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Foram encontradas 761 questões.

1892519 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA

O Menu Iniciar foi retirado do Windows 8, e no seu lugar foi introduzido um novo conceito, a saber:

 

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1892518 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA

Para classificar os dados, o MS Excel segue alguns critérios de prioridade e organização. Por exemplo, ao classificar um texto alfanumérico, se uma célula contém o texto B100, o Excel coloca a célula:

 

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1892517 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA

Assinale a alternativa abaixo que se refere a um Phishing:

 

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1892516 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA

Julgue se as afirmações abaixo são verdadeiras e em seguida assinale alternativa correta:

I. Assim como nos Softwares Livre, os códigos e as linhas comandos que foram desenvolvidos nos softwares Freeware, são disponibilizadas livremente.

II. A maioria das licenças usadas na publicação de software livre permite que os programas sejam modificados e redistribuídos. Estas práticas são geralmente proibidas pela legislação internacional de copyright, que tenta justamente impedir que alterações e cópias sejam efetuadas sem a autorização do/s autor/es. As licenças que acompanham software livre fazem uso da legislação de copyright para impedir utilização não-autorizada, mas estas licenças definem clara e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir as liberdades de modificar e redistribuir o software assim licenciado. A esta versão de copyright, dá-se o nome de copyleft.

III. Um pixel é um termo que significa picture element, ou componente de tela, é a menor unidade lógica que pode ser utilizada para construir uma imagem em tela. Um único pixel é normalmente formado pelo agrupamento de vários pontos de luz. Quanto maiores forem os pontos utilizados para criar um pixel e quanto mais pixels for mostrada no monitor melhor a resolução desse monitor.

 

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1892515 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA

A transformação dos dados gera a informação, a qual se define como uma coleção de fatos organizados de forma a possuir um valor adicional aos fatos em si. Das afirmações abaixo sobre as características da informação que determinam seu valor para a organização ou processo em análise, assinale àquela que não é verdadeira.

 

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1892514 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Brejo Areia-MA
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO


