Foram encontradas 50 questões.
Analise as afirmativas a seguir:
I. A sinestesia é a figura de linguagem que permite ao autor fazer um retrato escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o pronome, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, essa figura de linguagem permite ao leitor entender um contesto histórico e, por isso, a sinestesia é um elemento quase obrigatório em textos técnicos e científicos.
II. Em uma dissertação, a perífrase é utilizada para analisar, interpretar, explicar e avaliar dados da realidade. O autor, ao utilizar a perífrase, deve, obrigatoriamente, citar dados ou estatísticas que fundamentam a sua opinião. Ou seja, a perífrase requer um pouco de reflexão, pois as opiniões sobre os fatos e a postura crítica em relação ao que se discute têm grande importância.
III. Em um texto, os numerais podem ser usados para substituírem seus respectivos referentes textuais. Por exemplo: “não se pode dizer que toda a turma esteja mal preparada. Um terço pelo menos parece estar dominando o assunto”.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A sinestesia é a figura de linguagem que permite ao autor fazer um retrato escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o pronome, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, essa figura de linguagem permite ao leitor entender um contesto histórico e, por isso, a sinestesia é um elemento quase obrigatório em textos técnicos e científicos.
II. Em uma dissertação, a perífrase é utilizada para analisar, interpretar, explicar e avaliar dados da realidade. O autor, ao utilizar a perífrase, deve, obrigatoriamente, citar dados ou estatísticas que fundamentam a sua opinião. Ou seja, a perífrase requer um pouco de reflexão, pois as opiniões sobre os fatos e a postura crítica em relação ao que se discute têm grande importância.
III. Em um texto, os numerais podem ser usados para substituírem seus respectivos referentes textuais. Por exemplo: “não se pode dizer que toda a turma esteja mal preparada. Um terço pelo menos parece estar dominando o assunto”.
Marque a alternativa CORRETA:
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A Pedra do Reino
A obra “A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna, contém 85 folhetos (que representam capítulos), divididos em 5 partes, distribuídas em cerca de 600 páginas, dependendo da edição.
Sua estrutura é complexa, pois trata-se de um romance
heroico, composto por diversas narrativas de ação,
introduções pomposas e até mesmo poemas e versos. A
metalinguagem também está presente, já que é um livro
com muitas histórias, mas cujo foco principal é a escrita de
um livro pelo protagonista. Sendo assim, é uma história
dentro da história, uma narrativa de construção permanente
da política e do folclore do Brasil.
A obra se refere a fatos históricos da década de 1830,
quando uma seita foi responsável por derramar muito
sangue no Nordeste brasileiro. Mesmo ocorrendo um século
antes, esses acontecimentos são o pano de fundo do
misticismo e mistério que estão presentes na narrativa.
Também existe menção a outras passagens históricas do
Brasil, como a luta entre o cangaço e o exército e a Guerra de
Canudos, responsável por espalhar a filosofia sebastianista
pelo sertão brasileiro. Assim, o autor constrói a narrativa
inspirando-se nesses fatos e utilizando-os para compor sua
epopeia.
A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna, é uma obra única e
original na literatura brasileira. Ela trabalha com diversos
aspectos históricos e utiliza-se de tradições indígenas,
africanas e europeias, de vários tipos de texto e da
metalinguagem.
Além disso, há a escrita precisa do autor, fazendo com que
esse livro se torne uma obra tão profunda quanto Grande
Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, ao abordar assuntos
inerentes à condição humana através do misticismo e de
acontecimentos históricos do sertão brasileiro.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/31nW9Ux.
I. A obra “A Pedra do Reino” trabalha com diversos aspectos históricos e utiliza-se de tradições indígenas, africanas e europeias, de vários tipos de texto e da metalinguagem, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, os acontecimentos são o pano de fundo do misticismo e do mistério que estão presentes na narrativa de “A Pedra do Reino”, caracterizando um exemplo claro de terror psicológico com claras referências à mitologia de países europeus, como era de costume do estilo de Ariana Suassuna.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. De acordo com as informações apresentadas pelo texto, o Banco Central planeja, ainda em 2020, reduzir os juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos.
