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo,
não têm o mesmo cheiro.
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Por Sofia Kercher
É uma mistura dos inqredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A áqua
usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos
voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de
cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas
percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é
a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência.
Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não
sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma
depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo,
não têm o mesmo cheiro.
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Por Sofia Kercher
É uma mistura dos inqredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A áqua
usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos
voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de
cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas
percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é
a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência.
Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não
sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma
depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo,
não têm o mesmo cheiro.
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Por Sofia Kercher
É uma mistura dos inqredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A áqua
usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos
voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de
cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas
percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é
a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência.
Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não
sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma
depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo,
não têm o mesmo cheiro.
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Por Sofia Kercher
É uma mistura dos inqredientes do tratamento da folha, além de tinta e cola. A áqua
usada na fabricação do papel não evapora por completo até o momento de embalar o livro.
Dessa forma, quando abrimos um exemplar novo, sua umidade é liberada junto com compostos
voláteis (ou seja, que evaporam com facilidade). Alguns exemplos são o carbonato de
cálcio, utilizado para deixar o papel opaco, e as fibras de celulose. São eles que nossas narinas
percebem como perfume “bibliotesco”. A tinta também contribui: a mais usada na impressão é
a offset, à base de resina ou óleo. A cola entra na mistura olfativa, mas com menor influência.
Seu processo de endurecimento (chamado “cura” da cola) acontece mais rápido, então não
sobram muitos compostos a serem liberados quando o livro sai do plástico. E é claro: o aroma
depende do processo pelo qual ele passou. Dois livros que usam papéis diferentes, por exemplo,
não têm o mesmo cheiro.
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