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2577618 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Poesia expressa na era da pressa

Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia? Viveríamos hoje a vingança da poesia, o seu dia D, o momento propício para seu retorno a um mundo tão violentamente prosaico? A questão foi lançada pela ensaísta americana Camille Paglia, numa animada entrevista publicada pelo caderno “Mais!”, da Folha de São Paulo, e a revista Cláudia me repassa inesperadamente a bola, perguntando: a poesia ganha uma importância nova na era da internet? Ela tem mais chance num mundo como o nosso? De fato, de um ponto de vista puramente quantitativo, como diz Camille, um romance consome dias ou semanas de nosso tempo, exigindo uma atenção continuada, num mundo em que tudo em volta faz com que nossa atenção se interrompa e se disperse em mil assuntos. Já um poema pode ser lido em minutos, às vezes em segundos. O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.

Considero que exaltar a poesia é sempre bom, assim como apostar na força dela: por que não? E o que a ensaísta americana está fazendo é, de fato, mais uma aposta muito afirmativa no poder da poesia do que um raciocínio automático e simplório que dissesse: como não temos tempo para ler romances, leremos poemas!

A questão que ela está colocando, na verdade, é: precisamos aprender – ou reaprender – hoje a ler poesia. Lembremos que no Brasil a questão é ainda mais embaixo, porque lemos muito pouco, pouquíssimo, seja poesia, seja prosa, e precisamos, portanto, aprender a ler, no sentido mais amplo da palavra. Mas, dito isso, vamos voltar ao começo e retomar a pergunta: de quanto tempo precisamos, de fato, para ler um poema? Quanto tempo ele nos pede?

Aqui a resposta tem que ser parecida à daquele pintor que, perguntado sobre quanto tempo levara para pintar um determinado quadro, respondeu, cheio de razão: a vida inteira. Não nos enganemos, portanto, sobre a rapidez da poesia: um poema pede que a gente dê a ele a nossa vida inteira naquele instante. Em outras palavras, um poema exige pouco do nosso tempo horizontal, cronológico e linear. Ele exige tudo do nosso tempo vertical, aquele que vai bater lá no sem fundo da lembrança, na aura sutil dos afetos, na dor e no espanto de existir, e na descoberta de que as palavras, que nos parecem naturais, não param de dançar um jogo infinito. O poema exige um tempo intenso, em outra dimensão – por isso ele não é óbvio nem fácil, embora se entregue com súbita facilidade a quem se entrega a ele e o descobre de repente. [...]

(WISNIK, José Miguel. A poesia expressa na era da pressa. São Paulo: Revista Claudia. Ed. Abril. Julho 2005. Adaptado.)

Indique, a seguir, o trecho que apresenta marcas de linguagem que apontam para determinado posicionamento do autor.

 

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2577617 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Poesia expressa na era da pressa

Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia? Viveríamos hoje a vingança da poesia, o seu dia D, o momento propício para seu retorno a um mundo tão violentamente prosaico? A questão foi lançada pela ensaísta americana Camille Paglia, numa animada entrevista publicada pelo caderno “Mais!”, da Folha de São Paulo, e a revista Cláudia me repassa inesperadamente a bola, perguntando: a poesia ganha uma importância nova na era da internet? Ela tem mais chance num mundo como o nosso? De fato, de um ponto de vista puramente quantitativo, como diz Camille, um romance consome dias ou semanas de nosso tempo, exigindo uma atenção continuada, num mundo em que tudo em volta faz com que nossa atenção se interrompa e se disperse em mil assuntos. Já um poema pode ser lido em minutos, às vezes em segundos. O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.

Considero que exaltar a poesia é sempre bom, assim como apostar na força dela: por que não? E o que a ensaísta americana está fazendo é, de fato, mais uma aposta muito afirmativa no poder da poesia do que um raciocínio automático e simplório que dissesse: como não temos tempo para ler romances, leremos poemas!

A questão que ela está colocando, na verdade, é: precisamos aprender – ou reaprender – hoje a ler poesia. Lembremos que no Brasil a questão é ainda mais embaixo, porque lemos muito pouco, pouquíssimo, seja poesia, seja prosa, e precisamos, portanto, aprender a ler, no sentido mais amplo da palavra. Mas, dito isso, vamos voltar ao começo e retomar a pergunta: de quanto tempo precisamos, de fato, para ler um poema? Quanto tempo ele nos pede?

