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Foram encontradas 50 questões.

O gráfico a seguir mostra como varia a massa de um isótopo radiativo em função do tempo.

Enunciado 3934026-1

Nessas condições, a partir do instante zero, qual é o tempo, em horas, necessário para que a amostra seja reduzida a \( \dfrac{1}{32} \) da quantidade inicial?

 

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Considere a lista a seguir das medidas dos comprimentos de parafusos, em polegadas, constante no estoque de uma oficina.

\( \dfrac{1}{2};\ \dfrac{1}{8};\ \dfrac{1}{4};\ \dfrac{3}{8};\ \dfrac{3}{16};\ \dfrac{5}{16};\ \dfrac{7}{16};\ \dfrac{8}{16};\ \dfrac{9}{16}; \) e \( \dfrac{5}{32} \)

Nessa lista, a mediana dos comprimentos dos parafusos, em polegadas, é

 

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Uma pastelaria tem no seu cardápio 465 tipos diferentes de pastéis com até dois recheios distintos, dentre os recheios disponíveis. Nessas condições, para que a pastelaria tenha essa quantidade de tipos de pastéis, a quantidade de recheios disponíveis é

 

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Para determinar a idade, t, em anos de um fóssil, por meio da datação em carbono 14, utiliza-se a fórmula a seguir.

\( t=\dfrac{\ln\ P}{-0,693}.t_m \)

Na fórmula, ln é o logaritmo neperiano, P é a porcentagem do carbono 14 na amostra comparada com a quantidade de tecidos vivos e tm é a meia-vida do carbono 14. Considere a idade de um fóssil de 20000 anos determinada por essa fórmula e que a meia-vida do carbono 14 seja de 5775 anos. Nessas condições, a expressão que permite calcular P é:

 

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Leia o texto a seguir.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um limite de R$ 8,4 bilhões para contratação de crédito por estados, municípios e por estatais federais, em 2020. Desse limite, R$ 400 milhões são destinados para estatais federais.

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/economia/cmn-aprova-r-84-bi-de-credito-para-estados-municipios-e-estatais/>. Acesso em: 4 mar. 2020. (Adaptado).

De acordo com o texto, em relação ao montante total aprovado pelo CMN, o valor, em porcentagem, destinado para as estatais federais é, aproximadamente,

 

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Leia o Texto II a seguir para responder às questões de 08 a 10.

Texto II

Enunciado 3933852-1

Disponível em:< http://dragoesdegaragem.com/cientirinhas/cientirinhas-50/>. Acesso em: 20 abr. 2020.

Qual padrão discursivo é reproduzido no Texto II e qual enunciado ratifica esse padrão?

 

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Leia o Texto II a seguir para responder às questões de 08 a 10.

Texto II

Enunciado 3933850-1

Disponível em:< http://dragoesdegaragem.com/cientirinhas/cientirinhas-50/>. Acesso em: 20 abr. 2020.

No Texto II, constitui uma marca intersubjetiva da expressão do grau:

 

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Leia o Texto II a seguir para responder às questões de 08 a 10.

Texto II

Enunciado 3933848-1

Disponível em:< http://dragoesdegaragem.com/cientirinhas/cientirinhas-50/>. Acesso em: 20 abr. 2020.

A constituição geral do humor no Texto II é estabelecida a partir da contraposição entre

 

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Leia o Texto I a seguir para responder às questões de 01 a 07.

Texto I

Notícias falsas: os “novos vetores”

A proliferação de notícias falsas (“fake news”) está contribuindo tanto quanto os insetos para o retrocesso no combate a velhas e novas epidemias. Segundo uma pesquisa realizada este ano pelo Ibope, sob encomenda da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em parceria com a rede de mobilização social Avaaz, dois terços dos brasileiros acreditam em ao menos uma afirmação imprecisa sobre vacinação.

Intitulado “As Fake News estão nos deixando doentes?”, o estudo teve como objetivo investigar a associação entre a desinformação e a queda nas coberturas vacinais verificadas nos últimos anos. O Ibope entrevistou cerca de duas mil pessoas acima de 16 anos, em todos os estados e no Distrito Federal e revelou o peso da ignorância e de informações falsas para o avanço de novas e antigas epidemias.

“Esse é de fato um fenômeno novo com o qual temos que aprender a lidar”, constata a professora Celina Turchi. Apesar disso, a pesquisadora da Fiocruz-PE acredita na efetividade da divulgação constante de informações sobre as formas de prevenção e controle das doenças infecciosas transmitidas por vetores, como parte das estratégias de controle de criadouros de mosquitos.

“Creio que a população, em geral, compreende mensagens como a importância da manutenção de vasos sem água, tampar vasilhames, colocar garrafas e pneus em posição que não possibilite o acúmulo de água, e tenta manter esse tipo de proteção, particularmente durante as epidemias”.

