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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Urupês
Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.
Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.
A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.
Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.
De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.
Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.
Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!
(Monteiro Lobato)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Urupês
Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.
Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.
A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.
Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.
De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.
Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.
Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!
(Monteiro Lobato)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Urupês
Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.
Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.
A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.
Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.
De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.
Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.
Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!
(Monteiro Lobato)
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I. Pasárgada de Ciro, o adjunto se justifica já que a tumba de Ciro, o Grande, é o monumento mais importante do local.
lI. "Senti na redondilha a primeira célula de um poema" inspiração a partir da escansão.
IlI. O poeta, por problema de saúde, que o impediram de viver, posta-se como um fracassado.
IV. "e sim a 'minha Pasárgada" tem relação semântica antagônica à frase de Machado de Assis: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria".
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"Guardei no fundo da mala
Um raminho de alecrim."
Todas as afirmativas estão corretas, com exceção de:
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