Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
No que tange o Decreto Municipal n.º 22247/2022, recebidas as soluções, a Comissão Especial de Análise de Soluções Inovadoras avaliará as proposições e formalizará sua análise em parecer técnico no qual conste:
I. Verificação quanto aos critérios e diretrizes estabelecidos no edital de chamamento público.
Il. Sugestão quanto à convocação de interessados para teste das soluções inovadoras.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
Qual das seguintes alternativas apresenta o princípio da Governança Pública, em Caxias do Sul/RS, compreendido como a obrigação que têm as pessoas ou entidades às quais se tenham confiado recursos de assumir as responsabilidades de ordem fiscal, gerencial e programática que lhes foram conferidas e de informar o cumprimento dessas responsabilidades a quem lhes delegou?
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
Acerca das classes gramaticais de palavras e expressões do texto, analise as partes que seguem:
(1º parte): Em Porém, nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes (I.57-58), o verbo preferimos está no presente do indicativo e o vocábulo Porém é classificado como conjunção.
(2º parte): Em Hoje os jovens não consideram a posse um benefício (I.3-4), a palavra Hoje é classificada como advérbio de tempo, enquanto a palavra não consiste em uma preposição.
(3º parte): Em quem o visita são as amigas da jovem inquilina (I.47-48), a palavra o é classificada como artigo definido, assim como as.
Das partes, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
Em Estávamos apenas sendo previdentes (l. 14-15), o sujeito do verbo Estávamos é classificado como ______, assim como em ______.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
No trecho Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender o único lugar que tem para voltar!” (l. 11-12), o termo rebuliço, à luz do contexto, pode ser interpretado como:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
O título do texto alude ao fato de que a geração da narradora “prefere os finais felizes”, o que denota uma cosmovisão ancorada em valores como estabilidade, proteção e previsibilidade. Considerando o desfecho narrativo, infere-se que o “final feliz” a que a narradora faz referência consiste em:
I. A decisão da amiga de alienar o imóvel e investir os recursos na constituição de um empreendimento próprio, alcançando, assim, autonomia financeira e ausência de arrependimentos.
Il. A preservação do bem imóvel por parte da amiga, circunstância que lhe permitiu proporcionar respaldo material à filha, validando, portanto, a preocupação da geração Baby Boomer com garantias concretas.
III. A aceitação da amiga em atender às ponderações das demais, priorizando sua autodeterminação e demonstrando que a liberdade decisória malogra sobre critérios de segurança patrimonial.
Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
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Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
No que se refere à classificação sintática e gramatical de termos da oração, em O apartamento continua pequeno (l. 47), a palavra pequeno é:
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Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
O texto apresenta uma forte relação de amizade entre a narradora e suas quatro melhores amigas, mostrando como suas opiniões influenciam as decisões umas das outras. Nesse sentido, analise as seguintes assertivas:
I. As amigas da narradora empenharam-se em demover sua colega da intenção de alienar o apartamento, uma vez que não depositavam confiança na durabilidade do novo vínculo amoroso estabelecido por ela.
Il. A opção por locar o referido imóvel, em detrimento de sua venda, revelou-se providencial, pois culminou em benefício inesperado à filha da proprietária.
IIl. O círculo de amigas manifestou arrependimento por ter intervido na decisão da colega, reconhecendo retrospectivamente que a venda poderia ter implicado maior proveito econômico.
Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes
1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.
2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.
3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um
4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que
S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de
6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.
7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em
8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem
9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu
10 apartamento à venda.
11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender
12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou
13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo
14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo
15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem
16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado
17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar
18 Um passo desses se não estivesse absolutamente
19 confiante.
20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de
21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas
22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e
23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o
24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,
25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua
26 recuperação em caso de emergência. Emergência
27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.
28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade
29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o
30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13
31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar
32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue
33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em
34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela
35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido
36 o apartamento naquela época, teria capital para
37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse
38 vivendo hoje com mais folga no orçamento
39 No entanto, ela alugou o apartamento, como
40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas
41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.
42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por
43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às
44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem
45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas
46 roupas e os planos incertos para o futuro.
47 O apartamento continua pequeno, e agora quem
48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na
49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso
50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se
51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,
52 que investir em experiências é mais enriquecedor do
53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,
54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de
55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à
56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.
57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,
58 preferimos os Finais felizes
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)
O texto evidencia um antagonismo geracional quanto à valoração atribuída à posse de bens patrimoniais. À luz dessa divergência de perspectivas, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
() Os indivíduos pertencentes à Geração Z percebem a aquisição de um imóvel como condição sine qua non para a estabilidade financeira, contrapondo-se à geração da narradora, cuja ênfase recai sobre vivências subjetivas e autonomia existencial,
() A interlocutora da narradora, ao alienar seu apartamento, revela afinidade com os pressupostos da Geração Z, notadamente no que tange à primazia conferida às experiências em detrimento da acumulação material.
() As companheiras da narradora, vinculadas à geração dos Baby Boomers, evidenciam uma postura de cunho conservador, ao recomendarem a preservação do imóvel como salvaguarda de segurança futura.
() A narradora, integrante da Geração Z, endossa a decisão da amiga de se desfazer do apartamento, com base na convicção de que a posse de bens materiais não constitui requisito imprescindível à realização pessoal.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de baixo para cima, os parênteses acima?
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Considere que um usuário decidiu utilizar o navegador Mozilla Firefox (em português) no computador. A partir disso, considerando a navegação, analise as assertivas a seguir.
I. Para abrir uma nova aba, deve-se clicar no sinal de mais (+) à esquerda da última aba. O cursor de teclado é posicionado na barra de endereços, assim pode-se logo começar a digitar uma busca ou um endereço de site (URL).
Il. Para fechar várias abas ao mesmo tempo, deve-se manter pressionada a tecla Alt enquanto clica em cada aba para selecionar as abas que se deseja fechar. Depois deve-se clicar da mesma forma em qualquer uma dessas abas e escolher Fechar abas para fechar as abas selecionadas.
Ill. Se foram abertas mais abas do que cabe na barra de abas, aparecem botões de rolagem de abas em cada extremidade. Ao clicar neles, a barra de abas desliza para a esquerda ou direita.
A partir da análise das assertivas acima, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S):
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