Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
Para responder às questões 31 a 40, leia o texto abaixo.
Ennui (In)
Clark Ashton Smith
- In the alcove whose curtains are cloth-of-gold, and
- whose pillars are fluted sapphire, reclines the
- emperor Chan, on his couch of ebony set with opals
- and rubies, and cushioned with the furs of unknown
- and gorgeous beasts. With implacable and weary
- gaze, from beneath unmoving lids that seem carven
- of purple-veined onyx, he stares at the crystal
- windows, giving upon the infinite fiery azures of a
- tropic sky and sea. Oppressive as nightmare, a
- formless nameless fatigue, heavier than any burden
- the slaves of the mines must bear, lies forever at his
- heart: all deliriums of Love and wine, the agonizing
- ecstasy of drugs, even the deepest and the faintest
- pulse of delight or pain-all are proven, all are futile,
- for the outworn but insatiate emperor. Even for a new
- grief, or a subtler pang than any felt before, he thinks,
- lying on his bed of ebony, that he would give the
- silver and vermilion of all his mines, with the crowded
- caskets, the carcanets and crowns that lie in his most
- immemorial treasure-vault, Vainly, with the verse of
- the more inventive poets, the fanciful purple-
- threaded fabrics of the subtlest looms, the unfamiliar
- gems and minerals from the uttermost land, the pallid
- leaves and blood-like petals of a rare and venomous
- blossom-vainly, with all these, and many stranger
- devices, wilder, more wonderful diversions, the
- slaves and sultanas have sought to alleviate the iron
- hours. One by one he has dismissed them with a
- weary gesture. And now, in the silence of the heavily
- curtained alcove, he lies alone, with the canker of
- ennui at his heart, like the undying mordant worm at
- the heart of the dead.
Fonte: http://www eldritchdark.com/writings/prose-poetry-plays/13/ennui-%28in%29
Which lexical item among the options below may, through its orthographic or phonetic resemblance to a Portuguese term, mislead an uncritical L2 reader into a false cognate interpretation when considered in isolation? Mark the CORRECT alternative, considering T for True and F for False.
( ) canker (/.30).
( ) mineral (/.23).
( ) mordant (/.31).
( ) crown (/.19).
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
Para responder às questões 31 a 40, leia o texto abaixo.
Ennui (In)
Clark Ashton Smith
- In the alcove whose curtains are cloth-of-gold, and
- whose pillars are fluted sapphire, reclines the
- emperor Chan, on his couch of ebony set with opals
- and rubies, and cushioned with the furs of unknown
- and gorgeous beasts. With implacable and weary
- gaze, from beneath unmoving lids that seem carven
- of purple-veined onyx, he stares at the crystal
- windows, giving upon the infinite fiery azures of a
- tropic sky and sea. Oppressive as nightmare, a
- formless nameless fatigue, heavier than any burden
- the slaves of the mines must bear, lies forever at his
- heart: all deliriums of Love and wine, the agonizing
- ecstasy of drugs, even the deepest and the faintest
- pulse of delight or pain-all are proven, all are futile,
- for the outworn but insatiate emperor. Even for a new
- grief, or a subtler pang than any felt before, he thinks,
- lying on his bed of ebony, that he would give the
- silver and vermilion of all his mines, with the crowded
- caskets, the carcanets and crowns that lie in his most
- immemorial treasure-vault, Vainly, with the verse of
- the more inventive poets, the fanciful purple-
- threaded fabrics of the subtlest looms, the unfamiliar
- gems and minerals from the uttermost land, the pallid
- leaves and blood-like petals of a rare and venomous
- blossom-vainly, with all these, and many stranger
- devices, wilder, more wonderful diversions, the
- slaves and sultanas have sought to alleviate the iron
- hours. One by one he has dismissed them with a
- weary gesture. And now, in the silence of the heavily
- curtained alcove, he lies alone, with the canker of
- ennui at his heart, like the undying mordant worm at
- the heart of the dead.
Fonte: http://www eldritchdark.com/writings/prose-poetry-plays/13/ennui-%28in%29
In the sentence Oppressive as nightmare, a formless nameless fatigue, heavier than any burden the slaves of the mines must bear, lies forever at his heart (/.19-12), the simile "Oppressive as nightmare” performs a distinct textual function. It primarily acts as a(n) ____________, designed to accentuate the atmosphere of metaphysical oppression and existential suffocation permeating the emperor's condition, rather than to ____________, to ___________, or to _________. Which option correctly completes the blanks in order? Mark the CORRECT alternative.
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Considere a sequência definida por:
an = an\( \cdot \) 1+ 2an\( \cdot \) 2, n \( \in \) N
Se a1 = 1 e a2 = 3, qual o valor de a7?
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
Analise os verbos destacados quanto às suas desinências modo-temporais e número-pessoais, e assinale a alternativa CORRETA.