Aqui a resposta tem que ser parecida à daquele pintor que, perguntado sobre quanto tempo levara para pintar um determinado quadro, respondeu, cheio de razão: a vida inteira. Não nos enganemos, portanto, sobre a rapidez da poesia: um poema pede que a gente dê a ele a nossa vida inteira naquele instante. Em outras palavras, um poema exige pouco do nosso tempo horizontal, cronológico e linear. Ele exige tudo do nosso tempo vertical, aquele que vai bater lá no sem fundo da lembrança, na aura sutil dos afetos, na dor e no espanto de existir, e na descoberta de que as palavras, que nos parecem naturais, não param de dançar um jogo infinito. O poema exige um tempo intenso, em outra dimensão – por isso ele não é óbvio nem fácil, embora se entregue com súbita facilidade a quem se entrega a ele e o descobre de repente. [...]

(WISNIK, José Miguel. A poesia expressa na era da pressa. São Paulo: Revista Claudia. Ed. Abril. Julho 2005. Adaptado.)

O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.” (1º§) O trecho destacado expressa:

 

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2577616 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Poesia expressa na era da pressa

Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia? Viveríamos hoje a vingança da poesia, o seu dia D, o momento propício para seu retorno a um mundo tão violentamente prosaico? A questão foi lançada pela ensaísta americana Camille Paglia, numa animada entrevista publicada pelo caderno “Mais!”, da Folha de São Paulo, e a revista Cláudia me repassa inesperadamente a bola, perguntando: a poesia ganha uma importância nova na era da internet? Ela tem mais chance num mundo como o nosso? De fato, de um ponto de vista puramente quantitativo, como diz Camille, um romance consome dias ou semanas de nosso tempo, exigindo uma atenção continuada, num mundo em que tudo em volta faz com que nossa atenção se interrompa e se disperse em mil assuntos. Já um poema pode ser lido em minutos, às vezes em segundos. O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.

Considero que exaltar a poesia é sempre bom, assim como apostar na força dela: por que não? E o que a ensaísta americana está fazendo é, de fato, mais uma aposta muito afirmativa no poder da poesia do que um raciocínio automático e simplório que dissesse: como não temos tempo para ler romances, leremos poemas!

A questão que ela está colocando, na verdade, é: precisamos aprender – ou reaprender – hoje a ler poesia. Lembremos que no Brasil a questão é ainda mais embaixo, porque lemos muito pouco, pouquíssimo, seja poesia, seja prosa, e precisamos, portanto, aprender a ler, no sentido mais amplo da palavra. Mas, dito isso, vamos voltar ao começo e retomar a pergunta: de quanto tempo precisamos, de fato, para ler um poema? Quanto tempo ele nos pede?

Aqui a resposta tem que ser parecida à daquele pintor que, perguntado sobre quanto tempo levara para pintar um determinado quadro, respondeu, cheio de razão: a vida inteira. Não nos enganemos, portanto, sobre a rapidez da poesia: um poema pede que a gente dê a ele a nossa vida inteira naquele instante. Em outras palavras, um poema exige pouco do nosso tempo horizontal, cronológico e linear. Ele exige tudo do nosso tempo vertical, aquele que vai bater lá no sem fundo da lembrança, na aura sutil dos afetos, na dor e no espanto de existir, e na descoberta de que as palavras, que nos parecem naturais, não param de dançar um jogo infinito. O poema exige um tempo intenso, em outra dimensão – por isso ele não é óbvio nem fácil, embora se entregue com súbita facilidade a quem se entrega a ele e o descobre de repente. [...]

(WISNIK, José Miguel. A poesia expressa na era da pressa. São Paulo: Revista Claudia. Ed. Abril. Julho 2005. Adaptado.)

Na expressão destacada em “[...] a gente dê a ele a nossa vida inteira [...]” (4º§), o pronome assinalado tem a mesma classificação sintática do termo evidenciado na oração em que há correção gramatical em:

 

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2577615 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Poesia expressa na era da pressa

Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia? Viveríamos hoje a vingança da poesia, o seu dia D, o momento propício para seu retorno a um mundo tão violentamente prosaico? A questão foi lançada pela ensaísta americana Camille Paglia, numa animada entrevista publicada pelo caderno “Mais!”, da Folha de São Paulo, e a revista Cláudia me repassa inesperadamente a bola, perguntando: a poesia ganha uma importância nova na era da internet? Ela tem mais chance num mundo como o nosso? De fato, de um ponto de vista puramente quantitativo, como diz Camille, um romance consome dias ou semanas de nosso tempo, exigindo uma atenção continuada, num mundo em que tudo em volta faz com que nossa atenção se interrompa e se disperse em mil assuntos. Já um poema pode ser lido em minutos, às vezes em segundos. O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.

