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“João era um marido exemplar, carinhoso,
incapaz de matar uma mosca. Um dia, Maria
precisou ir ao mercado e pediu ao bom homem:
- João, meu amor, não tire os olhos do Juninho, enquanto vou ao mercado, certo?
- Oh, Maria, você sabe que eu não mato uma mosca. Acha que teria a coragem de tirar os olhos do meu próprio filho?”
(ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica, p. 81 – Adaptado)
No texto acima, o humor decorre do seguinte recurso de linguagem:
- João, meu amor, não tire os olhos do Juninho, enquanto vou ao mercado, certo?
- Oh, Maria, você sabe que eu não mato uma mosca. Acha que teria a coragem de tirar os olhos do meu próprio filho?”
(ILARI, Rodolfo. Introdução à semântica, p. 81 – Adaptado)
No texto acima, o humor decorre do seguinte recurso de linguagem:
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Assinale a alternativa em cujo enunciado a
palavra destacada é um modalizador, ou seja, não
remete a nenhum elemento da frase, expressando
uma postura do locutor.
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Assinale a alternativa que apresenta um
enunciado totalmente correto em relação ao
emprego dos sinais de pontuação.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
No trecho acima, transcrito do texto, as formas verbais destacadas exprimem ações:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, introduzem respectivamente os sentidos de:
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A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
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A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola
A chegada da inteligência artificial (IA) ao campo educacional trouxe muitos benefícios. Mas,
e as emoções? Até agora, o debate público tem se concentrado em sua capacidade de personalizar
conteúdos, automatizar tarefas ou melhorar o desempenho acadêmico, mas a conversa tem deixado de
lado questões importantes. Por exemplo: como essa integração tecnológica afeta emocionalmente
professores e alunos? Quais implicações sociais e de bem-estar decorrem de seu uso crescente nas salas
de aula? Uma tecnologia que não sente pode nos ajudar a cultivar emoções, vínculos e bem-estar na
escola?
O Relatório ODITE 2025 (Inteligências conectadas: como a IA está redefinindo a aprendizagem
personalizada) alerta sobre o foco excessivo nos benefícios técnicos da IA (como a personalização da
aprendizagem ou suas vantagens operacionais), em detrimento de uma análise mais profunda dos riscos
e incertezas, especialmente os de natureza socioemocional. Esse desequilíbrio na análise revela uma
necessidade urgente: repensar o impacto da IA para além do rendimento acadêmico. (...)
A entrada da inteligência artificial nas salas de aula não modifica apenas as dinâmicas pedagógicas.
Ela atinge em cheio os aspectos mais sensíveis da vida escolar: as emoções, os vínculos e o bem-estar
de quem ensina e aprende. Assim, frente à narrativa otimista que exalta a personalização e a eficiência,
surgem vozes que alertam sobre os efeitos colaterais invisíveis que acompanham essa transformação
(sem questionar a tecnologia em si, mas como ela é usada e com quais propósitos). O especialista em
educação e tecnologia Carlos Magro resume e analisa essas posturas em Desta vez vai funcionar, um
dos capítulos do relatório ODITE. (...)
Sob essa ótica, a IA não é neutra: ela molda relações, define prioridades e afeta subjetividades.
Por isso, propõe Magro, pensar seu impacto emocional e social exige recuperar uma pedagogia do
vínculo, em que estudantes e professores não sejam usuários passivos da tecnologia, mas protagonistas
conscientes de uma educação que não sacrifique o bem-estar em nome da eficiência. (...)
PROFUTURO. A inteligência artificial e seu impacto no bem-estar emocional na escola. 25 abr. 2025. Disponível em <https://profuturo.education/pt-br/observatorio/tendencias/a-inteligencia-artificial-e-seu-impacto-no-bem-estar-emocional-na-escola/> .
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Você trabalha em uma editora e tem um prazo curto para formatar um livro no Microsoft Word. A
formatação consiste em aumentar o tamanho da fonte dos títulos dos capítulos, de 14 para 16, e os
títulos das seções, de 12 para 14. Esse livro possui muitas seções e capítulos, e você não conseguirá
cumprir o prazo se formatar manualmente um por um. Considere que os capítulos e seções estão em
negrito e que todo o restante do documento está em fonte 11 e estilo normal.
Você decide utilizar um comando do Word que permite selecionar vários trechos de texto ao mesmo tempo, seguindo uma lógica de formatação. Com base nas informações, selecione a alternativa que apresenta a solução correta, mais rápida e eficiente, para executar essa tarefa:
Você decide utilizar um comando do Word que permite selecionar vários trechos de texto ao mesmo tempo, seguindo uma lógica de formatação. Com base nas informações, selecione a alternativa que apresenta a solução correta, mais rápida e eficiente, para executar essa tarefa:
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Rick estava lendo uma matéria sobre a navegação na internet e descobriu que a URL é um elemento
essencial para acessar páginas da web. Qual é o conceito de URL? Assinale a alternativa correta.
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A planilha abaixo apresenta os valores de vendas
realizadas por três vendedores durante os três
primeiros meses do ano:
Na célula E2, deseja-se calcular a soma das vendas de Ana nos três meses. A fórmula utilizada foi:
=B2+C2+D2
Para calcular a soma das vendas de Bruno e Carla, essa fórmula foi copiada para as células E3 e E4. Considerando que a fórmula utiliza apenas referências relativas, qual será a fórmula nas células E3 e E4, respectivamente?
Assinale a alternativa correta:
Na célula E2, deseja-se calcular a soma das vendas de Ana nos três meses. A fórmula utilizada foi:
=B2+C2+D2
Para calcular a soma das vendas de Bruno e Carla, essa fórmula foi copiada para as células E3 e E4. Considerando que a fórmula utiliza apenas referências relativas, qual será a fórmula nas células E3 e E4, respectivamente?
Assinale a alternativa correta:
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