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Considere o texto abaixo para responder às questões de 1 a 10.



Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

A linguagem do texto é corretamente definida na alternativa:

 

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Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

No trecho “qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados”, a oração iniciada pelo pronome que:

 

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Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

No período “O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida” (terceiro parágrafo), a conjunção mas estabelece relação de:

 

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Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

A interpretação do texto em seu conjunto resulta no entendimento de que, para o articulista:

 

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Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

Na primeira frase do texto, a forma verbal trata-se indica que:

 

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O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

No trecho “funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência”, existe uma:

 

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Trata-se de uma ideia antiga, que volta e meia ressurge no debate econômico brasileiro. Ela visa essencialmente proteger a autoridade monetária de interferências indesejadas do poder político eleito.

O pressuposto é que os tecnocratas encarregados de governar o Banco Central – os integrantes da diretoria do órgão – devem ficar inteiramente livres para implementar a política monetária e combater a inflação de acordo com o que recomenda a teoria econômica. Para alcançar esse desiderato, seria supostamente essencial assegurar mandatos fixos para o presidente e diretores do Banco Central. Atualmente, a diretoria da instituição é demissível ad nutum.

(...)

É duvidoso. Não parece recomendável isolar a política monetária e outras políticas exercidas pelo Banco Central – as decisões na área cambial, a supervisão e a regulação do sistema financeiro, entre outras – das políticas econômicas do poder político eleito. No nosso país, a inexistência de mandatos fixos para as autoridades monetárias funciona, na realidade, como contrapeso a uma outra influência, raramente destacada: a dos bancos sobre o Banco Central. O contrapeso é frágil, mas funciona em alguma medida.

Tradicionalmente, as discussões sobre a independência do Banco Central em relação ao poder político eleito têm servido como uma espécie de cortina de fumaça para ocultar outra questão, provavelmente mais relevante: a sua dependência em relação às instituições financeiras privadas.

O problema está no controle informal dos grandes bancos sobre as nomeações para os cargos de direção do Banco Central. Nos bastidores vigora um regime de indicações e vetos que conduz à seguinte situação: a designação de profissionais identificados com os interesses, os preconceitos e a visão de mundo do mercado, afastando-se, assim, qualquer risco de decisões que possam eventualmente perturbar os interesses financeiros privados.

As diretorias do Banco Central têm sido dominadas quase sempre por pessoas com esse perfil, isto é, economistas e outros profissionais oriundos do sistema financeiro ou que têm esse sistema como destino. Por exemplo, o atual presidente do Banco Central vem do Itaú. Não me surpreenderia que voltasse para lá.



(Paulo Nogueira Batista Jr. “Independência para o BC?”. Em Carta Capital, 12/12/2018, p. 29)

A alternativa que melhor define o tema do texto é:

 

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1509917 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FACEPE
Orgão: Pref. Carvalhópolis-MG
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O intragrupo sempre encontra razões para considerar-se superior. O exemplo histórico mais extremo dessa tendência é, obviamente, a criação de um extragrupo por Adolf Hitler. Retratado como sub-humano, o extragrupo intensificava a solidariedade e a autoapreciação do intragrupo. É um truque tão velho quanto a humanidade, mas na verdade essa psicologia pode preceder nossa espécie. Além da mera identificação com o grupo, que é disseminada nos animais, existem duas outras características que temos em comum com os chimpanzés. A primeira, como vimos, é a aversão ao extragrupo a ponto de desumanizá-lo (ou “deschimpanzá-lo”). O abismo entre intragrupo e extragrupo é tão enorme que a agressão enquadra-se em categorias: uma, contida e ritualizada; a outra, generalizada, gratuita e letal.

O outro fenômeno extragrupo ainda mais perturbador que emergiu em Gombe envolveu chimpanzés que se conheciam. Ao longo dos anos, uma comunidade dividiu-se em duas facções, a norte e a sul, e por fim acabaram formando duas comunidades distintas. Esses chimpanzés haviam brincado juntos, (...) se reconciliado depois de brigas, partilhado carne e vivido em harmonia. Mesmo assim, as facções começaram a lutar. Os pesquisadores viram, chocados, antigos amigos beberem o sangue uns dos outros. Nem os membros mais velhos da comunidade foram deixados em paz. Um macho de aparência extremamente frágil, Goliath, foi arrastado e esmurrado durante vinte minutos. Qualquer associação com o inimigo motivava o ataque. Se chimpanzés em patrulha encontrassem ninhos de dormir recentes em uma árvore na região de fronteira, começavam a fazer demonstrações de agressividade, arrancavam os ramos e destruíam todos os ninhos do inimigo.

Portanto, o “nós contra eles” entre os chimpanzés é uma distinção socialmente construída, na qual até indivíduos bem conhecidos podem tornar-se inimigos se por acaso andarem com a turma errada ou viverem na área errada. Nos humanos, grupos étnicos que costumavam se dar relativamente bem podem repentinamente voltar-se uns contra os outros, como hutus e tutsis em Ruanda e sérvios, croatas e muçulmanos na Bósnia. Que tipo de comutador mental é acionado para mudar as atitudes das pessoas? E que tipo de comutador transforma chimpanzés colegas de grupo em inimigos mortais? Desconfio que os comutadores atuam de modo semelhante nos humanos e nos outros grandes primatas. E também que são controlados pela percepção dos interesses compartilhados versus interesses concorrentes. Enquanto os indivíduos veem um propósito comum, suprimem sentimentos negativos. Mas, assim que o propósito comum desaparece, as tensões afloram.

(DE WAAL, F. Eu, primata. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 170-171)

O tema do texto é melhor definido na alternativa:

Questão Anulada

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