  • O conhecimento científico é uma conquista relativamente recente da humanidade. A revolução científica do século
  • XVII marca a autonomia da ciência, a partir do momento que ela busca seu próprio método desligado da reflexão filosófica.
  • O exemplo clássico de procedimento científico das ciências experimentais nos mostra o seguinte: inicialmente há
  • um problema que desafia a inteligência humana, o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu
  • controle, a fim de confirmá-la ou não, porém nem sempre a conclusão é imediata sendo necessário repetir as experiências
  • ou alterar inúmeras vezes às hipóteses.
  • A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras
  • similares. Assim, a ciência, de acordo com o pensamento do senso comum, busca compreender a realidade de maneira
  • racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever acontecimentos e,
  • consequentemente também agir sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de
  • conhecimento sistemático, preciso e objetivo.
  • Nos primórdios da civilização os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais
  • desligado do mito, porém, foi o pensamento laico, não religioso, que logo se tornou rigoroso e conceitual fazendo nascer a
  • filosofia no século VI a.C.
  • Nas colônias gregas da Jônia e Magna Grécia, surgiu os primeiros filósofos, e sua principal preocupação era a
  • cosmologia, ou estudo da natureza. Buscavam o princípio explicativo de todas as coisas (arché), cuja unidade resumiria a
  • extrema multiplicidade da natureza. As respostas eram as mais variadas, mas a teoria que permaneceu por mais tempo foi
  • a de Empédocles, para quem o mundo físico é constituído de quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
  • Muitos desses filósofos, tais como Tales e Pitágoras no século VI a.C. e Euclides no século III a.C. ocupavam-se
  • com astronomia e geometria, mas, diferentemente dos egípcios e babilônios, desligavam-se de preocupações religiosas e
  • práticas, voltando-se para questões mais teóricas. [..].
  • O método científico inicialmente ocorre do seguinte modo: há um problema que desafia a inteligência; o cientista
  • elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é então
  • generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. Além disso, quase nunca
  • se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em dia, cada vez mais as pesquisas são objeto de atenção de grupos
  • especializados ligados, às universidades, as empresas ou ao Estado. De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta
  • do julgamento feito pelos membros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utilizados e as
  • conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos.
  • Assim, dentro da visão do senso comum (isto é, um vasto conjunto de concepções geralmente aceita como
  • verdadeiras num determinado meio social. Repetidas irrefletidamente no cotidiano, algumas dessas noções escondem ideias
  • falsas, parciais ou preconceituosas. É uma falta de fundamentação, tratando-se de um conhecimento adquirido sem base
  • crítica, precisa, coerente e sistemática), a ciência busca compreender a realidade de maneira racional, descobrindo relações
  • universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever os acontecimentos e, consequentemente, também agir
  • sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de conhecimento sistemático, preciso e
  • objetivo. Entretanto, apesar do rigor do método, não é conveniente pensar que a ciência é um conhecimento certo e
  • definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações à medida que surgem fatos novos,
  • ou quando são inventados novos instrumentos.
  • Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que
  • desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein
  • desmentiu a concepção clássica que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter provisório do
  • conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as
  • teorias continuam sendo de fato hipóteses com diversos graus de confirmação e verifica a habilidade, podendo ser
  • aperfeiçoadas ou superadas.
  • A partir da explanação feita acima será que podemos afirmar que existe um método universal? Será que os métodos
  • universais devem ser considerados válidos para situações diversas? E tendo situações diferentes podemos qualificá-las
  • como universais? Como descrever relações universais através de métodos “individuais”? Será que esse tipo de método é
  • realmente válido universalmente? Será que podemos nomear o método como sendo universal?
  • Segundo Alan Chalmers, em sua obra A Fabricação da ciência, “a generalidade e o grau de aplicabilidade de leis
  • e teorias estão sujeitos a um constante aperfeiçoamento”. A partir dessa afirmação podemos concluir que o método
  • universal, na realidade, não é tão genérico assim, ou melhor, não é tão absoluto, pois está sujeito a uma substituição
  • constante. Para Chalmers, não existe nenhum método universal ou conjunto de padrão universal, entretanto, permanecem
  • modelos históricos ocasionais subentendidos nas atividades bem-sucedidas, porém, isso não significa que vale tudo na área
  • epistemológica.
  • A questão da substituição constante das teorias ficou bem explícita na sucinta explanação da história da ciência
  • realizada anteriormente, onde tivemos a clara mudança de uma teoria, método ou hipótese por outra mais coerente dentro
  • de sua época histórica e/ou científica.
  • Diante disso tudo que foi visto, do conhecimento científico e senso comum, podemos, pelo menos, fundamentar
  • que a ciência tem por objetivo estabelecer generalizações aplicáveis ao mundo, pois desde a época da revolução estamos
  • em posição de saber que essas generalizações científicas não podem ser estabelecidas a priori; temos que aceitar que a
  • exigência de certeza é mera utopia. Entretanto, a exigência de que nosso conhecimento esteja sempre sendo transformado,
  • aperfeiçoado e ampliado é pura realidade.
  • FONTE: https://www.coladaweb.com/filosofia/conhecimento-cientifico-e-senso-comum
  • A alternativa em que o trecho em negrito estabelece uma relação de dependência sintática com a ideia principal é

     

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    1892513 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: Crescer
    Orgão: Pref. Brejo Areia-MA
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    AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

