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3391296
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:
A lei complementar n.º 063/2003 da Câmara Municipal
de Florianópolis promulga que poderão concorrer às
vagas reservadas a candidatos negros aqueles que se
autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no
concurso público, conforme o quesito cor ou raça
utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística - IBGE.
I.Na classificação final do concurso, o candidato deverá comparecer perante comissão habilitada, a ser designada pelo Chefe do Poder Executivo, a fim de comprovar a condição de afrodescendente. II.Da decisão da comissão não caberá recurso. III.Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.
É correto o que se afirma em:
I.Na classificação final do concurso, o candidato deverá comparecer perante comissão habilitada, a ser designada pelo Chefe do Poder Executivo, a fim de comprovar a condição de afrodescendente. II.Da decisão da comissão não caberá recurso. III.Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.
É correto o que se afirma em:
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3391295
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:
A Fundação Municipal do Meio Ambiente de
Florianópolis é a responsável pela gestão de 10 (dez)
UCs municipais; o Instituto do Meio Ambiente de Santa
Catarina − IMA/SC, pela gestão de 3 (três) UCs
estaduais; e o Instituto Chico Mendes de Conservação
da Biodiversidade - ICMBio, pela gestão de 5 (cinco)
UCs Federais. Existem, ainda, 3 (três) Reservas
Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), totalizando
21 (vinte e uma) UCs no todo território do município de
Florianópolis. Aproximadamente, 41% da área terrestre
do município de Florianópolis é protegida por Unidades
de Conservação (UC) (FLORAM, 2024). Isso posto,
analise a descrição a seguir:
A UC foi criada em 2005, pela Lei Municipal n.º 6.893/2005, sendo adequada ao SNUC pela Lei Municipal n.º 9.321/2013, com área de 130 hectares (1.301.891m²). É caracterizada por formações de Floresta Ombrófila Densa em diferentes estágios de regeneração, com predominância do estágio médio. Destaca-se por estar situada no coração da cidade, nos topos das morrarias adjacentes ao Centro, tendo importante função paisagística e guardando um dos poucos remanescentes ainda existentes na porção mais urbanizada da Ilha de Santa Catarina. Situa-se próximo a trechos ocupados por população socialmente vulnerável, tendo um papel importante também na formação dessas comunidades. Possui uma sede, algumas estruturas como estacionamento, banheiros, auditório, quadras esportivas, áreas de lazer e fruição da paisagem, trilhas curtas e mirantes com belas vistas da porção central da cidade e continente.
A descrição se refere ao:
A UC foi criada em 2005, pela Lei Municipal n.º 6.893/2005, sendo adequada ao SNUC pela Lei Municipal n.º 9.321/2013, com área de 130 hectares (1.301.891m²). É caracterizada por formações de Floresta Ombrófila Densa em diferentes estágios de regeneração, com predominância do estágio médio. Destaca-se por estar situada no coração da cidade, nos topos das morrarias adjacentes ao Centro, tendo importante função paisagística e guardando um dos poucos remanescentes ainda existentes na porção mais urbanizada da Ilha de Santa Catarina. Situa-se próximo a trechos ocupados por população socialmente vulnerável, tendo um papel importante também na formação dessas comunidades. Possui uma sede, algumas estruturas como estacionamento, banheiros, auditório, quadras esportivas, áreas de lazer e fruição da paisagem, trilhas curtas e mirantes com belas vistas da porção central da cidade e continente.
A descrição se refere ao:
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3391294
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:
A Lei Estadual n.º 14.675/09, que estabelece o Código
Ambiental de Santa Catarina, em seu art. 196, afirma
que cabe ____________ elaborar mapeamentos do solo,
a cada ____________ anos, contemplando, entre outros
aspectos, a vegetação nativa, a silvicultura, a agricultura,
os campos, a biodiversidade e os usos urbanos.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
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O setor de uma empresa é composto por 5 mulheres e 3
homens. Serão escolhidas 3 pessoas para formar uma
equipe e representar o setor em um congresso.
