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Foram encontradas 657 questões.

3796236 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Ao ler Água Funda, de Ruth Guimarães, o professor identificou figuras de linguagem, mas equivocou-se ao nomear:
 

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3796235 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Não há relação da Escola com as características em:
 

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3796234 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Resenha é um gênero textual que tem como finalidade um breve comentário, descrição ou enumeração de obras culturais ou eventos, para que o leitor se sinta, ou não, convencido a consumir o produto. Sobre esse gênero, não se pode afirmar que:
 

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3796233 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Urupês 


Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.

Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.

A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.

Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.

De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.

Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.

Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!

(Monteiro Lobato)

Não analisa corretamente o excerto e seu autor, a alternativa:
 

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3796232 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Urupês 


Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.

Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.

A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.

Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.

De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.

Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.

Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!

(Monteiro Lobato)

O glossário está inadequado em:
 

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3796231 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Urupês 


Quando Pedro I lança aos ecos o seu grito histórico e o país desperta estrovinhado à crise duma mudança de dono, o caboclo ergue-se, espia e acocora-se de novo.

Pelo treze de maio, mal esvoaça-se o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça, imagina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo.

A 15 de Novembro troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança. O caboclo não dá pela coisa.

Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem características da espécie.

De pé ou sentado, as ideias se lhe entramam, a língua emperra e não há de dizer coisa com coisa.

Nos mercados para onde leva a quitanda domingueira, é de cócoras, como um faquir de Bramaputra, que vigia os cachinhos de brejaúva ou o feixe de três palmitos.

Pobre Jeca Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!

(Monteiro Lobato)

Não está analisado corretamente o termo do penúltimo parágrafo:
 

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3796230 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
" ... Esse nome de Pasárgada, que significa 'campo dos persas' ou 'tesouro dos persas', suscitou na minha imaginação uma paisagem fabulosa, um país de delícias [...]. Mais de vinte anos depois, quando eu morava só na minha casa da Rua do Curvelo (Rio de Janeiro), num momento de fundo desânimo, da mais aguda sensação de tudo o que eu não tinha feito na minha vida por motivo da doença, saltou-me de súbito do subconsciente esse grito estapafúrdio: 'Vou-me embora p'ra Pasárgada!' Senti na redondilha a primeira célula de um poema, e tentei realizá-lo, mas fracassei [...]. Alguns anos depois, em idênticas circunstâncias de desalento e tédio, me ocorreu o mesmo desabafo de evasão da 'vida besta'. Desta vez o poema saiu sem esforço como se já estivesse pronto dentro de mim. Gosto desse poema porque vejo nele, em escorço, toda a minha vida; e, também, porque parece que nele soube transmitir a tantas outras pessoas a visão e promessa da minha adolescência, essa Pasárgada onde podemos viver pelo sonho o que a vida madrasta não nos quis dar. Não sou arquiteto, como meu pai desejava, não fiz nenhuma casa, mas reconstruí e 'não como forma imperfeita neste mundo de aparências', uma cidade ilustre, que hoje não é mais a Pasárgada de Ciro, e sim a minha "Pasárgada".
(Manuel Bandeira. Itinerário de Pasárgada. Rio de Janeiro. Nova Fronteira; Brasília, INL, 1984) 
Não exemplifica a função da linguagem presente no excer to:
 