    TEXTO


  • O conhecimento científico é uma conquista relativamente recente da humanidade. A revolução científica do século
  • XVII marca a autonomia da ciência, a partir do momento que ela busca seu próprio método desligado da reflexão filosófica.
  • O exemplo clássico de procedimento científico das ciências experimentais nos mostra o seguinte: inicialmente há
  • um problema que desafia a inteligência humana, o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu
  • controle, a fim de confirmá-la ou não, porém nem sempre a conclusão é imediata sendo necessário repetir as experiências
  • ou alterar inúmeras vezes às hipóteses.
  • A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras
  • similares. Assim, a ciência, de acordo com o pensamento do senso comum, busca compreender a realidade de maneira
  • racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever acontecimentos e,
  • consequentemente também agir sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de
  • conhecimento sistemático, preciso e objetivo.
  • Nos primórdios da civilização os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais
  • desligado do mito, porém, foi o pensamento laico, não religioso, que logo se tornou rigoroso e conceitual fazendo nascer a
  • filosofia no século VI a.C.
  • Nas colônias gregas da Jônia e Magna Grécia, surgiu os primeiros filósofos, e sua principal preocupação era a
  • cosmologia, ou estudo da natureza. Buscavam o princípio explicativo de todas as coisas (arché), cuja unidade resumiria a
  • extrema multiplicidade da natureza. As respostas eram as mais variadas, mas a teoria que permaneceu por mais tempo foi
  • a de Empédocles, para quem o mundo físico é constituído de quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
  • Muitos desses filósofos, tais como Tales e Pitágoras no século VI a.C. e Euclides no século III a.C. ocupavam-se
  • com astronomia e geometria, mas, diferentemente dos egípcios e babilônios, desligavam-se de preocupações religiosas e
  • práticas, voltando-se para questões mais teóricas. [..].
  • O método científico inicialmente ocorre do seguinte modo: há um problema que desafia a inteligência; o cientista
  • elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é então
  • generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. Além disso, quase nunca
  • se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em dia, cada vez mais as pesquisas são objeto de atenção de grupos
  • especializados ligados, às universidades, as empresas ou ao Estado. De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta
  • do julgamento feito pelos membros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utilizados e as
  • conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos.
  • Assim, dentro da visão do senso comum (isto é, um vasto conjunto de concepções geralmente aceita como
  • verdadeiras num determinado meio social. Repetidas irrefletidamente no cotidiano, algumas dessas noções escondem ideias
  • falsas, parciais ou preconceituosas. É uma falta de fundamentação, tratando-se de um conhecimento adquirido sem base
  • crítica, precisa, coerente e sistemática), a ciência busca compreender a realidade de maneira racional, descobrindo relações
  • universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever os acontecimentos e, consequentemente, também agir
  • sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de conhecimento sistemático, preciso e
  • objetivo. Entretanto, apesar do rigor do método, não é conveniente pensar que a ciência é um conhecimento certo e
  • definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações à medida que surgem fatos novos,
  • ou quando são inventados novos instrumentos.
  • Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que
  • desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein
  • desmentiu a concepção clássica que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter provisório do
  • conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as
  • teorias continuam sendo de fato hipóteses com diversos graus de confirmação e verifica a habilidade, podendo ser
  • aperfeiçoadas ou superadas.
  • A partir da explanação feita acima será que podemos afirmar que existe um método universal? Será que os métodos
  • universais devem ser considerados válidos para situações diversas? E tendo situações diferentes podemos qualificá-las
  • como universais? Como descrever relações universais através de métodos “individuais”? Será que esse tipo de método é
  • realmente válido universalmente? Será que podemos nomear o método como sendo universal?
  • Segundo Alan Chalmers, em sua obra A Fabricação da ciência, “a generalidade e o grau de aplicabilidade de leis
  • e teorias estão sujeitos a um constante aperfeiçoamento”. A partir dessa afirmação podemos concluir que o método
  • universal, na realidade, não é tão genérico assim, ou melhor, não é tão absoluto, pois está sujeito a uma substituição
  • constante. Para Chalmers, não existe nenhum método universal ou conjunto de padrão universal, entretanto, permanecem
  • modelos históricos ocasionais subentendidos nas atividades bem-sucedidas, porém, isso não significa que vale tudo na área
  • epistemológica.
  • A questão da substituição constante das teorias ficou bem explícita na sucinta explanação da história da ciência
  • realizada anteriormente, onde tivemos a clara mudança de uma teoria, método ou hipótese por outra mais coerente dentro
  • de sua época histórica e/ou científica.
  • Diante disso tudo que foi visto, do conhecimento científico e senso comum, podemos, pelo menos, fundamentar
  • que a ciência tem por objetivo estabelecer generalizações aplicáveis ao mundo, pois desde a época da revolução estamos
  • em posição de saber que essas generalizações científicas não podem ser estabelecidas a priori; temos que aceitar que a
  • exigência de certeza é mera utopia. Entretanto, a exigência de que nosso conhecimento esteja sempre sendo transformado,
  • aperfeiçoado e ampliado é pura realidade.
  • FONTE: https://www.coladaweb.com/filosofia/conhecimento-cientifico-e-senso-comum
  • Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “permaneceu” (L.17) e a composta em