Considero que exaltar a poesia é sempre bom, assim como apostar na força dela: por que não? E o que a ensaísta americana está fazendo é, de fato, mais uma aposta muito afirmativa no poder da poesia do que um raciocínio automático e simplório que dissesse: como não temos tempo para ler romances, leremos poemas!

A questão que ela está colocando, na verdade, é: precisamos aprender – ou reaprender – hoje a ler poesia. Lembremos que no Brasil a questão é ainda mais embaixo, porque lemos muito pouco, pouquíssimo, seja poesia, seja prosa, e precisamos, portanto, aprender a ler, no sentido mais amplo da palavra. Mas, dito isso, vamos voltar ao começo e retomar a pergunta: de quanto tempo precisamos, de fato, para ler um poema? Quanto tempo ele nos pede?

Aqui a resposta tem que ser parecida à daquele pintor que, perguntado sobre quanto tempo levara para pintar um determinado quadro, respondeu, cheio de razão: a vida inteira. Não nos enganemos, portanto, sobre a rapidez da poesia: um poema pede que a gente dê a ele a nossa vida inteira naquele instante. Em outras palavras, um poema exige pouco do nosso tempo horizontal, cronológico e linear. Ele exige tudo do nosso tempo vertical, aquele que vai bater lá no sem fundo da lembrança, na aura sutil dos afetos, na dor e no espanto de existir, e na descoberta de que as palavras, que nos parecem naturais, não param de dançar um jogo infinito. O poema exige um tempo intenso, em outra dimensão – por isso ele não é óbvio nem fácil, embora se entregue com súbita facilidade a quem se entrega a ele e o descobre de repente. [...]

(WISNIK, José Miguel. A poesia expressa na era da pressa. São Paulo: Revista Claudia. Ed. Abril. Julho 2005. Adaptado.)

As indagações apresentadas no primeiro parágrafo demonstram a seguinte intencionalidade discursiva:

 

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2577614 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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Poesia expressa na era da pressa

Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia? Viveríamos hoje a vingança da poesia, o seu dia D, o momento propício para seu retorno a um mundo tão violentamente prosaico? A questão foi lançada pela ensaísta americana Camille Paglia, numa animada entrevista publicada pelo caderno “Mais!”, da Folha de São Paulo, e a revista Cláudia me repassa inesperadamente a bola, perguntando: a poesia ganha uma importância nova na era da internet? Ela tem mais chance num mundo como o nosso? De fato, de um ponto de vista puramente quantitativo, como diz Camille, um romance consome dias ou semanas de nosso tempo, exigindo uma atenção continuada, num mundo em que tudo em volta faz com que nossa atenção se interrompa e se disperse em mil assuntos. Já um poema pode ser lido em minutos, às vezes em segundos. O poema é uma autêntica pílula literária, em cuja concentração Camille Paglia vê a possibilidade de uma revitalização da literatura em nosso tempo.

Considero que exaltar a poesia é sempre bom, assim como apostar na força dela: por que não? E o que a ensaísta americana está fazendo é, de fato, mais uma aposta muito afirmativa no poder da poesia do que um raciocínio automático e simplório que dissesse: como não temos tempo para ler romances, leremos poemas!

A questão que ela está colocando, na verdade, é: precisamos aprender – ou reaprender – hoje a ler poesia. Lembremos que no Brasil a questão é ainda mais embaixo, porque lemos muito pouco, pouquíssimo, seja poesia, seja prosa, e precisamos, portanto, aprender a ler, no sentido mais amplo da palavra. Mas, dito isso, vamos voltar ao começo e retomar a pergunta: de quanto tempo precisamos, de fato, para ler um poema? Quanto tempo ele nos pede?

