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O Texto II servirá para a resolução da questão.
Texto II
Violação Ética e Exercício Ilegal da Profissão: O Caso da Estudante de Fonoaudiologia
Em novembro de 2025, na cidade de Campina Grande (PB), a operação STUDEN realizada de forma conjunta pela Polícia
Civil e pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia da 4ª Região flagrou uma estudante de fonoaudiologia, ainda no início do curso,
realizando avaliações audiométricas em uma clínica de saúde ocupacional sem qualquer habilitação legal ou supervisão profissional. A
investigação, iniciada após denúncias, constatou que a estudante atuava como se fosse fonoaudióloga, expondo usuários a riscos e
caracterizando exercício ilegal da profissão. Aação resultou na prisão em flagrante e reforçou a importância da fiscalização profissional
para a garantia da segurança da população e do cumprimento das normas éticas que regulam o exercício da Fonoaudiologia no Brasil.
Fonte: PB AGORA. Estudante de Fonoaudiologia é presa em flagrante durante ação contra exercício ilegal da profissão em Campina Grande. Paraíba, 2025. Disponível
em: https://www.pbagora.com.br/noticia/policial/estudante-de-fonoaudiologia-e-presa-em-flagrante-durante-acao-contra-exercicio-ilegal-da-profissao-em-campinagrande/. Acesso em: 14/11/2025.
Fonte: AITH, Fernando Mussa Abujamra et al. Public interest in the Brazilian health professions regulation. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 27, e3114, 2019.
Diante do caso apresentado e da perspectiva ética que rege a atuação profissional do fonoaudiólogo, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Segundo o Ministério da Saúde, dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) indicam que, em 2022, cerca de
11,4% dos nascimentos no Brasil foram prematuros, proporção superior à média global de 10% estimada pela Organização Mundial da
Saúde (OMS). Esse cenário reforça a crescente demanda por equipes especializadas nas Unidades Neonatais dos serviços municipais.
Considerando esse contexto epidemiológico, as evidências científicas e os princípios da fonoaudiologia hospitalar na assistência a
recém-nascidos pré-termo (RNPT), assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC: Estatísticas Vitais 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC: Estatísticas Vitais 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
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Leia o Texto I para responder a questão.
Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com
Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas
escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações
pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes
de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o
acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central
para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem
sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o
diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
Fonte: LEINWEBER, J.; ALBER, B.; BARTHÉL, M.; WHILLIER, A. S.; WITTMAR, S.; BORGETTO, B.; STARKE, A. Technology use in speech and language t h e r a p y : d i g i t a l p a r t i c i p a t i o n s u c c e e d s t h r o u g h a c c e p t a n c e a n d u s e o f t e c h n o l o g y . Frontiers in Communication, v. 8, art. 1176827, 2023.
Considerando o contexto e as evidências de contribuição trazidas pela tecnologia para o avanço do acompanhamento oferecido pelos fonoaudiólogos, assinale a alternativa CORRETA.
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Leia o Texto I para responder a questão.
Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com
Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas
escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações
pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes
de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o
acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central
para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem
sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o
diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
Fonte: NASCIMENTO, D. V. N.; MECHI-SILVA, W.; NAKAMURA, G. Dimensionamento profissional da Fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde: desafios e perspectivas para a força de trabalho. 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/codas/a/ppvSvYqgGBkhGNQJwD5KfJw/?format=html&lang=pt >. Acesso em: 15/11/2025.
Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.
I- A insuficiência de fonoaudiólogos na Atenção Primária decorre principalmente da escolha dos próprios profissionais, que têm priorizado o setor privado em busca de maior retorno financeiro, deixando de integrar serviços públicos essenciais e contribuindo para o atraso no diagnóstico e na continuidade do cuidado de crianças com AFI.
II- O dimensionamento da força de trabalho em Fonoaudiologia no SUS deve incorporar variáveis epidemiológicas, demanda populacional e distribuição etária, permitindo ajustar a oferta profissional às necessidades específicas de grupos vulneráveis.