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1892512 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: Crescer
    Orgão: Pref. Brejo Areia-MA
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    AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

    TEXTO


  • O conhecimento científico é uma conquista relativamente recente da humanidade. A revolução científica do século
  • XVII marca a autonomia da ciência, a partir do momento que ela busca seu próprio método desligado da reflexão filosófica.
  • O exemplo clássico de procedimento científico das ciências experimentais nos mostra o seguinte: inicialmente há
  • um problema que desafia a inteligência humana, o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu
  • controle, a fim de confirmá-la ou não, porém nem sempre a conclusão é imediata sendo necessário repetir as experiências
  • ou alterar inúmeras vezes às hipóteses.
  • A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras
  • similares. Assim, a ciência, de acordo com o pensamento do senso comum, busca compreender a realidade de maneira
  • racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever acontecimentos e,
  • consequentemente também agir sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de
  • conhecimento sistemático, preciso e objetivo.
  • Nos primórdios da civilização os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais
  • desligado do mito, porém, foi o pensamento laico, não religioso, que logo se tornou rigoroso e conceitual fazendo nascer a
  • filosofia no século VI a.C.
  • Nas colônias gregas da Jônia e Magna Grécia, surgiu os primeiros filósofos, e sua principal preocupação era a
  • cosmologia, ou estudo da natureza. Buscavam o princípio explicativo de todas as coisas (arché), cuja unidade resumiria a
  • extrema multiplicidade da natureza. As respostas eram as mais variadas, mas a teoria que permaneceu por mais tempo foi
  • a de Empédocles, para quem o mundo físico é constituído de quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
  • Muitos desses filósofos, tais como Tales e Pitágoras no século VI a.C. e Euclides no século III a.C. ocupavam-se
  • com astronomia e geometria, mas, diferentemente dos egípcios e babilônios, desligavam-se de preocupações religiosas e
  • práticas, voltando-se para questões mais teóricas. [..].
  • O método científico inicialmente ocorre do seguinte modo: há um problema que desafia a inteligência; o cientista
  • elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é então
  • generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. Além disso, quase nunca
  • se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em dia, cada vez mais as pesquisas são objeto de atenção de grupos
  • especializados ligados, às universidades, as empresas ou ao Estado. De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta
  • do julgamento feito pelos membros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utilizados e as
  • conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos.
  • Assim, dentro da visão do senso comum (isto é, um vasto conjunto de concepções geralmente aceita como
  • verdadeiras num determinado meio social. Repetidas irrefletidamente no cotidiano, algumas dessas noções escondem ideias
  • falsas, parciais ou preconceituosas. É uma falta de fundamentação, tratando-se de um conhecimento adquirido sem base
  • crítica, precisa, coerente e sistemática), a ciência busca compreender a realidade de maneira racional, descobrindo relações
  • universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever os acontecimentos e, consequentemente, também agir
  • sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de conhecimento sistemático, preciso e
  • objetivo. Entretanto, apesar do rigor do método, não é conveniente pensar que a ciência é um conhecimento certo e
  • definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações à medida que surgem fatos novos,
  • ou quando são inventados novos instrumentos.
  • Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que
  • desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein
  • desmentiu a concepção clássica que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter provisório do
  • conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as
  • teorias continuam sendo de fato hipóteses com diversos graus de confirmação e verifica a habilidade, podendo ser
  • aperfeiçoadas ou superadas.
  • A partir da explanação feita acima será que podemos afirmar que existe um método universal? Será que os métodos
  • universais devem ser considerados válidos para situações diversas? E tendo situações diferentes podemos qualificá-las
  • como universais? Como descrever relações universais através de métodos “individuais”? Será que esse tipo de método é
  • realmente válido universalmente? Será que podemos nomear o método como sendo universal?
  • Segundo Alan Chalmers, em sua obra A Fabricação da ciência, “a generalidade e o grau de aplicabilidade de leis
  • e teorias estão sujeitos a um constante aperfeiçoamento”. A partir dessa afirmação podemos concluir que o método
  • universal, na realidade, não é tão genérico assim, ou melhor, não é tão absoluto, pois está sujeito a uma substituição
  • constante. Para Chalmers, não existe nenhum método universal ou conjunto de padrão universal, entretanto, permanecem
  • modelos históricos ocasionais subentendidos nas atividades bem-sucedidas, porém, isso não significa que vale tudo na área
  • epistemológica.
  • A questão da substituição constante das teorias ficou bem explícita na sucinta explanação da história da ciência
  • realizada anteriormente, onde tivemos a clara mudança de uma teoria, método ou hipótese por outra mais coerente dentro
  • de sua época histórica e/ou científica.
  • Diante disso tudo que foi visto, do conhecimento científico e senso comum, podemos, pelo menos, fundamentar
  • que a ciência tem por objetivo estabelecer generalizações aplicáveis ao mundo, pois desde a época da revolução estamos
  • em posição de saber que essas generalizações científicas não podem ser estabelecidas a priori; temos que aceitar que a
  • exigência de certeza é mera utopia. Entretanto, a exigência de que nosso conhecimento esteja sempre sendo transformado,
  • aperfeiçoado e ampliado é pura realidade.
  • FONTE: https://www.coladaweb.com/filosofia/conhecimento-cientifico-e-senso-comum
  • Tem função predicativa o termo

