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Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. Concretamente, em face das novas configurações do mundo virtual, da ascensão da internet, da dinâmica das redes sociais e da velocidade das novas tecnologias, as demandas pela ação da linguagem tornam-se equivocadas e imprecisas, de acordo com o texto.
II. Com a priorização da leitura e da escrita, nas primeiras séries do Ensino Fundamental, não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como, por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra, de acordo com o texto.
III. Devido à ampla diversidade de meios de comunicação oral e escrito aos quais uma criança está exposta desde o início da sua vida, o ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais deve sempre ocupar os primeiros interesses dessa criança no ambiente educacional, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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TAXAS DE JUROS
A atual política econômica do Banco Central (BC) jogou a taxa básica de juros da economia (Selic) ao menor patamar da história, a 2,25% ao ano. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), a redução dos juros a um patamar de 0%, como atualmente ocorre em países da Europa, no Japão e nos Estados Unidos, é algo amplamente descartado pelos economistas.
Igor Mundstock, economista do Grupo Laatus, classifica
como “inimaginável” a queda da taxa de juros brasileira a
zero. “Não é possível porque temos um risco muito maior do
que há nos Estados Unidos, que estão com a taxa a zero e
são os detentores da moeda mais poderosa do mundo”,
avalia ele. “O Brasil com a taxa de juros a zero não
conseguiria conter a especulação em cima do câmbio e nem
a saída de capital, porque os investidores ingressam no
Brasil para desfrutar justamente dessa taxa de juros mais
elevada”, afirma Igor.
Mundstock diz ainda que a taxa de juros brasileira zerada iria
proporcionar uma alta dos preços da economia. Segundo
ele, esse cenário obrigaria uma alta muito rápida dos juros
na sequência. “O Banco Central precisa agir de uma forma
muito paciente”, explica ele.
Sempre que o BC opta pela redução dos juros básicos, como
aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus, o
objetivo é estimular a economia nacional. Isso acontece
porque o crédito mais barato tende a incentivar a
produtividade e impulsionar o consumo das famílias.
Para Adriano Cantreva, sócio da Portofino Investimentos, as
recentes reduções dos juros no Brasil seguiram uma
tendência mundial “para o bem do governo e o mal dos
investidores". Ele, no entanto, não aposta em novos cortes
significativos da Selic. “No Brasil, o Banco Central quer evitar
uma taxa de juros real muito negativa”, de acordo com
Adriano.
Somente nos últimos quatro anos, a Selic já desabou 12
pontos percentuais, passando de 14,25% para 2,25% ao ano.
Para os economistas consultados semanalmente pelo BC, a
taxa básica ainda deve passar por mais uma queda de 0,25
ponto percentual, para 2% ao ano, patamar que deve persistir
até o final de 2020.
“É provável que no próximo encontro do BC ele faça mais um
corte, o que ficou aberto na última ata do Copom, mas seria
um corte não tão forte como foram os dois últimos, de 0,75
ponto percentual, dependendo do desenrolar da crise do
coronavírus”, afirma Mundstock.
Por Alexandre Garcia, do R7, em julho de 2020 (disponível
em: https://bit.ly/3j5GbF7). Com adaptações.
I. Com a taxa de juros a zero, o Brasil conseguiria finalmente conter a especulação em cima do câmbio e a saída de capital, afirma Igor Mundstock no texto.
II. De acordo com o texto, o Banco Central pretende elevar a taxa básica de juros como uma forma de estimular os brasileiros a investir em empresas estrangeiras na bolsa de valores.
III. Apesar de um novo corte na Selic ainda ser cogitado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, a redução dos juros a um patamar de 0% é algo amplamente descartado pelos economistas, de acordo com as informações apresentadas pelo texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. O texto propõe formas de aprimorar as aulas de Língua Portuguesa, tais como estimular o contato dos educandos com os textos lidos, falados, entendidos e escritos, e também exercitar a prática de ensino, sem pressa para a introdução das categorias gramaticais.
II. Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita, de acordo com o texto.
III. O texto afirma que, dada a prioridade de desenvolver a leitura e a escrita, a escola pode promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
Marque a alternativa CORRETA:
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São Bernardo
A obra “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, conta a história de Paulo Honório, um homem simples que, movido por uma ambição sem limites, acaba se transformando em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos trata o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, em que não há espaço nem para a amizade, nem para o amor.
Criado por uma negra doceira, Paulo Honório foi um menino
órfão que guiava um cego e vendia cocadas durante a
infância para conseguir algum dinheiro. Depois começou a
trabalhar no duro na roça até os dezoito anos. Nessa época,
ele esfaqueia João Fagundes, um homem que se envolve
com a mulher com quem Paulo Honório teve sua primeira
relação sexual. Então é preso e durante esse período
aprende a ler com o sapateiro Joaquim. A partir de então ele
passa somente a pensar em juntar dinheiro.
Saindo da prisão, Paulo Honório pega emprestado com o
agiota Pereira uma quantia em dinheiro e começa a negociar
gado e todo tipo de coisas pelo sertão. Assim, ele enfrenta
toda sorte de injustiças, fome e sede, passando por tudo isso
com muita frieza e utilizando de meios antiéticos, como
ameaças de morte e roubo. Após conseguir juntar algumas
economias, retorna a sua terra natal, Viçosa, com o desejo
de adquirir a fazenda São Bernardo, onde tinha trabalhado.
Paulo consegue comprar a fazenda São Bernardo por um
preço irrisório.
Com a ajuda de seu amigo Casimiro Lopes, Paulo Honório
manda matar Mendonça, fazendeiro vizinho, e consegue
expandir os limites das terras da São Bernardo. Através de
empréstimos bancários, investe em máquinas e na
plantação de algodão e mamona. Para escoar seus
produtos, Paulo Honório constrói estradas e passa a se
dedicar cada vez mais ao trabalho. E, para conseguir obter
tudo isso, ele comete as maiores injustiças e utiliza de todos
os meios que puder, garantindo impunidade através de uma
grande rede de relacionamentos.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j77vSN.
I. Paulo Honório, após reunir as economias de uma vida inteira e obter um empréstimo de um agiota, consegue comprar a fazenda São Bernardo por um preço elevadíssimo, de acordo com o texto.
II. Com o personagem Paulo Honório, Graciliano Ramos trata o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, em que não há espaço nem para a amizade, nem para o amor, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Analise as afirmativas a seguir:
I. Uma metáfora é um recurso que tem a função de persuadir o leitor, convencendo-o a aceitar uma ideia imposta pelo texto. É bastante presente em manifestos e cartas abertas. Quando também mostra fatos para embasar (justificar) a argumentação, se torna um elemento argumentativo.
II. Costuma-se nomear o mecanismo coesivo referencial de catafórico (ou catáfora) ou anafórico (ou anáfora), conforme o posicionamento que ele ocupa em relação ao referente. Se surgir antes do referente, será catafórico. Se surgir depois, retomando-o, será anafórico.
III. A analogia é utilizada em um texto sempre que se deseja expressar ideias, valores e crenças com o objetivo específico de propor a reflexão ou o debate de ideias. Essa figura de linguagem é denotativa e utilizada apenas em textos formais ou de caráter técnico.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Uma metáfora é um recurso que tem a função de persuadir o leitor, convencendo-o a aceitar uma ideia imposta pelo texto. É bastante presente em manifestos e cartas abertas. Quando também mostra fatos para embasar (justificar) a argumentação, se torna um elemento argumentativo.
II. Costuma-se nomear o mecanismo coesivo referencial de catafórico (ou catáfora) ou anafórico (ou anáfora), conforme o posicionamento que ele ocupa em relação ao referente. Se surgir antes do referente, será catafórico. Se surgir depois, retomando-o, será anafórico.