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3796229 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
" ... Esse nome de Pasárgada, que significa 'campo dos persas' ou 'tesouro dos persas', suscitou na minha imaginação uma paisagem fabulosa, um país de delícias [...]. Mais de vinte anos depois, quando eu morava só na minha casa da Rua do Curvelo (Rio de Janeiro), num momento de fundo desânimo, da mais aguda sensação de tudo o que eu não tinha feito na minha vida por motivo da doença, saltou-me de súbito do subconsciente esse grito estapafúrdio: 'Vou-me embora p'ra Pasárgada!' Senti na redondilha a primeira célula de um poema, e tentei realizá-lo, mas fracassei [...]. Alguns anos depois, em idênticas circunstâncias de desalento e tédio, me ocorreu o mesmo desabafo de evasão da 'vida besta'. Desta vez o poema saiu sem esforço como se já estivesse pronto dentro de mim. Gosto desse poema porque vejo nele, em escorço, toda a minha vida; e, também, porque parece que nele soube transmitir a tantas outras pessoas a visão e promessa da minha adolescência, essa Pasárgada onde podemos viver pelo sonho o que a vida madrasta não nos quis dar. Não sou arquiteto, como meu pai desejava, não fiz nenhuma casa, mas reconstruí e 'não como forma imperfeita neste mundo de aparências', uma cidade ilustre, que hoje não é mais a Pasárgada de Ciro, e sim a minha "Pasárgada".
(Manuel Bandeira. Itinerário de Pasárgada. Rio de Janeiro. Nova Fronteira; Brasília, INL, 1984) 
Há identificação errada do sentido do marcador:
 

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3796228 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
" ... Esse nome de Pasárgada, que significa 'campo dos persas' ou 'tesouro dos persas', suscitou na minha imaginação uma paisagem fabulosa, um país de delícias [...]. Mais de vinte anos depois, quando eu morava só na minha casa da Rua do Curvelo (Rio de Janeiro), num momento de fundo desânimo, da mais aguda sensação de tudo o que eu não tinha feito na minha vida por motivo da doença, saltou-me de súbito do subconsciente esse grito estapafúrdio: 'Vou-me embora p'ra Pasárgada!' Senti na redondilha a primeira célula de um poema, e tentei realizá-lo, mas fracassei [...]. Alguns anos depois, em idênticas circunstâncias de desalento e tédio, me ocorreu o mesmo desabafo de evasão da 'vida besta'. Desta vez o poema saiu sem esforço como se já estivesse pronto dentro de mim. Gosto desse poema porque vejo nele, em escorço, toda a minha vida; e, também, porque parece que nele soube transmitir a tantas outras pessoas a visão e promessa da minha adolescência, essa Pasárgada onde podemos viver pelo sonho o que a vida madrasta não nos quis dar. Não sou arquiteto, como meu pai desejava, não fiz nenhuma casa, mas reconstruí e 'não como forma imperfeita neste mundo de aparências', uma cidade ilustre, que hoje não é mais a Pasárgada de Ciro, e sim a minha "Pasárgada".
(Manuel Bandeira. Itinerário de Pasárgada. Rio de Janeiro. Nova Fronteira; Brasília, INL, 1984) 
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.

I. Pasárgada de Ciro, o adjunto se justifica já que a tumba de Ciro, o Grande, é o monumento mais importante do local.
lI. "Senti na redondilha a primeira célula de um poema" inspiração a partir da escansão.
IlI. O poeta, por problema de saúde, que o impediram de viver, posta-se como um fracassado.
IV. "e sim a 'minha Pasárgada" tem relação semântica antagônica à frase de Machado de Assis: "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria".
 

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3796227 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Leia o texto "Canção de Exílio", de José Paulo Paes, e responda o que se pede no comando da questão.
Canção do Exílio
José Paulo Paes (1926-98)
Um dia segui viagem
sem olhar sobre meu ombro.
Não vi terras de passagem
Não vi glórias nem escombros.
Guardei no fundo da mala
Um raminho de alecrim.
Apaguei a luz da sala
Que ainda brilhava por mim.
Fechei a porta da rua
a chave joguei no mar.
Andei tanto nesta rua
que já não sei mais voltar.
(PAES, José Paulo. Prosas Seguidas de Odes Mínimas) 
Leia o excerto seguinte e analise o que se pede.

"Guardei no fundo da mala
Um raminho de alecrim."

Todas as afirmativas estão corretas, com exceção de:
 

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