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1892511 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: Crescer
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    AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

    TEXTO


  • O conhecimento científico é uma conquista relativamente recente da humanidade. A revolução científica do século
  • XVII marca a autonomia da ciência, a partir do momento que ela busca seu próprio método desligado da reflexão filosófica.
  • O exemplo clássico de procedimento científico das ciências experimentais nos mostra o seguinte: inicialmente há
  • um problema que desafia a inteligência humana, o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu
  • controle, a fim de confirmá-la ou não, porém nem sempre a conclusão é imediata sendo necessário repetir as experiências
  • ou alterar inúmeras vezes às hipóteses.
  • A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras
  • similares. Assim, a ciência, de acordo com o pensamento do senso comum, busca compreender a realidade de maneira
  • racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever acontecimentos e,
  • consequentemente também agir sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de
  • conhecimento sistemático, preciso e objetivo.
  • Nos primórdios da civilização os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais
  • desligado do mito, porém, foi o pensamento laico, não religioso, que logo se tornou rigoroso e conceitual fazendo nascer a
  • filosofia no século VI a.C.
  • Nas colônias gregas da Jônia e Magna Grécia, surgiu os primeiros filósofos, e sua principal preocupação era a
  • cosmologia, ou estudo da natureza. Buscavam o princípio explicativo de todas as coisas (arché), cuja unidade resumiria a
  • extrema multiplicidade da natureza. As respostas eram as mais variadas, mas a teoria que permaneceu por mais tempo foi
  • a de Empédocles, para quem o mundo físico é constituído de quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
  • Muitos desses filósofos, tais como Tales e Pitágoras no século VI a.C. e Euclides no século III a.C. ocupavam-se
  • com astronomia e geometria, mas, diferentemente dos egípcios e babilônios, desligavam-se de preocupações religiosas e
  • práticas, voltando-se para questões mais teóricas. [..].
  • O método científico inicialmente ocorre do seguinte modo: há um problema que desafia a inteligência; o cientista
  • elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é então
  • generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. Além disso, quase nunca
  • se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em dia, cada vez mais as pesquisas são objeto de atenção de grupos
  • especializados ligados, às universidades, as empresas ou ao Estado. De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta
  • do julgamento feito pelos membros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utilizados e as
  • conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos.
  • Assim, dentro da visão do senso comum (isto é, um vasto conjunto de concepções geralmente aceita como
  • verdadeiras num determinado meio social. Repetidas irrefletidamente no cotidiano, algumas dessas noções escondem ideias
  • falsas, parciais ou preconceituosas. É uma falta de fundamentação, tratando-se de um conhecimento adquirido sem base
  • crítica, precisa, coerente e sistemática), a ciência busca compreender a realidade de maneira racional, descobrindo relações
  • universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever os acontecimentos e, consequentemente, também agir
  • sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de conhecimento sistemático, preciso e
  • objetivo. Entretanto, apesar do rigor do método, não é conveniente pensar que a ciência é um conhecimento certo e
  • definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações à medida que surgem fatos novos,
  • ou quando são inventados novos instrumentos.
  • Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que
  • desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein
  • desmentiu a concepção clássica que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter provisório do
  • conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as
  • teorias continuam sendo de fato hipóteses com diversos graus de confirmação e verifica a habilidade, podendo ser
  • aperfeiçoadas ou superadas.
  • A partir da explanação feita acima será que podemos afirmar que existe um método universal? Será que os métodos
  • universais devem ser considerados válidos para situações diversas? E tendo situações diferentes podemos qualificá-las
  • como universais? Como descrever relações universais através de métodos “individuais”? Será que esse tipo de método é
  • realmente válido universalmente? Será que podemos nomear o método como sendo universal?
  • Segundo Alan Chalmers, em sua obra A Fabricação da ciência, “a generalidade e o grau de aplicabilidade de leis
  • e teorias estão sujeitos a um constante aperfeiçoamento”. A partir dessa afirmação podemos concluir que o método
  • universal, na realidade, não é tão genérico assim, ou melhor, não é tão absoluto, pois está sujeito a uma substituição
  • constante. Para Chalmers, não existe nenhum método universal ou conjunto de padrão universal, entretanto, permanecem
  • modelos históricos ocasionais subentendidos nas atividades bem-sucedidas, porém, isso não significa que vale tudo na área
  • epistemológica.
  • A questão da substituição constante das teorias ficou bem explícita na sucinta explanação da história da ciência
  • realizada anteriormente, onde tivemos a clara mudança de uma teoria, método ou hipótese por outra mais coerente dentro
  • de sua época histórica e/ou científica.
  • Diante disso tudo que foi visto, do conhecimento científico e senso comum, podemos, pelo menos, fundamentar
  • que a ciência tem por objetivo estabelecer generalizações aplicáveis ao mundo, pois desde a época da revolução estamos
  • em posição de saber que essas generalizações científicas não podem ser estabelecidas a priori; temos que aceitar que a
  • exigência de certeza é mera utopia. Entretanto, a exigência de que nosso conhecimento esteja sempre sendo transformado,
  • aperfeiçoado e ampliado é pura realidade.
  • FONTE: https://www.coladaweb.com/filosofia/conhecimento-cientifico-e-senso-comum
  • Exerce o mesmo valor morfológico de “que”, em “temos que aceitar“ (L.59), o termo destacado na alternativa

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1892510 Ano: 2019
    Disciplina: Português
    Banca: Crescer
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    AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

    TEXTO


  • O conhecimento científico é uma conquista relativamente recente da humanidade. A revolução científica do século
  • XVII marca a autonomia da ciência, a partir do momento que ela busca seu próprio método desligado da reflexão filosófica.
  • O exemplo clássico de procedimento científico das ciências experimentais nos mostra o seguinte: inicialmente há
  • um problema que desafia a inteligência humana, o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu
  • controle, a fim de confirmá-la ou não, porém nem sempre a conclusão é imediata sendo necessário repetir as experiências
  • ou alterar inúmeras vezes às hipóteses.
  • A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras
  • similares. Assim, a ciência, de acordo com o pensamento do senso comum, busca compreender a realidade de maneira
  • racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever acontecimentos e,
  • consequentemente também agir sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de
  • conhecimento sistemático, preciso e objetivo.
  • Nos primórdios da civilização os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais
  • desligado do mito, porém, foi o pensamento laico, não religioso, que logo se tornou rigoroso e conceitual fazendo nascer a
  • filosofia no século VI a.C.
  • Nas colônias gregas da Jônia e Magna Grécia, surgiu os primeiros filósofos, e sua principal preocupação era a
  • cosmologia, ou estudo da natureza. Buscavam o princípio explicativo de todas as coisas (arché), cuja unidade resumiria a
  • extrema multiplicidade da natureza. As respostas eram as mais variadas, mas a teoria que permaneceu por mais tempo foi
  • a de Empédocles, para quem o mundo físico é constituído de quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
  • Muitos desses filósofos, tais como Tales e Pitágoras no século VI a.C. e Euclides no século III a.C. ocupavam-se
  • com astronomia e geometria, mas, diferentemente dos egípcios e babilônios, desligavam-se de preocupações religiosas e
  • práticas, voltando-se para questões mais teóricas. [..].
  • O método científico inicialmente ocorre do seguinte modo: há um problema que desafia a inteligência; o cientista
  • elabora uma hipótese e estabelece as condições para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é então
  • generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. Além disso, quase nunca
  • se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em dia, cada vez mais as pesquisas são objeto de atenção de grupos
  • especializados ligados, às universidades, as empresas ou ao Estado. De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta
  • do julgamento feito pelos membros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utilizados e as
  • conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos.
  • Assim, dentro da visão do senso comum (isto é, um vasto conjunto de concepções geralmente aceita como
  • verdadeiras num determinado meio social. Repetidas irrefletidamente no cotidiano, algumas dessas noções escondem ideias
  • falsas, parciais ou preconceituosas. É uma falta de fundamentação, tratando-se de um conhecimento adquirido sem base
