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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever do poder público assegurar:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
A meta 18 do Plano Nacional de Educação é assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os(as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da educação básica pública, e tomar como referência o piso salarial nacional profissional. Para que essa meta se realize, foram traçadas algumas estratégias. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Considerar as especificidades socioculturais das escolas do campo e das comunidades indígenas e quilombolas no provimento de cargos efetivos para essas escolas.
II. Realizar anualmente, a partir do segundo ano de vigência deste PNE, por iniciativa do Ministério da Educação, em regime de colaboração, o censo dos(as) profissionais da educação básica de outros segmentos que não os do magistério.
III. Prever, nos planos de Carreira dos profissionais da educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, licenças remuneradas e incentivos para qualificação profissional, inclusive em nível de pós-graduação stricto sensu.
IV. Estimular a existência de comissões permanentes de profissionais da educação de todos os sistemas de ensino, em todas as instâncias da Federação, para subsidiar os órgãos competentes na elaboração, reestruturação e implementação dos planos de Carreira.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
Os Parâmetros Curriculares Nacionais auxiliam o professor na tarefa de reflexão e discussão de aspectos do cotidiano da prática pedagógica, a serem transformados continuamente pelo professor. Nesse sentido, assinale a alternativa correta quanto às possibilidades de sua utilização.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Caçapava Sul-RS
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Em relação aos princípios e fins da Educação Nacional, analise as afirmações abaixo:
1. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.
2. Padronização das concepções pedagógicas já existentes.
3. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola até o ensino médio técnico.
4. Valorização da educação em relação ao aprendizado sobre finanças pessoais.
5. Valorização dos critérios de hierarquia e de meritocracia do profissional da educação.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando-se somente o explicitado pelo texto, analise a veracidade das duas asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A vida não termina por causa do fim de um relacionamento.
PORQUE
II. A infelicidade no emprego não constitui forma exclusiva de sobrevivência.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
O verbo da oração “A covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas” é classificado como:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
O uso do acento diferencial pode ser identificado no termo:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Todas as formas verbais encontradas no excerto “pare, respire e pergunte a si mesmo” apenas NÃO enunciam:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
A expressão “reestruturação mental” é classificada como sendo uma locução:
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Antes de todo recomeço, existe a necessidade do ponto final
Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, que tem como um de seus significados “formar-se novamente”, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do futuro que se quer construir e a capacidade de reziliência tornam a vida mais leve. Naturalmente, não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade se torna fácil. Na verdade, o recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional, aspectos que, se faltarem ao indivíduo, não despertam qualquer alteração em sua vida. Assim, os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.
Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final nas coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança. Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeira e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga. Dessa forma, a reestruturação mental e o recondicionamento da dimensão emocional são providências precípuas para pavimentar uma trajetória em que o equilíbrio volte a predominar dia após dia.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você vai precisar ser forte o suficiente para dizer basta a tudo o que lhe distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos). Não deveria ser difícil pôr fim às situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal. Destarte, vão procastinando a tomada de decisões que deveria ser feita tão logo os problemas acabem aparecendo. Infelizmente, a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”. Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua auto-estima. Simples assim!
É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver. O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas. Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre e grangeará um sentimento de felicidade muito mais profundo por reduzir sofrimentos que podem ser expurgados da própria existência.
(Disponível em: https://www.contioutra.com/antes-de-todo-recomeco-existe-a-necessidade-do-pontofinal/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
O termo “infeliz” é decorrente do processo de formação de palavras denominado derivação:
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