III. A analogia é utilizada em um texto sempre que se deseja expressar ideias, valores e crenças com o objetivo específico de propor a reflexão ou o debate de ideias. Essa figura de linguagem é denotativa e utilizada apenas em textos formais ou de caráter técnico.
Marque a alternativa CORRETA:
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Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. O texto afirma que, quando as aulas de Língua Portuguesa priorizam a leitura e a escrita, a gramática também está lá, compondo, com o vocabulário e o contexto, os sentidos que os textos expressam. Assim, não há pressa na explanação de definições, categorias, subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da sintaxe, de acordo com o texto.
II. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e na escrita deve vir após a compreensão clara sobre as normas e técnicas da língua, de acordo com o texto.
III. O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode ser um cuidado dos alunos, afirma o texto. Assim, eles podem passar a enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social, como ações que fazem parte diretamente de sua vida como participantes de grupos, de comunidades, com necessidades que só serão atendidas pelas atividades da linguagem, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
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Questão presente nas seguintes provas
Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. Os textos de diferentes gêneros (listas, avisos, recomendações, recados, mensagens, notas, poemas, resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de perguntas, respostas a questões) são aliados de uma estratégia que prioriza a leitura e a escrita, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, com a ampliação de acesso dos alunos às mídias sociais, os professores de Língua Portuguesa devem dar prioridade às práticas educacionais que tolhem a interpretabilidade da linguagem pelo estudante.
Marque a alternativa CORRETA:
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- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Analise as afirmativas a seguir:
I. A símile é uma figura de linguagem que atribui objetividade e dá ao texto um valor universal ao utilizar uma linguagem pouco formal e termos no plural para descrever características do sujeito de uma oração. Em outras palavras, o objetivo da símile é tornar o texto facilmente compreensível para leitores com menor nível de educação formal.
II. O epíteto é uma comparação quantitativa atribuída a alguém em função de algum feito memorável. Por exemplo: “Glauber Rocha fez filmes memoráveis. Pena que o cineasta mais famoso do cinema brasileiro tenha morrido tão cedo”. Nesse exemplo, o substantivo “Glauber Rocha” foi substituído pelo qualificativo “cinema brasileiro”.
III. Se bem utilizada, a coesão contribui de forma decisiva para que o tema tratado se mantenha ao mesmo tempo em que progride, acabando por se tornar um dos recursos responsáveis pela coerência textual.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A símile é uma figura de linguagem que atribui objetividade e dá ao texto um valor universal ao utilizar uma linguagem pouco formal e termos no plural para descrever características do sujeito de uma oração. Em outras palavras, o objetivo da símile é tornar o texto facilmente compreensível para leitores com menor nível de educação formal.
II. O epíteto é uma comparação quantitativa atribuída a alguém em função de algum feito memorável. Por exemplo: “Glauber Rocha fez filmes memoráveis. Pena que o cineasta mais famoso do cinema brasileiro tenha morrido tão cedo”. Nesse exemplo, o substantivo “Glauber Rocha” foi substituído pelo qualificativo “cinema brasileiro”.
III. Se bem utilizada, a coesão contribui de forma decisiva para que o tema tratado se mantenha ao mesmo tempo em que progride, acabando por se tornar um dos recursos responsáveis pela coerência textual.
Marque a alternativa CORRETA:
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Questão presente nas seguintes provas
Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. De acordo com o texto, ler e escrever textos, inclusive os literários, as frases soltas, inventadas e descontextualizadas, as orações vazias de sentido e de função, são formas de contribuir positivamente para o enriquecimento das aulas de Língua Portuguesa.
II. Na exploração das atividades que envolvem a oralidade, as normas que regulam e disciplinam a vida na escola poderiam ser objeto de discussões, favorecendo a participação de todos na promoção do bem comum e da satisfação dos interesses da coletividade, de acordo com o texto.
III. Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua Portuguesa seria conceder espaço também à exploração das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais formais, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leitura, escrita e oralidade
Uma primeira orientação para aprimorar as aulas de Língua Portuguesa tem a ver com a definição de um programa de prioridades, que é, sem dúvida, o desenvolvimento de saberes em relação à leitura e à escrita. Na prática, o desenvolvimento de competências em leitura e escrita deveria vir antes de tudo. O que levaria a escola a promover, todos os dias, e não apenas eventualmente, diferentes atividades de leitura e de escrita.
A atenção do professor de Língua Portuguesa poderia,
assim, estar voltada para descobrir, no que acontece na
escola e em seu redor, motivações para essa prática de
ensino de leitura e escrita, que, assim, seriam
contextualmente diversificadas, pois cada dia é um novo dia.
O ensino da nomenclatura de certas categorias gramaticais
não deveria ocupar os primeiros interesses da criança no
ambiente educacional.
Dessa forma, nas primeiras séries do Ensino Fundamental,
não caberia o ensino de particularidades gramaticais, como,
por exemplo, as diferenças entre ditongo crescente e ditongo
decrescente, ou, pior ainda, o reconhecimento de dígrafos
nasais, ou a contagem de letras e fonemas de uma palavra.
A prioridade deve ser levar os alunos a lerem e escreverem.
Mas… ler e escrever o quê?
Textos, textos, textos. Inclusive os literários. Não frases
soltas, inventadas, descontextualizadas, vazias de sentido e
de função. Textos de diferentes gêneros (listas, avisos,
recomendações, recados, mensagens, notas, poemas,
resumos, bilhetes, cartas, provérbios, formulação de
perguntas, respostas a questões...). Basta ver o que circula à
nossa volta ou que está estampado em outdoors, cartazes,
paredes das escolas, dos estabelecimentos públicos, das
lojas, das igrejas. Basta estar atento à multiplicidade de
textos com os quais a gente convive no dia a dia.
O interesse por encontrar objetos de leitura e de escrita pode
ser também um cuidado dos alunos: eles podem passar a
enxergar a leitura e a escrita não como coisas restritas ao
mundo da escola, mas como coisas do seu dia a dia social,
como ações que fazem parte diretamente de sua vida como
participantes de grupos, de comunidades, com necessidades
que só serão atendidas pelas atividades da linguagem.
Concretamente, em face das novas configurações do mundo
virtual, as demandas pela ação da linguagem tornam-se
imperiosas e imprescindíveis. Portanto, textos: todos os dias.
Lidos, falados, entendidos e escritos. Exercitar a prática de
ensino. Sem pressa para a introdução das categorias
gramaticais. Não existem textos sem gramática.
Ou seja, a gramática está lá, compondo, com o vocabulário e
o contexto, os sentidos que os textos expressam. Sem
pressa na explanação de definições, categorias,
subcategorias, sobretudo aquelas da morfologia e da
sintaxe. Prioridade para a interpretabilidade da linguagem;
para os sentidos expressos e para as intenções pretendidas
pelos textos.
Uma terceira orientação para enriquecer as aulas de Língua
Portuguesa seria conceder espaço também à exploração
das atividades que envolvem a oralidade, em contextos mais
formais. Por exemplo, que os alunos tenham a oportunidade
de participar como debatedores ou como ouvintes de
discussões, de debates, defendendo ou refutando pontos de
vista, ligados às questões que mais de perto atingem suas
vidas. As normas que regulam e disciplinam a vida na escola
poderiam ser objeto dessas discussões, favorecendo a
participação de todos na promoção do bem comum e da
satisfação dos interesses da coletividade.
Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/2FSZO4t.
I. Segundo o texto, os outdoors, os cartazes, as paredes das escolas, os estabelecimentos públicos, as lojas e as igrejas são exemplos de locais onde podem ser encontrados textos que podem ser usados para aprimorar as aulas de língua portuguesa.
II. De acordo com o texto, basta estar atento à multiplicidade de textos com os quais a criança convive no seu dia a dia para perceber que o objetivo das aulas de Língua Portuguesa é consolidar, na perspectiva do aluno, o modelo formal e correto de linguagem, livre das distorções da comunicação cotidiana e informal.
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