II. Segundo Mundstock, no texto, o cenário de taxa de juros zerada e alta dos preços da economia obrigaria uma alta muito rápida dos juros na sequência, e o Banco Central precisa agir de uma forma muito paciente.
III. Sempre que o Banco Central opta pela redução dos juros básicos, como aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o objetivo é estimular a economia nacional, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. A redução dos juros básicos no Brasil acontece porque o crédito mais barato tende a incentivar a produtividade e tolher o consumo das famílias, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
II. No texto, Mundstock afirma que é provável que no próximo encontro do Banco Central haja mais um corte na Selic, dependendo do desenrolar da crise do coronavírus. Esse novo corte, entretanto, não seria tão forte como foram os dois últimos, que foram de 0,75 ponto percentual.
III. O economista do Grupo Laatus, Igor Mundstock, classifica como “desejável” a queda da taxa de juros brasileira a um patamar abaixo de zero, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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São Bernardo
A obra “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, conta a história de Paulo Honório, um homem simples que, movido por uma ambição sem limites, acaba se transformando em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos trata o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, em que não há espaço nem para a amizade, nem para o amor.
Criado por uma negra doceira, Paulo Honório foi um menino
órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a
infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a
trabalhar no duro na roça até os dezoito anos. Nessa época,
ele esfaqueia João Fagundes, um homem que se envolve
com a mulher com quem Paulo Honório teve sua primeira
relação sexual. Então é preso e durante esse período
aprende a ler com o sapateiro Joaquim. A partir de então ele
passa somente a pensar em juntar dinheiro.
Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com o
agiota Pereira uma quantia em dinheiro e começa a negociar
gado e todo tipo de coisas pelo sertão. Assim, ele enfrenta
toda sorte de injustiças, fome e sede, passando por tudo isso
com muita frieza e utilizando de meios antiéticos, como
ameaças de morte e roubo. Após conseguir juntar algumas
economias, retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo
de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado.
Paulo consegue comprar a fazenda São Bernardo por um
preço irrisório.
Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório
manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue
expandir os limites das terras da São Bernardo. Através de
empréstimos bancários, investe em máquinas e na
plantação de algodão e mamona. Para escoar seus
produtos, Paulo Honório constrói estradas e passa a se
dedicar cada vez mais ao trabalho. E, para conseguir obter
tudo isso, ele comete as maiores injustiças e utiliza de todos
os meios que puder, garantindo impunidade através de uma
grande rede de relacionamentos.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j77vSN.
I. Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue expandir os limites das terras da fazenda São Bernardo, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, Paulo Honório trabalhou na roça até os dezoito anos, quando se mudou para a cidade grande e começou a almejar construir grandes prédios.
III. Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com o agiota Pereira uma quantia em dinheiro e começa a negociar gado e todo tipo de coisas pelo sertão, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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A Pedra do Reino
A obra “A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna, contém 85 folhetos (que representam capítulos), divididos em 5 partes, distribuídas em cerca de 600 páginas, dependendo da edição.
Sua estrutura é complexa, pois trata-se de um romance
heroico, composto por diversas narrativas de ação,
introduções pomposas e até mesmo poemas e versos. A
metalinguagem também está presente, já que é um livro
com muitas histórias, mas cujo foco principal é a escrita de
um livro pelo protagonista. Sendo assim, é uma história
dentro da história, uma narrativa de construção permanente
da política e do folclore do Brasil.
A obra se refere a fatos históricos da década de 1830,
quando uma seita foi responsável por derramar muito
sangue no Nordeste brasileiro. Mesmo ocorrendo um século
antes, esses acontecimentos são o pano de fundo do
misticismo e mistério que estão presentes na narrativa.
Também existe menção a outras passagens históricas do
Brasil, como a luta entre o cangaço e o exército e a Guerra de
Canudos, responsável por espalhar a filosofia sebastianista
pelo sertão brasileiro. Assim, o autor constrói a narrativa
inspirando-se nesses fatos e utilizando-os para compor sua
epopeia.
A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna, é uma obra única e
original na literatura brasileira. Ela trabalha com diversos
aspectos históricos e utiliza-se de tradições indígenas,
africanas e europeias, de vários tipos de texto e da
metalinguagem.