III- A existência de protocolos nacionais consolidados para a distribuição de fonoaudiólogos nos diferentes níveis de atenção reduz significativamente a desigualdade regional, assegurando parâmetros uniformes de planejamento em todo o território brasileiro.
IV- Políticas públicas como eMulti, Atenção Domiciliar e a Política Nacional de Cuidados Paliativos ampliam o escopo da atuação fonoaudiológica e exigem modelos de dimensionamento que considerem múltiplos contextos assistenciais e práticas interprofissionais.
V- A falta de informações sistematizadas sobre carga de trabalho, necessidades locais e perfis epidemiológicos compromete o planejamento em Saúde Coletiva e limita a organização de redes de atenção para condições de alta complexidade, como a AFI.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Leia o Texto I para responder a questão.
Texto I
Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ
Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com
Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas
escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações
pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes
de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o
acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central
para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.
Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem
sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o
diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
Fonte: LIMA, R. C.; ASSIS, G. J. A.; PEREIRA, M. E. C. Efeitos do ensino de relações condicionais sobre a produção de fala em uma criança com apraxia de fala na infância. Revista CEFAC, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 974-983, 2015.
Com base nessas informações e nos estudos acerca da Apraxia da Fala da infância, assinale a alternativa CORRETA.
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Estudos atuais sobre o tratamento de crianças com Paralisia Cerebral permitem a identificação de técnicas que são mais recomendadas
para a utilização nessa condição de saúde, com base nos objetivos do tratamento, preferências da família/paciente e disponibilidade de
recursos humanos e estrutura, como recomenda a prática em saúde baseada em evidências.
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que quando o desfecho pretendido é/são:
Nesse contexto, é CORRETO afirmar que quando o desfecho pretendido é/são:
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As complicações decorrentes do tratamento do câncer de mama, incluindo procedimentos cirúrgicos, quimioterapia e radioterapia,
demandam abordagem fisioterapêutica baseada em evidências científicas e adequada às diferentes fases do tratamento oncológico.
Considerando as condutas fisioterapêuticas indicadas, é CORRETO afirmar que:
Considerando as condutas fisioterapêuticas indicadas, é CORRETO afirmar que:
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Diversos são os recursos disponíveis dentro do arsenal fisioterapêutico para utilização nas diferentes fases de reabilitação. Contudo,
para que estes sejam efetivos, o fisioterapeuta precisa entender os seus efeitos fisiológicos, tendo como base a análise prévia de suas
evidências.
Sobre o tratamento fisioterapêutico nas lesões do joelho, é CORRETO afirmar que:
Sobre o tratamento fisioterapêutico nas lesões do joelho, é CORRETO afirmar que:
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O sistema COFFITO / CREFITO's é composto pelo Conselho Federal e os Conselhos Regionais. Em conjunto, possuem o dever de
regulamentar e fiscalizar o exercício da fisioterapia e da terapia ocupacional em todo o Brasil.
No que se refere à composição e ao tempo de mandato dos membros do Conselho Federal, é CORRETO afirmar que:
No que se refere à composição e ao tempo de mandato dos membros do Conselho Federal, é CORRETO afirmar que:
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Os efeitos favoráveis da reabilitação cardiovascular com ênfase nos exercícios físicos têm sido consistentemente documentados,
demonstrando significativas reduções da morbimortalidade cardiovascular e global, bem como da taxa de hospitalização, com
expressivo ganho de qualidade de vida. Considerando a divisão em fases, proposta pela Diretriz Brasileira de Reabilitação
Cardiovascular (2020), é CORRETO afirmar que:
Fonte: CARVALHO, T.; MILANI, M.; FERRAZ, A.S.; SILVEIRA, A.D.; HERDY, A.H.; HOSSI, C.A.C. et al. Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol., v. 114, n. 5, p. 943-987, 2020.
Fonte: CARVALHO, T.; MILANI, M.; FERRAZ, A.S.; SILVEIRA, A.D.; HERDY, A.H.; HOSSI, C.A.C. et al. Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular. Arq. Bras. Cardiol., v. 114, n. 5, p. 943-987, 2020.
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