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O ensino de gêneros textuais tem papel central na formação da competência discursiva dos alunos, pois contribui para o desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita, escuta e oralidade em contextos reais de uso da língua. Com base nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir:
|. O ensino de gêneros textuais deve restringir-se à reprodução de modelos fixos, sem considerar a variação linguística ou os contextos sociocomunicativos, a fim de garantir a normatização da escrita formal.
Il. A abordagem de gêneros textuais no ensino da Língua Portuguesa permite que os estudantes reconheçam as intenções do autor, a organização estrutural e os elementos linguísticos característicos de cada tipo textual, ampliando sua competência comunicativa.
III. O trabalho com gêneros textuais no ambiente escolar deve considerar as condições de produção, circulação e recepção dos textos, possibilitando ao aluno compreender suas finalidades comunicativas e o papel social que desempenham.
Com base na análise das afirmativas, pode-se afirmar que:
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A análise e a compreensão dos gêneros textuais são essenciais para o desenvolvimento das habilidades de leitura e produção textual. Esses gêneros, presentes tanto na lingua falada quanto na escrita, apresentam caracteristicas distintas e se adaptam conforme o contexto comunicativo. A seguir, são apresentadas algumas afirmativas sobre aspectos dos gêneros textuais e da linguagem, que envolvem suas caracteristicas, funções e formas de uso. Com base nos conhecimentos adquiridos sobre o tema, julgue as assertivas como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O texto descritivo é utilizado apenas para narrar fatos, sem a necessidade de detalhamento de personagens ou ambientes, como no texto narrativo.
( ) O mesmo género textual pode assumir diferentes formatos e estruturas, dependendo do suporte em que é veiculado e das práticas sociais que o constituem.
( ) A linguagem oral não exige coesão nem coerência, já que as interações orais são menos formais e, portanto, mais flexíveis.
( ) O desenvolvimento de diferentes gêneros textuais exige a adequação da linguagem ao contexto e à finalidade comunicativa.
( ) Os gêneros textuais são estruturas fixas e invariáveis, sendo definidos unicamente por sua forma linguística e gramatical.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Considere o texto que é apresentado abaixo:

Autor: Petro Soldi
Sobre o texto, analise o que é afirmado nas assertivas que seguem e julgue-as com V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A tipologia textual predominante é a injuntiva, uma vez que o texto tem como objetivo principal instruir o leitor sobre como preservar o meio ambiente.
( ) A crítica presente na charge é construída apenas por meio de elementos não verbais, o que demonstra o poder expressivo da linguagem visual.
( ) A ausência de linguagem verbal na charge impede que o leitor compreenda a crítica feita pelo autor, tornando a mensagem ambígua.
( ) A charge apresenta uma sequência de imagens que revela um processo de degradação ambiental provocado pela ação humana.
( ) A progressão das imagens transmite uma crítica à exploração predatória da natureza, sem a necessidade de palavras.
( ) A presença do trator como elemento recorrente nas cenas sugere a intervenção mecânica e industrial no meio ambiente natural.
Qual das seguintes alternativas preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
No trecho Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não leva em conta sequer fatores anatômicos (/19-20), o porque foi utilizado corretamente, segundo as regras da língua portuguesa. Nesse sentido, assinale a única alternativa em que o uso dos porquês está INCORRETO.
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
No trecho a incidência desses e de outros males é mais alta em obesos (/.35-36), o adjetivo sublinhado está no grau ________ por sua vez, há grau superlativo absoluto sintético em _________.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
As palavras são acentuadas por diferentes regras da língua portuguesa. Nesse sentido, sobre a acentuação de palavras do texto, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:
( ) até (/.9) é acentuada por ser uma monossilaba tônica.
( ) saúde (/.18) é acentuada para marcar o hiato a-ú, garantindo a separação silábica adequada.
( ) têm (/.8) é acentuada para diferenciar-se de tem, indicando que o sujeito da oração está no plural.
( ) médicos (/1) recebe acento por ser uma proparoxítona, ou seja, sua silaba tônica está na antepenúltima silaba.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de baixo para cima, os parênteses acima?
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
No periodo Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela hipertensão arterial (/.33-34), as palavras sublinhadas exercem, respectivamente, nas suas orações, as funções de:
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
No desenvolvimento do texto, o autor reconhece que a obesidade pode amplificar a probabilidade de determinadas enfermidades. À luz dessa consideração, analise as assertivas a seguir:
I. A obesidade guarda correlação estatisticamente significativa com a incidência de doenças crônicas não transmissíveis.
Il. Todo indivíduo clinicamente classificado como obeso desenvolve, invariavelmente, quadros patológicos de alta gravidade, o que justifica a consagração universal da obesidade como uma entidade nosológica autônoma.
IIl. O autor problematiza a classificação da obesidade como doença, sobretudo nos cenários em que não se evidenciam comorbidades clínicas nem comprometimentos funcionais mensuráveis.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
Em norte-americanos (/.14) há o uso correto do hifen, pois adjetivos pátrios compostos que começam com os elementos “norte”, "sul", "leste" e “oeste” devem manter o hifen. Nesse contexto, assinale a alternativa em que o uso do hífen também está CORRETO.
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.
O equívoco do IMC
1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a
2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso
3 cuidado com generalizações desse tipo.
4 O critério mais aceito para definir obesidade se
5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura
6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas
7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um
8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm
9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com
10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais
11 podem pesar 200 quilos.
12 Se rotularmos como doentes todos os que caem
13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos
14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A
15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará
16 restrito a uma minoria.
17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único
18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,
19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não
20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a
21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,
22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais
23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como
24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados
25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.
26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade
27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais
28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem
29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro
30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam
31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são
32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?
33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela
34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques
35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência
36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas
37 estaria justificado classificar a obesidade como uma
38 patologia médica no caso dos que não apresentam
39 nenhuma dessas complicações?
40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco
41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela
42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer
43 — como se fossem estados mórbidos, quando na
44 realidade não o são.
Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)
O autor problematiza a adoção do Índice de Massa Corporal (IMC) como parâmetro absoluto para a classificação do estado de saúde de um individuo. Considerando a crítica central formulada no texto, analise as partes que seguem:
(1º parte): O IMC revela-se destituído de robustez epistemológica e, à luz das limitações conceituais que o fragilizam, deve ser prontamente desqualificado como ferramenta confiável para fins de avaliação clínica criteriosa.
(2º parte): A crítica mais substancial dirigida ao IMC reside em sua incapacidade de incorporar variáveis determinantes como a composição corporal individual e o nível de exigência metabólica decorrente da prática de atividade física, circunstância que o torna susceptível a induzir a classificações diagnósticas equivocadas, muitas vezes estigmatizando indivíduos | metabolicamente saudáveis como clinicamente comprometidos.
(3º parte): A rejeição ao IMC, por vezes, se ancora na equivocada suposição de que quadros de obesidade são ontologicamente compatíveis com um estado de saúde plena, o que implicaria, sob tal perspectiva, a desnecessidade de monitoramento clínico especializado.
Das partes, NÃO se pode afirmar que:
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