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
Considerando a estrutura sintática da oração Uma infecção é uma bactéria no lugar errado (/.39-40), assinale a alternativa INCORRETA quanto à identificação dos termos da oração.
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
Analise as assertivas a seguir, com base no emprego e classificação gramatical das palavras no texto: (1º parte): Em trilhões de bactérias (/.37-536), o vocábulo trilhões é um numeral coletivo, indicando quantidade imprecisa e numerosa; (2º parte): Em que habitam nossa microbiota (/.38), o vocábulo que funciona como pronome relativo; (3º parte): No trecho somos envoltos pela microvida (/40-41), a palavra envoltos é um adjetivo usado em construção passiva, concordando com o sujeito oculto nós; (4º parte): Em onde todos ganham (1.19), O termo onde é um advérbio de lugar, utilizado para introduzir uma circunstância espacial literal,
Das partes, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
Com base no texto de Mário Corso, analise o significado assumido pelas palavras e expressões destacadas em seu contexto original e assinale a alternativa INCORRETA.
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
No texto, o autor contrapõe a concepção hegemônica da natureza — pautada pela lógica do conflito e da supremacia — a uma perspectiva alternativa, sustentada por evidências biológicas de cooperação e coexistência simbiótica. Considerando o percurso argumentativo do autor, analise as assertivas a seguir:
I. O comportamento denominado mobbing, embora recorrente em contextos etológicos, é preterido nas representações documentais da vida animal, o que contribui para a perpetuação de uma narrativa centrada na competição e na hierarquia de forças.
Il. O autor descreve os liquens como organismos rudimentares e ecologicamente periféricos, cuja função se limita à erosão física de superfícies rochosas.
III. A insistência em interpretar a natureza sob a ótica do embate continuo revela uma projeção antropocêntrica, na qual se espelham os valores de dominação e individualismo próprios das sociedades humanas contemporâneas.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
No decorrer do texto, o autor problematiza uma visão tradicional da natureza, contrapondo-a a uma perspectiva menos difundida. Considerando essa argumentação, é possível inferir que:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
De qual natureza falamos?
1 A representação corriqueira que temos da natureza
2 é de uma luta de todos contra todos, quem se descuida
3 vira almoço de outro. Natureza seria selva, valeria a lei
4 do mais forte.
5 Os documentários sobre a vida selvagem sublinham
6 essa tese. O que mais vemos são os animais mais
7 fortes predando os mais fracos. Estranhamente, não
8 mostram a associação dos mais fracos para intimidar e
9 repelir os mais fortes. Embora o mobbing — termo em
10 etologia para esse comportamento antipredador —,
11 seja comum, raramente é mostrado.
12 Esse pensamento de hierarquia de domínio é tão
13 forte, que quando os biólogos entenderam o que é um
14 liquen, a associação de uma alga com um fungo,
15 imaginaram um fungo parasitando uma alga. Foi no
16 estudo dos liquens que surgiu o conceito de simbiose
17 — que quer dizer viver junto. Mais tarde, surgiu o
18 conceito de mutualsmo, uma simbiose sem
19 parasitismo, onde todos ganham.
20 Nunca subestimem os liquens, eles recobrem 8% da
21 superfície do planeta. Geralmente estão sobre rochas,
22 não só como suporte, eles se alimentam delas também.
23 Parte da porção de minerais necessários, que estão em
24 nosso corpo, um dia foi líquen. Eles arrancaram esses
25 minerais da pedra.
26 Um liquen é um microcosmo de seres díspares, que
27 se separam há milhões de anos na árvore da vida, mas
28 depois convergiram cooperando para seguirem vivos.
29 A partir deles não dá mais para entender a natureza
30 apenas como competição e conflito. O desconcerto
31 com essa forma de vida seguiu, existem mais formas
32 de vida associadas na composição, como leveduras,
33 cianobactérias, bactérias que executam uma função
34 especializadas dentro de uma arquitetura de
35 “condomínio”.
36 Isso está mais perto de nós do que imaginamos. A
37 ciência tem descoberto como o arranjo das trilhões de
38 bactérias que habitam nossa microbiota intestinal é
39 essencial para a vida humana. Uma infecção é uma
40 bactéria no lugar errado, pois somos envoltos pela
41 microvida em equilíbrio na mucosa e na pele.
42 A natureza, como todos contra todos, é apenas uma
43 parte da verdade. A insistência em conceber a natureza
44 apenas como conflito é uma projeção das relações
45 predadoras humanas. Espelhamos na natureza o
46 faroeste social que criamos entre nós.
Autor: Mário Corso — GZH (adaptado)
Assinale a alternativa que identifica corretamente o tipo de vocábulo conforme sua origem ou formação, de acordo com o uso no texto.
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