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De acordo com as Zoonoses de Notificação Compulsória, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Tuberculose.
II. Raiva.
III. Leptospirose.
IV. Febre tifóide.
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Assinale a alternativa incorreta, segundo a Medicina Veterinária do Coletivo.
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De acordo com as fases da Babesiose canina, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Forma hiperaguda.
2. Forma aguda.
3. Forma crônica.
4. Forma subclínica.
( ) Esta é a fase mais difícil de detectar. Os sintomas não são aparentes, portanto, é preciso que haja muita atenção e observação por parte dos tutores.
( ) Os principais atingidos são os recém-nascidos e filhotes, devido à formação incompleta de seu sistema de defesa. Animais com graves infestações de carrapatos também estão suscetíveis a apresentar esse quadro. Nessa fase, o animal pode apresentar choque com hipotermia, hipóxia tissular (quando os tecidos não recebem o oxigênio necessário) e outras lesões.
( ) Embora incomum, esta fase costuma acontecer em animais parasitados há muito tempo. Os sintomas são depressão, fraqueza, perda de peso e febre intermitente.
( ) Esta é a fase mais comum da doença, caracterizada por uma anemia hemolítica (destruição dos glóbulos vermelhos). Mucosas pálidas e febre estão entre os principais sinais.
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Com base na prevenção da Tuberculose, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Consuma leite pasteurizado.
( ) Evite funcionários com a doença pode transmitir para os animais.
( ) Acompanhamento e controle, por meio do teste no período de 6 meses.
( ) Controle da tuberculose bovina mediante a normativa do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, com a identificação e eliminação de animais infectados.
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Assinale a alternativa correta, segundo o nome do carrapato que transmite a Erlichiose.
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, sobre o ciclo de vida do protozoário Giardia lamblia.
Um cachorro engole algo contaminado com o cisto do parasita que vai se instalar no intestino . Lá, ele ganha a sua forma ativa, o , e se multiplica. Em seguida, os parasitas fixados no local constroem uma espécie de muro ao seu redor e se tornam cistos. É nessa fase que esse ser entra no estágio infeccioso e é expelido junto das fezes. No meio ambiente, a presença desse organismo parasitário contamina o solo e a água. Por consequência, torna animais e pessoas suscetíveis à infecção. Além disso, ele é resistente em ambientes e é capaz de sobreviver longe de um hospedeiro por até habitar um novo corpo e, assim, reiniciar a sua trajetória.
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As principais formas de prevenção da tosse dos canis (Traqueobronquite Infecciosa Canina) visam reduzir a propagação dos agentes infecciosos e incluem alguns fatores. Sobre esses fatores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Realizar uma limpeza semanal de comedouros e bebedouros.
( ) Evitar a superpopulação de animais em um mesmo ambiente.
( ) A vacinação é obrigatória.
( ) Isolar animais doentes ou que estejam em tratamento contra doenças infectocontagiosas.
( ) Após ter contato com o animal ou realizar a limpeza das instalações em que o animal vive, o ser humano deve higienizar as suas mãos.
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A cinomose canina é uma doença infectocontagiosa que afeta cães causada por um vírus. Ela é altamente contagiosa e costuma acometer cães que ainda não terminaram o esquema vacinal ou que não costumam receber o reforço anual da vacina múltipla. Portando, sobre essa doença, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Sintomas do cachorro na fase respiratória: tosse, pneumonia em cachorro, secreção no nariz e nos olhos, dificuldade de respirar, febre, cansaço. Cinomose se não for tratada corretamente aqui pode acabar evoluindo para outras fases.
II. Sintomas de cinomose canina na fase gastrointestinal: diarreia, vomito, falta de apetite, dor no abdômen.
III. Sintomas de cinomose canina na fase neurológica: tremores, contrações musculares involuntárias, convulsões, paralisia, alterações de comportamento e dificuldade motora.
IV. Sintomas da cinomose também podem afetar a pele e os olhos do animal, como: pústulas no abdômen, hiperqueratose de coxins e focinho, conjuntivite, lesão na retina.
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A esporotricose humana é uma micose subcutânea que surge quando o fungo do gênero Sporothrix entra no organismo, por meio de uma ferida na pele. A doença pode afetar tanto humanos quanto animais. A infecção ocorre, principalmente, pelo contato do fungo com a pele ou mucosa, por meio de trauma decorrente de acidentes com espinhos, palha ou lascas de madeira; contato com vegetais em decomposição; arranhadura ou mordedura de animais doentes, sendo o gato o mais comum. Portanto, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta com relação as principais formas clínicas dessa doença.
1. Esporotricose cutânea.
2. Esporotricose linfocutânea.
3. Esporotricose extracutânea.
4. Esporotricose disseminada.
( ) É a forma clínica mais frequente; são formados pequenos nódulos, localizados na camada da pele mais profunda, seguindo o trajeto do sistema linfático da região corporal afetada. A localização preferencial é nos membros.
( ) Acontece quando a doença se dissemina para outros locais do organismo, com comprometimento de vários órgãos e/ou sistemas (pulmão, ossos, fígado).
( ) Quando a doença se espalha para outros locais do corpo, como ossos, mucosas, entre outros, sem comprometimento da pele.
( ) Caracteriza-se por uma ou múltiplas lesões, localizadas principalmente nas mãos e braços.
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Sobre profilaxia e controle da Raiva, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Medidas aplicáveis às fontes de infecção.
2. Medidas aplicáveis às vias de transmissão.
3. Medidas aplicáveis aos suscetíveis.
( ) Cães e gatos com sinais e sintomas de raiva e que sejam, portanto, potenciais fontes de infecção para novos susceptíveis devem ser mantidos em isolamento para observação por até 10 dias e, com a evolução dos sintomas, submetidos à eutanásia.
( ) Fora do meio intracelular e de um hospedeiro, o vírion do RABV (vírus da raiva) é lábil, em função, sobretudo, da desestruturação do envelope e da consequente perda de infectividade. Superfícies contaminadas podem ser desinfetadas com etanol a 70% ou álcool iodado; para materiais médicos como instrumentos cirúrgicos ou de necropsia, a esterilização por calor (autoclave ou forno) é capaz de eliminar a infectividade viral.
( ) A vacinação de cães e gatos a partir de 3 meses de idade, com revacinação anual, foi a medida que historicamente diminui a prevalência de raiva não só nessas espécies de carnívoros domésticos, mas também entre os seres humanos, tendo reduzido consideravelmente a ocorrência de casos humanos de raiva transmitida por esses animais.
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