Deseja-se que a equipe formada tenha, pelo menos, 2
mulheres. Pode-se afirmar que o número de diferentes
equipes que podem ser formadas é igual a:
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Uma disciplina de 72 créditos é distribuída com carga
horária semanal de 4 aulas. Mantendo a proporção,
pode-se afirmar que uma disciplina de 54 créditos deve
ser distribuída com uma carga horária semanal, em
aulas, de:
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Uma passagem de ônibus de Florianópolis até São
Paulo custa R$ 154,00. Desse valor, 10% referem-se ao
valor do seguro-viagem. Sabe-se que o valor do
seguro-viagem terá um aumento de 5%, o que fará o
valor da passagem, em reais, custar no total:
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Uma empresa de construção civil tem 15 operários, que
conseguem construir 3 casas em 24 dias, trabalhando 8
horas por dia. Recentemente, a empresa recebeu um
contrato para construir 5 casas, de igual estrutura das
anteriores, em 16 dias. Para cumprir o prazo, a empresa
decidiu aumentar o número de operários e, também,
aumentar a carga horária de trabalho para 10 horas por
dia. Considerando que todos os operários tenham igual
capacidade de trabalho, pode-se afirmar que a empresa
precisará contratar uma quantidade de operários a mais,
para cumprir o contrato dentro do prazo estipulado, e
essa quantidade é igual a:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
A partir da leitura do texto, analise as afirmações a
seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) desenvolveram um fio de algodão banhado em
grafeno que utiliza a clara do ovo de galinha para
aumentar a eficiência e reduzir os custos na produção de
fios condutores de eletricidade, fundamentais para o
desenvolvimento de roupas eletrônicas.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
(__)Embora haja técnicas que apresentem melhores resultados, o revestimento dos fios de algodão em clara de ovo é o mais viável financeiramente. (__)A clara de ovo ajuda o grafeno a ser absorvido pelo fio de algodão. (__)Ao revesti-los com clara de ovo, os pesquisadores fazem com quem os fios de algodão possam produzir e armazenar energia. (__)O emprego da albumina sérica bovina é a melhor saída do ponto de vista de agilidade, mas a pior no que diz respeito à durabilidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
A respeito das relações coesivas estabelecidas no texto,
indique qual referente está sendo retomado por cada um
dos anafóricos a seguir:
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) desenvolveram um fio de algodão banhado em
grafeno que utiliza a clara do ovo de galinha para
aumentar a eficiência e reduzir os custos na produção de
fios condutores de eletricidade, fundamentais para o
desenvolvimento de roupas eletrônicas.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
I. que (primeiro parágrafo) a. fio de algodão banhado em grafeno
b. grafeno
II. seus (segundo parágrafo) a. A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno b. molécula de grafeno
III. Associá-lo (segundo parágrafo) a. material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica b. grafeno
IV. Esses fios (segundo parágrafo) a. fios de algodão associados ao grafeno b. material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
As sentenças a seguir foram retiradas do texto e tiveram
sua pontuação alterada. Analise-as:
Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão
Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE) desenvolveram um fio de algodão banhado em
grafeno que utiliza a clara do ovo de galinha para
aumentar a eficiência e reduzir os custos na produção de
fios condutores de eletricidade, fundamentais para o
desenvolvimento de roupas eletrônicas.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
A geometria em forma de colmeia da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono. Assim, podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. Associá-lo aos fios de algodão seria uma eficiente alternativa para a produção de fios têxteis com condutividade elétrica. Esses fios poderiam ser utilizados em sensores flexíveis e roupas eletrônicas, por sua vez usadas para controle térmico, monitoramento dos sinais vitais ou acesso à internet.
O grafeno, porém, não adere com facilidade ao algodão e é preciso repetir até 80 vezes o processo de imersão e secagem dos fios em óxido de grafeno, um líquido, para obter o resultado desejado. O processo é demorado e caro, o que motivou a equipe da UFPE, coordenada pela química Patrícia Araújo, a buscar alternativas.
A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. A albumina sérica bovina, uma proteína do sangue da vaca, apresentou resultados melhores, com apenas uma imersão, mas sua extração é difícil e cara.
Os pesquisadores testaram a clara do ovo de galinha como uma fonte mais acessível da proteína e de custo menor. O tratamento dos fios com a albumina de ovo reduziu para cinco a necessidade de imersão, alcançando uma resistência elétrica ideal de 80 Ω.g/cm² (ohm, representado pela letra grega ômega, a unidade de medida para resistência elétrica, multiplicado por grama dividido por centímetro ao quadrado). Esse valor se manteve o mesmo após os fios serem submetidos a 104 testes de flexão, nos quais eles são dobrados, e cinco de lavagem, para avaliar a adesão do revestimento, como detalhado em um artigo publicado em março na revista Materials Research.
"Mesmo com uma maior necessidade de imersão do que com a albumina sérica bovina, a vantagem da clara de ovo é muito grande", comenta Araújo. "A albumina bovina é de 40 a 50 vezes mais cara". Os pesquisadores estão em busca de parcerias com empresas para ampliar a escala de produção dos fios condutores.
Uma equipe da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), campus de Juazeiro, na Bahia, encontrou outra forma de tornar os fios de algodão capazes de produzir e armazenar energia: revesti-los com uma camada dupla de nanotubos de carbono e grafeno e depois cobri-los com um polímero plástico. O processo foi descrito em um artigo publicado em abril de 2018 na revista ACS Applied Materials & Interfaces. Trata-se de uma técnica mais complexa e cara do que a proposta pelos pesquisadores da UFPE.
FLORESTI, Felipe. Clara de ovo aumenta aderência de grafeno a fios de algodão. Revista Pesquisa FAPESP.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/clara-de-ovo-aumenta-a derencia-de-grafeno-a-fios-de-algodao/ Acesso em: 18 jun., 2024.
I.A polidopamina, um polímero autoaderente, e o álcool polivinílico, um polímero sintético hidrossolúvel, foram testados com certo sucesso pelo grupo e reduziram para 10 a quantidade de imersões necessárias para cobrir o algodão com grafeno. II.Assim podem se estruturar em uma única camada, resultando em um material fino, leve, resistente e com grande condutividade térmica e elétrica. III.Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveram, um fio de algodão banhado em grafeno, que utiliza a clara do ovo de galinha para aumentar a eficiência e reduzir os custos na produção de fios condutores de eletricidade, fundamentais para o desenvolvimento de roupas eletrônicas. IV.A geometria, em forma de colmeia, da molécula de grafeno proporciona uma forte coesão entre seus átomos de carbono.
Continua mantendo o sentido empregado no texto e segue correto do ponto de vista gramatical o que se apresenta em:
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