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Foram encontradas 34 questões.

Uma banca na feira vende tomate, batata e cebola de duas qualidades, tipo 1 e tipo 2. Sabe-se que o preço dos legumes do tipo 1 custam 20% a mais do que os produtos do tipo 2. O preço do tomate tipo 1 é R$ 6,00, da batata tipo 1 é R$ 3,60 e da cebola tipo 2 é R$ 2,00. Qual a expressão algébrica que representa uma compra de x quilos de tomate do tipo 2, y quilos de batata do tipo 1 e z quilos de cebola do tipo 1?

 

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Uma casa de festas precisa separar balas em pacotes com a mesma quantidade. São quatro tipos de balas: 2400 balas de morango, 400 balas de maçã, 800 balas de menta e 1400 balas de chocolate. Sabendo-se que em cada pacote não se pode misturar tipos de balas diferentes, qual a quantidade mínima de pacotes que é necessária para colocar todas as balas?

 

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Em um sorteio, foram disponibilizadas 40 bolinhas numeradas sequencialmente de 1 até 40. Uma aposta consiste em 4 números na qual o 1º número pertence à 1ª dezena (de 1 a 10), o 2º número pertence à 2ª dezena (11 a 20), o 3º número pertence à 3ª dezena (21 a 30) e o 4º número pertence à 4ª dezena (31 a 40). Além disso, numa aposta, não se pode repetir a mesma unidade, por exemplo, se uma aposta possui o número 1, então não poderá ter 11, nem 21 e nem 31. Respeitando-se os critérios descritos acima, qual a quantidade máxima de apostas distintas é possível fazer?

 

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O quadro abaixo apresenta o valor do quilo (em reais) de 5 produtos de acordo com a qualidade.

Arroz

Feijão

Café

Batata

Soja

Tipo A

3,00

5,00

15,00

3,50

4,00

Tipo B

2,45

4,10

13,00

3,00

3,50

João comprará 2 quilos de cada produto utilizando o seguinte critério para escolher entre os tipos A e B: se o produto Tipo A for mais de 20% mais caro que o produto Tipo B, ele comprará o produto tipo B, senão ele comprará o produto Tipo A. Quanto custará a compra de João?

 

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Dois amigos, Paulo e José, decidiram disputar uma corrida em uma pista (oval) de atletismo com 400 metros de comprimento. Ambos partem do mesmo ponto inicial ao mesmo tempo. Como Paulo já treina há mais tempo, ele demora 80 segundos para completar cada volta, enquanto que José demora 100 segundos para completar cada volta. Na primeira vez em que os dois se reencontrarem no ponto de partida, quantas voltas Paulo terá corrido a mais que José?

 

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Um time de handebol é composto por 13 atletas. Destes, 3 são goleiros e o restante são jogadores de linha. Sabendo-se que o jogo inicia com 7 atletas e apenas um destes 7 é goleiro, ou seja, 1 goleiro e mais 6 jogadores de linha, quantas formações diferentes podemos ter para esse time começar o jogo?

 

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Marcos estava participando de um jogo de dado. Este jogo consiste em jogar 10 vezes um dado (com 6 faces) numerado em cada uma de suas faces com números de 1, 2, 3, 4, 5 e 6. Marcos obteve os seguintes números: 1, 6, 2, 3, 3, 1, 5, 4, 2 e 2. Considerando o conjunto dos números sorteados { 1, 6, 2, 3, 3, 1, 5, 4, 2, 2}, a média aritmética e a mediana desse conjunto, nesta ordem, são:

 

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Considere o texto abaixo para responder às questões de 1 a 10.



Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

A linguagem do texto é corretamente definida na alternativa:

 

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Considere o texto abaixo para responder às questões de 1 a 10.



Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

No trecho “qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados”, a oração iniciada pelo pronome que:

 

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Considere o texto abaixo para responder às questões de 1 a 10.



Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

No período “O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida” (terceiro parágrafo), a conjunção mas estabelece relação de:

 

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