Além disso, há a escrita precisa do autor, fazendo com que
esse livro se torne uma obra tão profunda quanto Grande
Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, ao abordar assuntos
inerentes à condição humana através do misticismo e de
acontecimentos históricos do sertão brasileiro.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/31nW9Ux.
I. Na obra “A Pedra do Reino” existe menção a algumas passagens históricas do Brasil, como a luta entre o cangaço e o exército e a Guerra de Canudos, responsável por espalhar a filosofia sebastianista pelo sertão brasileiro, de acordo com o texto.
II. A escrita precisa do autor faz com que o livro “A Pedra do Reino” se torne uma obra tão profunda quanto Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, ao abordar assuntos inerentes à condição humana através do misticismo e de acontecimentos históricos do sertão brasileiro, de acordo com o texto.
III. De acordo com o texto, a obra “A Pedra do Reino” faz referência a fatos históricos da década de 1930, quando uma seita religiosa aliada da classe política foi responsável por derramar muito sangue no Nordeste brasileiro, através de ações criminosas e do conflito com o governo central.
Marque a alternativa CORRETA:
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São Bernardo
A obra “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, conta a história de Paulo Honório, um homem simples que, movido por uma ambição sem limites, acaba se transformando em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos trata o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, em que não há espaço nem para a amizade, nem para o amor.
Criado por uma negra doceira, Paulo Honório foi um menino
órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a
infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a
trabalhar no duro na roça até os dezoito anos. Nessa época,
ele esfaqueia João Fagundes, um homem que se envolve
com a mulher com quem Paulo Honório teve sua primeira
relação sexual. Então é preso e durante esse período
aprende a ler com o sapateiro Joaquim. A partir de então ele
passa somente a pensar em juntar dinheiro.
Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com o
agiota Pereira uma quantia em dinheiro e começa a negociar
gado e todo tipo de coisas pelo sertão. Assim, ele enfrenta
toda sorte de injustiças, fome e sede, passando por tudo isso
com muita frieza e utilizando de meios antiéticos, como
ameaças de morte e roubo. Após conseguir juntar algumas
economias, retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo
de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado.
Paulo consegue comprar a fazenda São Bernardo por um
preço irrisório.
Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório
manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue
expandir os limites das terras da São Bernardo. Através de
empréstimos bancários, investe em máquinas e na
plantação de algodão e mamona. Para escoar seus
produtos, Paulo Honório constrói estradas e passa a se
dedicar cada vez mais ao trabalho. E, para conseguir obter
tudo isso, ele comete as maiores injustiças e utiliza de todos
os meios que puder, garantindo impunidade através de uma
grande rede de relacionamentos.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j77vSN.
I. Logo no início da trama, Paulo Honório mata João Fagundes, um homem que se envolve com a prima de Paulo Honório e com quem ele teve sua primeira relação sexual, de acordo com o texto.
II. Após conseguir juntar algumas economias, Paulo Honório retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaPronomes
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Analise as afirmativas a seguir:
I. A coesão não constitui condição necessária nem suficiente para que um texto seja texto. No entanto, o uso de elementos coesivos dá ao texto mais legibilidade, explicitando os tipos de relações estabelecidas entre os elementos linguísticos que o compõem.
II. A metonímia é o processo de substituição de uma palavra por outra, fundamentada numa relação de contiguidade semântica. Ou seja, quando essas palavras não possuem qualquer relação de sentido entre si. Por exemplo: “O governo tem-se preocupado com os índices de inflação. O Planalto diz que não aceita qualquer remarcação de preço”.
III. A pronominalização é a substituição do referente por um pronome (ele, a, isso...) ou por um advérbio (aqui, ali, lá, aí). Por exemplo: “vitaminas fazem bem à saúde. Mas não devemos tomá-las ao acaso”.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A coesão não constitui condição necessária nem suficiente para que um texto seja texto. No entanto, o uso de elementos coesivos dá ao texto mais legibilidade, explicitando os tipos de relações estabelecidas entre os elementos linguísticos que o compõem.
II. A metonímia é o processo de substituição de uma palavra por outra, fundamentada numa relação de contiguidade semântica. Ou seja, quando essas palavras não possuem qualquer relação de sentido entre si. Por exemplo: “O governo tem-se preocupado com os índices de inflação. O Planalto diz que não aceita qualquer remarcação de preço”.
