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Considerando os dados epidemiológicos, a etiologia e
os quadros clínicos relativos à depressão, assinale a
alternativa correta.
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Em relação às características biológicas, aos períodos
de incubação e às formas de transmissão da Doença
de Chagas, analise as assertivas e assinale a
alternativa correta.
I. O período de incubação da Doença de Chagas varia de acordo com a via de infecção, sendo de 4 a 15 dias na transmissão vetorial, de 3 a 22 dias na via oral e de até 20 dias na infecção acidental.
II. Na transmissão vetorial, o parasita Trypanosoma cruzi é inoculado diretamente no hospedeiro pela saliva do triatomíneo durante o ato da picada, enquanto na transmissão acidental a contaminação ocorre pela manipulação de animais silvestres ou material em laboratórios.
III. A transmissão por transfusão de sangue ou transplante de órgãos apresenta o maior tempo de incubação entre as vias com prazo fixado, variando de 30 a 40 dias ou mais; já a transmissão vertical pode ocorrer em qualquer momento da gestação ou no parto.
IV. Apenas os triatomíneos em fase adulta são hematófagos e capazes de transmitir o Trypanosoma cruzi, visto que as ninfas ainda não desenvolveram o aparelho bucal hematófago e não atuam como vetores da doença.
I. O período de incubação da Doença de Chagas varia de acordo com a via de infecção, sendo de 4 a 15 dias na transmissão vetorial, de 3 a 22 dias na via oral e de até 20 dias na infecção acidental.
II. Na transmissão vetorial, o parasita Trypanosoma cruzi é inoculado diretamente no hospedeiro pela saliva do triatomíneo durante o ato da picada, enquanto na transmissão acidental a contaminação ocorre pela manipulação de animais silvestres ou material em laboratórios.
III. A transmissão por transfusão de sangue ou transplante de órgãos apresenta o maior tempo de incubação entre as vias com prazo fixado, variando de 30 a 40 dias ou mais; já a transmissão vertical pode ocorrer em qualquer momento da gestação ou no parto.
IV. Apenas os triatomíneos em fase adulta são hematófagos e capazes de transmitir o Trypanosoma cruzi, visto que as ninfas ainda não desenvolveram o aparelho bucal hematófago e não atuam como vetores da doença.
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A hanseníase é uma doença infecciosa crônica de
notificação compulsória que apresenta aspectos
epidemiológicos, clínicos e terapêuticos específicos
descritos pelo Ministério da Saúde. De acordo com os
textos oficiais constantes nas imagens
disponibilizadas, assinale a alternativa correta.
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Com base nas diretrizes do Ministério da Saúde
sobre o acompanhamento do Pré-natal na Atenção
Primária à Saúde, assinale a alternativa incorreta.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as
lacunas.
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação da Criança do Ministério da Saúde (2026), aos 9 meses de idade devem ser administradas a vacina __________ (3ª dose) e a vacina __________ (1ª dose).
De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação da Criança do Ministério da Saúde (2026), aos 9 meses de idade devem ser administradas a vacina __________ (3ª dose) e a vacina __________ (1ª dose).
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Considerando os aspectos epidemiológicos,
etiológicos e clínicos da Síndrome de Guillain-Barré,
assinale a alternativa incorreta.
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Com base nas informações e diretrizes do Ministério
da Saúde sobre as etapas e manifestações clínicas da
infecção pelo HIV e desenvolvimento da Aids,
assinale a alternativa incorreta.
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A Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção
da Aterosclerose (2025) estabelece metas
terapêuticas para os níveis lipídicos e recomendações
de redução percentual do LDL-colesterol (LDL-c),
de acordo com a estratificação do risco
cardiovascular do indivíduo. Com base nessas
recomendações, informe se é verdadeiro (V) ou falso
(F) para o que se afirma e assinale a alternativa com
a sequência correta.
( ) Em indivíduos classificados com risco cardiovascular extremo, recomenda-se meta de LDL-c inferior a 40 mg/dL e de não-HDL-c inferior a 70 mg/dL.
