Magna Concursos

Foram encontradas 35 questões.

729662 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Read the text that follows:
Nearly three-quarters of American mothers with children at home are employed. That fact doesn‘t necessarily make it any easier for mothers to drop a toddler at day care or miss school plays. The mommy wars might seem like a relic of the 1990s, but 41 percent of adults say the increase in working mothers is bad for society, while just 22 percent say it is good, according to the Pew Research Center.
Yet evidence is mounting that having a working mother has some economic, educational and social benefits for children of both sexes. That is not to say that children do not also benefit when their parents spend more time with them —they do. But we make trade-offs in how we spend our time, and research shows that children of working parents also accrue benefits.
In a new study of 50,000 adults in 25 countries, daughters of working mothers completed more years of education, were more likely to be employed and in supervisory roles and earned higher incomes. Having a working mother didn‘t influence the careers of sons, which researchers said was unsurprising because men were generally expected to work — but sons of working mothers did spend more time on child care and housework.
Some of these effects were strong in the United States. Here, daughters of working mothers earned 23 percent more than daughters of stay-at-home mothers, after controlling for demographic factors, and sons spent seven and a half more hours a week on child care and 25 more minutes on housework.
"Part of this working mothers‘ guilt has been, 'Oh, my kids are going to be so much better off if I stay home,‘ but what we‘re finding in adult outcomes is kids will be so much better off if women spend some time at work" said Kathleen McGinn, a professor at Harvard Business School and an author of the study, which is part of the school‘s new gender initiative, to be announced Monday, for researching and discussing gender issues.
"This is as close to a silver bullet as you can find in terms of helping reduce gender inequalities, both in the workplace and at home," she said.
(The Upshot/ MAY 15, 2015 access June, !$ 1^{st} !$) 2015)
Which of the following assertions is NOT TRUE in relation to the working mothers‘ context described in the text:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa em que o referente NÃO foi corretamente identificado entre parênteses é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
724655 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Read the two sentences below and mark the alternative that completes them CORRECTLY.
You in such a terrible situation if you to my warning.
If my application for the grant , I my education in the States.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A estrutura do Sistema Educacional Brasileiro atual é resultado de uma série de mudanças ao longo da história da educação no Brasil e, para compreendê-la, é fundamental conhecer os principais aspectos que contextualizam suas fases. Fazendo uma retrospectiva, pode-se identificar alguns aspectos que foram essenciais para o seu desenvolvimento, como a evolução populacional ocorrida entre os anos 1920 e 1950.
Enunciado 724526-1
Analise as proposições a seguir, considerando a evolução histórica da educação brasileira e as informações do quadro acima.
I- A taxa de analfabetismo na década de 50 não diminuiu em relação à década anterior.
II- A educação brasileira comportou-se como um instrumento de mobilidade da democracia social.
III- Os primeiros Sistemas Educacionais no Brasil tiveram um caráter excludente, desfavorecendo a grande massa popular e garantindo o acesso à educação somente à elite brasileira.
IV- A urbanização e a industrialização foram fatores que influenciaram a escolarização da população, pois, entre os anos de 1920 e 1940, a taxa de urbanização dobrou e o analfabetismo sofreu uma sensível queda.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96) aponta que o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas