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1083650 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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“Assistimos, durante o século XX, à multiplicação dos estudos sobre o negro no Brasil, quase todos, porém, sem lhe acompanhar o passado africano. A África parecia mais que esquecida, ignorada... Hoje, torna-se evidente que a herança africana marcou, em maior ou menor grau, dependendo do lugar, os modos de sentir, sonhar e agir de certas nações do hemisfério ocidental.”

(SILVÉRIO, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Pré-história ao século XVI.)

Em relação à história do continente africano, analise as afirmativas abaixo:

I. Uma das grandes impossibilidades para o estudo da história da África é a falta de fontes históricas, pois as civilizações africanas, no Saara e ao sul do deserto, eram, em grande parte, da palavra falada.

II. O Egito não é apenas a dádiva do Nilo. É, acima de tudo, uma criação do homem. Daí a importância de sua história. A originalidade e antiguidade dessa civilização não deve encobrir o fato de ela ser igualmente receptáculo de múltiplas influências externas.

III. Na Núbia, a atividade econômica baseava-se na agricultura característica do Vale do Nilo, onde o rio é a fonte de água. Na alta Núbia, as planícies de inundação permitiram o desenvolvimento de grandes centros urbanos.

IV. Desde sua chegada à África Ocidental, o Islã teve que lutar contra costumes e práticas não muçulmanas. Para parte dos convertidos, a adesão a essa nova religião não significou o abandono de todas as práticas não islâmicas associadas à sua religião tradicional.

Está CORRETO o que se afirma em

 

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A ideia de Pedagogia de Projetos foi criada no início do século passado pelo educador John Dewey. Ele tomou por base a concepção de que “educação é um processo de vida e não, uma preparação para a vida futura” (Dewey, 1897).

Assinale a alternativa que apresenta a principal característica da pedagogia de projetos.

 

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1078723 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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A historiografia brasileira, nas últimas décadas do século XX, inspirou-se, basicamente, na nova história francesa e na historiografia social inglesa. Autores, como Foucault, Le Goff, Thompson e Hobsbawm, por caminhos distintos, abriram aos historiadores brasileiros a possibilidade do alargamento dos conceitos de política e história.

(FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de Ensino de História.)

Assinale a alternativa que indica, de forma CORRETA, obras publicadas por esses autores.

 

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1072588 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Ao circular socialmente, um texto pode cumprir diversos propósitos. No que se refere ao Texto 1, alguns de seus propósitos são:

1. fomentar uma intensa polarização política no interior da sociedade brasileira.

2. gerar reflexão acerca dos efeitos que têm preconceitos e discriminações na internet.

3. revelar resultados surpreendentes de pesquisa inédita realizada no Brasil.

4. defender a proibição da utilização das redes sociais nas disputas políticas.

Estão CORRETOS, apenas:

 

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1071349 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Em artigo sobre os estudos referentes ao Brasil Colônia, Stuart Schwartz afirmou que: “Até recentemente, a historiografia brasileira tratava, preferencialmente, de assuntos relativos à economia política, pacto colonial, questões concernentes à escravidão e anomalias decorrentes de uma sociedade multirracial... Se este consenso dominou o pensamento histórico brasileiro por meio século, ele passa hoje por uma séria revisão.”

(SCHWARTZ, S. B. Mentalidades e estruturas sociais no Brasil colonial: uma resenha coletiva.)

Esse revisionismo levou diversos acadêmicos a ampliarem o campo de pesquisa, fazendo com que temas ainda não explorados, ou ainda pouco estudados, como as relações de gênero, relações familiares, processos educacionais, passassem a ocupar um espaço cada vez maior nos encontros acadêmicos e na produção historiográfica do Brasil Colonial. Sobre esses temas, assinale as afirmativas abaixo:

I. Apesar de a sociedade colonial, em finais do século XVIII, ainda ser bastante tradicional, no que tange à matéria de educação, não criava obstáculos às crianças de cor e às filhas do concubinato.

II. As ideias sobre a educação das moças tinham como objetivo o aprimoramento e a maior rentabilidade das duas funções primordiais da mulher: guardiã da economia doméstica, mentora dos filhos.