  • crítica, precisa, coerente e sistemática), a ciência busca compreender a realidade de maneira racional, descobrindo relações
  • universais e necessárias entre os fenômenos, o que permite prever os acontecimentos e, consequentemente, também agir
  • sobre a natureza. Para tanto, a ciência utiliza métodos rigorosos e atinge um tipo de conhecimento sistemático, preciso e
  • objetivo. Entretanto, apesar do rigor do método, não é conveniente pensar que a ciência é um conhecimento certo e
  • definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações à medida que surgem fatos novos,
  • ou quando são inventados novos instrumentos.
  • Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que
  • desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein
  • desmentiu a concepção clássica que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter provisório do
  • conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as
  • teorias continuam sendo de fato hipóteses com diversos graus de confirmação e verifica a habilidade, podendo ser
  • aperfeiçoadas ou superadas.
  • A partir da explanação feita acima será que podemos afirmar que existe um método universal? Será que os métodos
  • universais devem ser considerados válidos para situações diversas? E tendo situações diferentes podemos qualificá-las
  • como universais? Como descrever relações universais através de métodos “individuais”? Será que esse tipo de método é
  • realmente válido universalmente? Será que podemos nomear o método como sendo universal?
  • Segundo Alan Chalmers, em sua obra A Fabricação da ciência, “a generalidade e o grau de aplicabilidade de leis
  • e teorias estão sujeitos a um constante aperfeiçoamento”. A partir dessa afirmação podemos concluir que o método
  • universal, na realidade, não é tão genérico assim, ou melhor, não é tão absoluto, pois está sujeito a uma substituição
  • constante. Para Chalmers, não existe nenhum método universal ou conjunto de padrão universal, entretanto, permanecem
  • modelos históricos ocasionais subentendidos nas atividades bem-sucedidas, porém, isso não significa que vale tudo na área
  • epistemológica.
  • A questão da substituição constante das teorias ficou bem explícita na sucinta explanação da história da ciência
  • realizada anteriormente, onde tivemos a clara mudança de uma teoria, método ou hipótese por outra mais coerente dentro
  • de sua época histórica e/ou científica.
  • Diante disso tudo que foi visto, do conhecimento científico e senso comum, podemos, pelo menos, fundamentar
  • que a ciência tem por objetivo estabelecer generalizações aplicáveis ao mundo, pois desde a época da revolução estamos
  • em posição de saber que essas generalizações científicas não podem ser estabelecidas a priori; temos que aceitar que a
  • exigência de certeza é mera utopia. Entretanto, a exigência de que nosso conhecimento esteja sempre sendo transformado,
  • aperfeiçoado e ampliado é pura realidade.
  • FONTE: https://www.coladaweb.com/filosofia/conhecimento-cientifico-e-senso-comum
  • O termo transcrito à esquerda, cuja substituição, à direita, está coerente com o conteúdo do texto é

     

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