“É um fato complicado, talvez estejamos chegando próximos ao Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley”, comentou a professora Selma Jeronimo sobre as notícias falsas que têm levado pessoas a desacreditarem a ciência e medidas como a vacinação. No entanto, ela que é também presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica (SBBq) se diz otimista e pontua que as pessoas que não acreditam na ciência, na verdade, são minoria. “A ciência está para ficar, nunca tivemos tanta sobrevida para cânceres como hoje”. Jeronimo disse que tem esperança porque há hoje, no mundo, inteligência suficiente para identificar os problemas. “A gente só escuta quem grita. Essa onda de ‘fake news’ é porque uma minoria está gritando mais”.

“As fake news confundem a sociedade, prejudicando a tomada de decisão no nível individual e mesmo no coletivo”, diz o professor Wilson Savino. Para combater as notícias falsas, afirma o pesquisador da Fiocruz, é preciso “um ministério de ciência e tecnologia forte, com recursos muito mais importantes que os atuais, que permitam avanços importantes, de base científica e tecnológica, que serão entregues à sociedade, visando à melhoria de vida das pessoas”.

Além disso, a longo prazo, políticas de ciência e tecnologia precisam estar associadas a uma educação forte nos seus diversos níveis, com a formação de pensamento crítico, tão importante no desenvolvimento de qualquer sociedade. “Os custos gerados por tais políticas são mínimos comparados aos benefícios para a sociedade”, conclui Savino.

Disponível em: <http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2019/12/JC_787.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2020. (Adaptado).

Na progressão temática do texto, qual trecho apresenta um processo de referenciação catafórica a partir do qual se acrescenta um atributo a um referente humano?

 

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Leia o Texto I a seguir para responder às questões de 01 a 07.

Texto I

Notícias falsas: os “novos vetores”

A proliferação de notícias falsas (“fake news”) está contribuindo tanto quanto os insetos para o retrocesso no combate a velhas e novas epidemias. Segundo uma pesquisa realizada este ano pelo Ibope, sob encomenda da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), em parceria com a rede de mobilização social Avaaz, dois terços dos brasileiros acreditam em ao menos uma afirmação imprecisa sobre vacinação.

Intitulado “As Fake News estão nos deixando doentes?”, o estudo teve como objetivo investigar a associação entre a desinformação e a queda nas coberturas vacinais verificadas nos últimos anos. O Ibope entrevistou cerca de duas mil pessoas acima de 16 anos, em todos os estados e no Distrito Federal e revelou o peso da ignorância e de informações falsas para o avanço de novas e antigas epidemias.

“Esse é de fato um fenômeno novo com o qual temos que aprender a lidar”, constata a professora Celina Turchi. Apesar disso, a pesquisadora da Fiocruz-PE acredita na efetividade da divulgação constante de informações sobre as formas de prevenção e controle das doenças infecciosas transmitidas por vetores, como parte das estratégias de controle de criadouros de mosquitos.

“Creio que a população, em geral, compreende mensagens como a importância da manutenção de vasos sem água, tampar vasilhames, colocar garrafas e pneus em posição que não possibilite o acúmulo de água, e tenta manter esse tipo de proteção, particularmente durante as epidemias”.

“É um fato complicado, talvez estejamos chegando próximos ao Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley”, comentou a professora Selma Jeronimo sobre as notícias falsas que têm levado pessoas a desacreditarem a ciência e medidas como a vacinação. No entanto, ela que é também presidente da Sociedade Brasileira de Bioquímica (SBBq) se diz otimista e pontua que as pessoas que não acreditam na ciência, na verdade, são minoria. “A ciência está para ficar, nunca tivemos tanta sobrevida para cânceres como hoje”. Jeronimo disse que tem esperança porque há hoje, no mundo, inteligência suficiente para identificar os problemas. “A gente só escuta quem grita. Essa onda de ‘fake news’ é porque uma minoria está gritando mais”.

“As fake news confundem a sociedade, prejudicando a tomada de decisão no nível individual e mesmo no coletivo”, diz o professor Wilson Savino. Para combater as notícias falsas, afirma o pesquisador da Fiocruz, é preciso “um ministério de ciência e tecnologia forte, com recursos muito mais importantes que os atuais, que permitam avanços importantes, de base científica e tecnológica, que serão entregues à sociedade, visando à melhoria de vida das pessoas”.

Além disso, a longo prazo, políticas de ciência e tecnologia precisam estar associadas a uma educação forte nos seus diversos níveis, com a formação de pensamento crítico, tão importante no desenvolvimento de qualquer sociedade. “Os custos gerados por tais políticas são mínimos comparados aos benefícios para a sociedade”, conclui Savino.

Disponível em: <http://jcnoticias.jornaldaciencia.org.br/wp-content/uploads/2019/12/JC_787.pdf>. Acesso em: 23 mar. 2020. (Adaptado).

O significado contextual da palavra “vetor” está relacionado a

 

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