( ) Para pacientes classificados com risco cardiovascular alto, as metas recomendadas são LDL-c inferior a 50 mg/dL e não-HDL-c inferior a 80 mg/dL.
( ) Em indivíduos classificados com risco cardiovascular intermediário ou baixo, recomendase uma redução percentual do LDL-c de, no mínimo, 30%.
( ) Indivíduos classificados nos estratos de risco cardiovascular alto, muito alto ou extremo apresentam recomendação de redução percentual do LDL-c de, no mínimo, 50%.
( ) Em indivíduos classificados com risco cardiovascular extremo, recomenda-se meta de LDL-c inferior a 40 mg/dL e de não-HDL-c inferior a 70 mg/dL.
( ) Para pacientes classificados com risco cardiovascular alto, as metas recomendadas são LDL-c inferior a 50 mg/dL e não-HDL-c inferior a 80 mg/dL.
( ) Em indivíduos classificados com risco cardiovascular intermediário ou baixo, recomendase uma redução percentual do LDL-c de, no mínimo, 30%.
( ) Indivíduos classificados nos estratos de risco cardiovascular alto, muito alto ou extremo apresentam recomendação de redução percentual do LDL-c de, no mínimo, 50%.
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O acolhimento e a triagem inicial dos pacientes com
queixa de dor torácica nas unidades de emergência
constituem etapas cruciais para a identificação
precoce de patologias com elevado risco de
mortalidade. De acordo com a Diretriz Brasileira de
Atendimento à Dor Torácica na Unidade de
Emergência (2025), a sistematização do primeiro
atendimento e a aplicação de algoritmos de triagem
estruturados buscam otimizar o tempo porta-conduta e padronizar o cuidado pré e intra-hospitalar. A respeito das definições conceituais,
metodologias de triagem, temporalidades e
correlações clínicas dispostas na referida diretriz,
analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O termo “first medical contact” (FMC) se refere ao primeiro contato com profissional ou serviço de saúde, idealmente realizado no ambiente préhospitalar, sendo que, na unidade de emergência, esse atendimento inicial pode ser conduzido tanto por um profissional médico quanto por um não médico, a exemplo do enfermeiro responsável pela triagem.
II. O protocolo de triagem de Manchester opera por meio de um código de cinco cores e, ao ser aplicado em pacientes apresentando dor torácica ou sintoma equivalente sugestivo de isquemia, os profissionais de saúde devem atribuir os níveis de prioridade “vermelho” ou “laranja”, garantindo que a realização do eletrocardiograma (ECG) ocorra dentro dos primeiros 10 minutos em ambas as classificações.
III. A metodologia do protocolo de triagem de Manchester foi concebida no ano de 1997, na cidade de Manchester, Inglaterra, e sua introdução de forma efetiva no sistema de saúde brasileiro ocorreu aproximadamente 10 anos após sua criação.
IV. O protocolo institucional de dor torácica atua como um dispositivo rígido que substitui a necessidade da avaliação clínica individual do paciente, dispensando o julgamento médico direto a fim de assegurar a padronização absoluta do fluxo assistencial.
V. Entre as condições agudas de risco imediato de óbito que exigem tomada de decisão célere sobre o início de terapias específicas, destacam-se as síndromes aórticas agudas (dissecção, aneurisma e hematoma), a Síndrome Coronariana Aguda (angina instável e infarto agudo do miocárdio), o Tromboembolismo Pulmonar (TEP) e o pneumotórax hipertensivo.
I. O termo “first medical contact” (FMC) se refere ao primeiro contato com profissional ou serviço de saúde, idealmente realizado no ambiente préhospitalar, sendo que, na unidade de emergência, esse atendimento inicial pode ser conduzido tanto por um profissional médico quanto por um não médico, a exemplo do enfermeiro responsável pela triagem.