Aqui a resposta tem que ser parecida à daquele pintor que, perguntado sobre quanto tempo levara para pintar um determinado quadro, respondeu, cheio de razão: a vida inteira. Não nos enganemos, portanto, sobre a rapidez da poesia: um poema pede que a gente dê a ele a nossa vida inteira naquele instante. Em outras palavras, um poema exige pouco do nosso tempo horizontal, cronológico e linear. Ele exige tudo do nosso tempo vertical, aquele que vai bater lá no sem fundo da lembrança, na aura sutil dos afetos, na dor e no espanto de existir, e na descoberta de que as palavras, que nos parecem naturais, não param de dançar um jogo infinito. O poema exige um tempo intenso, em outra dimensão – por isso ele não é óbvio nem fácil, embora se entregue com súbita facilidade a quem se entrega a ele e o descobre de repente. [...]

(WISNIK, José Miguel. A poesia expressa na era da pressa. São Paulo: Revista Claudia. Ed. Abril. Julho 2005. Adaptado.)

“Se quase não temos mais tempo para ler romances no mundo da pressa, da TV, do cinema e dos videogames, então é tempo de ler poesia?” (1º§) De acordo com o período destacado anteriormente, é possível inferir que:

 

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2577613 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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“Candidato republicano conservador ao governo do Texas, Allen West, disse no Twitter que ‘nada do que passou por conta da Covid-19 mudou sua posição contra a obrigatoriedade de vacinas’. Ele está internado em um hospital, onde está sendo tratado contra a doença; tem feito oposição à obrigatoriedade de vacinas e não foi imunizado contra a Covid-19.”

(Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/10/10/ internado-com-covid-candidato-ao-governo-do-texas-condenaobrigatoriedade- de-vacina.ghtml. Acesso em: 11/10/2021).

O Texas é um grandioso estado do seguinte país:

 

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2577612 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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“Os continentes do mundo são grandes faixas de terra cercadas por água, onde é possível encontrar diversas formas de vida, vegetação e clima. No total, são seis: América, Europa, Ásia, África, Oceania e Antártida. Os continentes do mundo se formaram no período Pré-cambriano, há cerca de 4,5 bilhões de anos, sobre placas tectônicas, que, inicialmente, estavam agrupadas em uma imensa massa territorial chamada de Pangeia.”

(Continentes do Mundo. Educa Mais Brasil.)

Assinale, a seguir, o país do continente americano que tem como capital a cidade de Havana.

 

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2577611 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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“Para a superfície do Brasil foi calculado o valor de 8.510.345,538 km²; conforme publicado no DOU nº 41, de 03/03/2021, bem como na Portaria nº 47, de 01 de março de 2021. O redimensionamento dos valores de áreas é próprio da evolução das geotecnologias aplicadas no monitoramento da dinâmica da divisão territorial brasileira, que implica na atualização periódica dos valores das áreas estaduais e municipais.”

(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE.)

São considerados estados limítrofes às Minas Gerais, EXCETO:

 

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2577610 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
Provas:

“Algumas profissões surgiram com as mídias digitais e a de Influencer é uma delas, sem dúvida nenhuma. O digital influencer é uma revolução de ideias, postura e voz da sociedade nas redes sociais. A principal característica do influenciador digital é a sua capacidade de influenciar as pessoas através da sua produção de conteúdo nas redes sociais. Também batizados de creators, ou seja, criadores de conteúdo de sucesso, seguidos por milhões na internet.”

(Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/ seguranca-digital/o-que-um-influencer-digital-faz,d7861dc9df6d64dbe 158613159000362gbmffrak.html. Acesso em: 18/10/2021.)

Sobre as mídias digitais, bem como o digital influencer, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O aumento de consumo de informação e o de produtos vendidos na internet favoreceram o crescimento do digital influencer.

( ) Pessoas comuns podem produzir conteúdos e inseri- -los nas mídias digitais; não apenas os executivos de cinema e TV.

( ) São consideradas plataformas de mídias digitais: blog, Instagram, Facebook e YouTube, sendo considerados meios de entrega de informações.

A sequência está correta em

 

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2577609 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG
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“O Congresso remanejou mais de R$ 600 milhões do Orçamento, que, anteriormente, seriam utilizados para o financiamento de pesquisas, e destinou recursos para aplicações em outras áreas de sete ministérios. O projeto foi modificado no Congresso a pedido do Ministério da Economia e gerou protesto de oito entidades ligadas à ciência no país.”

(Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/10/10/ falta-de-consideracao-diz-marcos-pontes-sobre-corte-de-r-600-milhoesno- orcamento-da-ciencia-com-aval-do-governo.ghtml. Acesso em: 11/10/2021.)

É o atual Ministro da Economia do Brasil:

 

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