III. A pronominalização é a substituição do referente por um pronome (ele, a, isso...) ou por um advérbio (aqui, ali, lá, aí). Por exemplo: “vitaminas fazem bem à saúde. Mas não devemos tomá-las ao acaso”.
Marque a alternativa CORRETA:
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- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Analise as afirmativas a seguir:
I. É possível elaborar sequências com elementos coesivos que não constituem um texto, por faltar-lhes coerência. Tais como o exemplo a seguir: “O dia está bonito, pois ontem encontrei seu irmão no cinema. Não gosto de ir ao teatro porque lá há muitos filmes divertidos”.
II. A nominalização é o emprego de um verbo que remete a um substantivo enunciado anteriormente. Por exemplo: “Eles foram testemunhar sobre o caso. O juiz disse, porém, que tal testemunho não era válido por serem parentes do assassino”. Nesse exemplo, o advérbio “testemunho” remete o enunciador (“leitor”) para o substantivo “testemunhar”.
III. A hipérbole é uma figura de linguagem usada para se contar um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Ela é usada pelo autor para se referir a objetos do mundo real e costuma estar presente em notícias e textos jornalísticos. A hipérbole também é muito comum e bastante útil em poemas, canções e textos instrucionais.
Marque a alternativa CORRETA:
I. É possível elaborar sequências com elementos coesivos que não constituem um texto, por faltar-lhes coerência. Tais como o exemplo a seguir: “O dia está bonito, pois ontem encontrei seu irmão no cinema. Não gosto de ir ao teatro porque lá há muitos filmes divertidos”.
II. A nominalização é o emprego de um verbo que remete a um substantivo enunciado anteriormente. Por exemplo: “Eles foram testemunhar sobre o caso. O juiz disse, porém, que tal testemunho não era válido por serem parentes do assassino”. Nesse exemplo, o advérbio “testemunho” remete o enunciador (“leitor”) para o substantivo “testemunhar”.
III. A hipérbole é uma figura de linguagem usada para se contar um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Ela é usada pelo autor para se referir a objetos do mundo real e costuma estar presente em notícias e textos jornalísticos. A hipérbole também é muito comum e bastante útil em poemas, canções e textos instrucionais.
Marque a alternativa CORRETA:
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São Bernardo
A obra “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, conta a história de Paulo Honório, um homem simples que, movido por uma ambição sem limites, acaba se transformando em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos trata o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, em que não há espaço nem para a amizade, nem para o amor.
Criado por uma negra doceira, Paulo Honório foi um menino
órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a
infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a
trabalhar no duro na roça até os dezoito anos. Nessa época,
ele esfaqueia João Fagundes, um homem que se envolve
com a mulher com quem Paulo Honório teve sua primeira
relação sexual. Então é preso e durante esse período
aprende a ler com o sapateiro Joaquim. A partir de então ele
passa somente a pensar em juntar dinheiro.
Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com o
agiota Pereira uma quantia em dinheiro e começa a negociar
gado e todo tipo de coisas pelo sertão. Assim, ele enfrenta
toda sorte de injustiças, fome e sede, passando por tudo isso
com muita frieza e utilizando de meios antiéticos, como
ameaças de morte e roubo. Após conseguir juntar algumas
economias, retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo
de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado.
Paulo consegue comprar a fazenda São Bernardo por um
preço irrisório.
Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório
manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue
expandir os limites das terras da São Bernardo. Através de
empréstimos bancários, investe em máquinas e na
plantação de algodão e mamona. Para escoar seus
produtos, Paulo Honório constrói estradas e passa a se
dedicar cada vez mais ao trabalho. E, para conseguir obter
tudo isso, ele comete as maiores injustiças e utiliza de todos
os meios que puder, garantindo impunidade através de uma
grande rede de relacionamentos.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j77vSN.
I. A obra “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, conta a história de Paulo Honório, um homem simples que, movido por uma ambição sem limites, acaba se transformando em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro, de acordo com o texto.
II. Segundo o texto, Paulo Honório enfrentou toda sorte de injustiças, fome e sede, passando por tudo isso com muita frieza e utilizando meios antiéticos, como ameaças de morte e roubo.
Marque a alternativa CORRETA:
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