III. Em relação à mulher, a igreja entendia que confinada em casa, delimitada pela privacidade doméstica, esta, de maneira geral, e sobretudo a mãe, poderia fazer o trabalho de base para o estabelecimento do edifício familiar. Assim, “ser mãe de família” passa a ser gradualmente uma meta de contornos muito bem definidos.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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A Prática pedagógica deve levar em consideração a relação professor/aluno. Essa relação tem um papel significativo no processo de ensino e aprendizagem, superando a visão de reprodução do conhecimento, sendo fundamental que o professor realize a mediação pedagógica. A ação do professor, no processo de mediação, deve prover

I. condições para que os alunos atinjam os objetivos pretendidos nas ações planejadas.

II. orientação, acompanhamento, avaliação e mediação docente em parceria com os alunos.

III. a todos os alunos os conteúdos dados em anos anteriores, complementando a formação requerida em cada nível de ensino.

IV. a superação da concepção de transferência de conteúdo e criar possibilidades para produção e construção do conhecimento.

V. informações ao setor administrativo escolar de dados necessários para que os alunos possam participar de todos os eventos escolares.

Estão CORRETOS, apenas, os itens

 

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1066783 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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“A partir da metade do século XVIII, o processo de acumulação de velocidade para partida é tão nítido que historiadores mais velhos tenderam a datar a revolução industrial de 1760. Mas uma investigação cuidadosa levou a maioria dos estudiosos a localizar como decisiva a década de 1780 e não, a de 1760, pois foi, então que, até onde se pode distinguir, todos os índices estatísticos relevantes deram uma guinada repentina, brusca e quase vertical para a "partida". A economia, por assim dizer, voava.”

(HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções.)

Em relação à Revolução Industrial, assinale a alternativa CORRETA.

 

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1066071 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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Observe a ilustração abaixo:

Enunciado 1066071-1

Sobre a liberdade de expressão e censura no Brasil, analise as afirmativas abaixo:

I. Não se pode falar em censura no Período Colonial, pois o fato de as primeiras tipografias terem sido instaladas a partir de 1808, inviabilizava que a coroa lusitana tivesse tais preocupações.

II. A efetiva abolição da censura prévia, no Brasil, acontecerá ainda na primeira metade do século XIX, como desdobramento da Revolução Liberal do Porto. A partir daí, a imprensa pôde agir de forma livre, sem que houvesse qualquer tipo de punição para os possíveis excessos cometidos pelo autor, editor e impressor.

III. Com o objetivo de aperfeiçoar e ampliar as atividades do Departamento Nacional de Propaganda, Vargas criou, em dezembro de 1939, o Departamento de Imprensa e Propaganda. O DIP tornou-se o órgão coercitivo máximo da liberdade de pensamento e expressão durante o Estado Novo e o porta-voz autorizado do regime.

IV. Quando o Ato Institucional número 5 foi decretado, as atividades censórias já se encontravam sendo realizadas, demonstrando que antes mesmo do AI-5, estas já eram praticadas. A censura à imprensa, durante os dez anos de vigência do AI-5, faz com que este seja o mais prolongado período de censura da história do Brasil independente.

Estão CORRETAS apenas

 

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1055029 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a síntese da principal ideia veiculada no Texto 1.

 

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1054961 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
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“...ao contrário das universidades, via de regra, nossas escolas são meros espaços de transmissão de uma ou outra leitura historiográfica que, fragmentada e simplificada, acaba muitas vezes impondo uma versão como sendo a verdade histórica sobre determinados temas.” (FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de Ensino de História.)

Em relação à História, analise as afirmativas abaixo:

I. Pode-se conceber a História como o estudo da experiência humana no passado e no presente.

II. A História busca compreender as diversas maneiras como homens e mulheres viveram e pensaram suas vidas e a de suas sociedades por meio do tempo e do espaço.

III. O estudo da História é fundamental para perceber o movimento e a diversidade, possibilitando comparações entre grupos e sociedades nos diversos tempos e espaços.

Está CORRETO o que se afirma em

 

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