II. O protocolo de triagem de Manchester opera por meio de um código de cinco cores e, ao ser aplicado em pacientes apresentando dor torácica ou sintoma equivalente sugestivo de isquemia, os profissionais de saúde devem atribuir os níveis de prioridade “vermelho” ou “laranja”, garantindo que a realização do eletrocardiograma (ECG) ocorra dentro dos primeiros 10 minutos em ambas as classificações.
III. A metodologia do protocolo de triagem de Manchester foi concebida no ano de 1997, na cidade de Manchester, Inglaterra, e sua introdução de forma efetiva no sistema de saúde brasileiro ocorreu aproximadamente 10 anos após sua criação.
IV. O protocolo institucional de dor torácica atua como um dispositivo rígido que substitui a necessidade da avaliação clínica individual do paciente, dispensando o julgamento médico direto a fim de assegurar a padronização absoluta do fluxo assistencial.
V. Entre as condições agudas de risco imediato de óbito que exigem tomada de decisão célere sobre o início de terapias específicas, destacam-se as síndromes aórticas agudas (dissecção, aneurisma e hematoma), a Síndrome Coronariana Aguda (angina instável e infarto agudo do miocárdio), o Tromboembolismo Pulmonar (TEP) e o pneumotórax hipertensivo.
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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h)
configura-se como um dos pilares da Política
Nacional de Atenção às Urgências do Ministério da
Saúde, integrando a rede de serviços préhospitalares fixos voltados ao atendimento das
urgências e concentrando as demandas de
complexidade intermediária. A respeito do fluxo de
atendimento, da estrutura de governança, bem como
dos processos de implantação, habilitação e
qualificação dessas unidades no âmbito do Sistema
Único de Saúde (SUS), analise as assertivas e assinale
a alternativa incorreta.
I. A UPA 24h presta atendimento a pacientes com condições clínicas graves e não graves, além de realizar o primeiro atendimento a casos cirúrgicos e traumáticos, estabilizando os pacientes, efetuando a avaliação diagnóstica inicial e promovendo o encaminhamento para unidades de referência quando necessário.
II. O processo de habilitação de uma UPA 24h é realizado de forma centralizada e exclusiva pelo Ministério da Saúde em Brasília, sendo vedada às Secretarias Estaduais de Saúde a análise e aprovação dos requerimentos de habilitação.
III. A definição de implantação de uma UPA 24h em dada região de saúde passa pelos Planos de Ação Regional de Atenção às Urgências, os quais são amplamente discutidos e aprovados na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para posterior encaminhamento ao Ministério da Saúde.
IV. A qualificação consiste no processo pelo qual o serviço já homologado cumpre requisitos específicos estabelecidos em Portaria, fazendo jus a um incremento nos valores de custeio, devendo ser renovada a cada três anos mediante novo processo de avaliação pela CGURG.
V. O componente de pronto atendimento articula-se organicamente na rede de atenção, integrando-se com a atenção básica, hospitalar, domiciliar e com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).
I. A UPA 24h presta atendimento a pacientes com condições clínicas graves e não graves, além de realizar o primeiro atendimento a casos cirúrgicos e traumáticos, estabilizando os pacientes, efetuando a avaliação diagnóstica inicial e promovendo o encaminhamento para unidades de referência quando necessário.
II. O processo de habilitação de uma UPA 24h é realizado de forma centralizada e exclusiva pelo Ministério da Saúde em Brasília, sendo vedada às Secretarias Estaduais de Saúde a análise e aprovação dos requerimentos de habilitação.
III. A definição de implantação de uma UPA 24h em dada região de saúde passa pelos Planos de Ação Regional de Atenção às Urgências, os quais são amplamente discutidos e aprovados na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) para posterior encaminhamento ao Ministério da Saúde.
IV. A qualificação consiste no processo pelo qual o serviço já homologado cumpre requisitos específicos estabelecidos em Portaria, fazendo jus a um incremento nos valores de custeio, devendo ser renovada a cada três anos mediante novo processo de avaliação pela CGURG.
V. O componente de pronto atendimento articula-se organicamente na rede de atenção, integrando-se com a atenção básica, hospitalar, domiciliar e com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).
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