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A República nasceu sob o signo da ordem pública. Herdeiros de concepções político-filosóficas de cunho evolucionista, que naturalizavam o social, intelectuais e militares que fundaram a República defendiam a tese do progresso ordeiro. O caráter nada revolucionário do movimento republicano brasileiro já era visível no Manifesto Republicano de 1870: seus signatários apresentavam-se "como homens livres e essencialmente subordinados aos interesses da pátria", que não pretendiam convulsionar a sociedade, muito menos romper com a estrutura vigente. No Decreto nº1, de 15/11/1889, os membros do recém-criado Governo Provisório afirmam repetidas vezes a "defesa da ordem pública" como objetivo maior.
(PATTO, Maria Helena Souza. Estado, ciência e política na Primeira República: a desqualificação dos pobres. In: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141999000100017#not1)
Sobre o período conhecido por Primeira República, analise as afirmativas abaixo:
I. As relações de produção abrangiam várias formas de exploração do trabalho. No campo, por exemplo, vínculos empregatícios contaminados pela prática do favor acabavam prendendo os empregados aos patrões, configurando, por vezes, situações que beiravam a escravidão. No ambiente citadino, o panorama geral era de uma massa de trabalhadores pobres, que vendia sua força de trabalho a preços bem inferiores à manutenção das necessidades básicas, morando e trabalhando em ambientes insalubres.
II. De acordo com o Censo de 1920, a maior parte da população economicamente ativa ainda se dedicava à agricultura, quadro que não iria se alterar ao longo de toda a República Velha. Mesmo assim, o crescimento da indústria nesse período não pode ser subestimado: fábricas de fiação e tecelagem, bebidas, roupas, sapatos e alimentos foram surgindo nos grandes centros urbanos e empregavam um número crescente de operários, submetendo homens, mulheres e crianças a condições desumanas de trabalho.
III. A República nasceu sob o signo da ordem pública. Herdeiros de concepções político-filosóficas de cunho evolucionista que naturalizavam o social, intelectuais e militares que fundaram a República defendiam a tese do progresso ordeiro. Sob a alegação de que estavam em jogo interesses do conjunto da Nação, o Estado brasileiro não agia com sutileza disciplinadora para garantir a ordem pública. Ao contrário, não hesitavam em valer-se da violência física contra as classes perigosas, como eram chamadas as camadas populares.
Está CORRETO o que se afirma em
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Segundo Libâneo (1990), a tendência liberal tradicional tem algumas características pedagógicas. Sobre estas, analise os itens seguintes:
I. O estudante é sujeito ativo do seu próprio processo de aprendizagem.
II. O aluno é educado para atingir sua plena realização mediante o seu próprio esforço individual.
III. As diferenças de classe social não são consideradas.
IV. Toda prática escolar não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno.
V. A escola é participativa, e as ações são decididas de forma colegiada.
Estão CORRETOS
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Movimento historiográfico surgido na França, durante a primeira metade do século XX, foi muito impactante e renovador, colocando em questionamento a historiografia tradicional e apresentando novos e ricos elementos para o conhecimento das sociedades. Apresentava uma História bem mais vasta do que a que era praticada até então, apresentando todos os aspectos possíveis da vida humana ligada à análise das estruturas.
(https://www.infoescola.com/historia/escola-dos-annales/)
Esse texto se refere à seguinte corrente historiográfica:
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Se a verdadeira função social da escola é a formação integral do indivíduo por meio do desenvolvimento de suas competências e habilidades, visando prepará-lo para o exercício efetivo da cidadania, é inevitável que se supere a avaliação tradicional no sentido de se adotar a avaliação formativa. Segundo Hadji (2001), avaliação formativa é aquela, que se situa no centro da ação de formação. Sobre essa avaliação, analise os itens abaixo:
I. Permite segurança na aferição das notas, quando o professor realiza pontualmente as provas e os exercícios.
II. Favorece o levantamento de informações úteis à regulação dos processos de ensino e aprendizagem, contribuindo para a efetivação da atividade de ensino.
III. Apresenta informações ao professor dos efeitos reais de sua intervenção pedagógica, possibilitando que ele regule sua ação a partir desses dados.
IV. Cabe ao aluno tomar consciência das dificuldades que encontra e poder tornar-se capaz de reconhecer e corrigir seus próprios erros, progredindo na sua aprendizagem.
V. Prioriza o momento somativo que aponta ao professor o momento certo de aferir valores ao desempenho do aluno.
Estão CORRETOS
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TEXTO 2

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.
No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:
1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.
2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.
3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.
4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.
Estão CORRETOS:
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Em relação aos Astecas, Incas e Maias, analise as afirmativas abaixo:
I. As altas culturas pré-colombianas se desenvolveram em áreas separadas geograficamente, com características distintas quanto ao seu meio ambiente. Divididas entre Mesoamérica - que corresponde hoje ao território, que chamamos de México e América Central - e a Área Andina - que corresponde hoje à área do Equador, do Peru e da Bolívia, essas sociedades floresceram a partir de uma estratificada divisão social e de intenso trabalho agrícola.
II. No Império Inca, os ayllus eram governados pelos kuracas e consistiam a base da sua economia e sociedade. Eram comunidades formadas por indivíduos ligados por laços familiares e que compartilhavam o trabalho e recursos da terra onde habitavam.
III. Durante o período em que as civilizações pré-colombianas se desenvolveram, elas criaram um complexo sistema de sustentação. Um poder centralizado, que comandava tudo e todos e um clero, que atuava conjuntamente com esse Estado para legitimar a dominação feita pelo governante.
IV. Na Meso-américa, desenvolveram-se várias civilizações com línguas diversas, culturas distintas, sendo as de maior importância e destaque as civilizações dos Maias e Astecas. Na América Andina, desenvolveu-se uma das maiores culturas pré-colombianas, o Império Inca.
V. Não deixando de ser uma sociedade agrícola, os Astecas eram uma civilização bastante urbanizada, e a cidade constituía um espaço de grande importância econômica. Não muito diferentes dos Incas, os Astecas também precisavam trabalhar nas terras do estado e do clero para somente depois cultivarem as suas, e ainda o excedente era expropriado pelo Estado como pagamento de impostos.
Estão CORRETAS
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A maior parte do conhecimento arqueológico produzido no Brasil trata do período pré-cabralino. A arqueologia feita no Brasil é essencialmente uma arqueologia de sociedades indígenas extintas que viveram em um passado distante, deixando como testemunho de sua existência somente restos materiais. Há 500 anos que estes restos materiais têm sido encontrados, estudados e interpretados. Há 500 anos que estes restos têm sido a matéria-prima para a construção de um passado pré-colonial brasileiro.
(file:///C:/Users/Tania/Downloads/30093-Texto%20do%20artigo-34930-1-10-20120706%20(1).pdf)
Em relação a esse tema, assinale a alternativa CORRETA.
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:
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TEXTO 1
Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa
Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.
Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.
Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.
Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]
– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.
Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]
Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.
Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
O papel e a atuação do professor não são os mesm os do passado antes ele acreditava que detinha todo o conhecimento a ser repassado ao aluno e que a sala de aula era o único local de atuação, considerando se o dono desse espaço. Com base n a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN nº 9394/96, em seu Art. 13, sobre as proposições que os docentes passaram a ter desde então, analis e os itens abaixo:
I. Participar integralmente da organização da matrícula e dos documentos dos alunos das turmas nas quais vai trabalhar.
II. Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da instituição onde trabalha.
III. Zelar pela aprendizagem dos alunos e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.
IV. Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino onde atua.
V. Colaborar n as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
Estão CORRETOS, apenas,
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