(Primeira missa no Brasil, 1860. Museu Nacional de Belas Artes –
Rio de Janeiro)
A Primeira missa no Brasil foi elaborada tendo como base
a carta de Pero Vaz de Caminha e, segundo Migliaccio
(apud Barcinski, 2015), obteve sucesso como representação canônica do passado nacional mesmo em épocas
adversas às concepções estéticas que a produziram.
Forma de realização cênica que é parte crucial do
teatro do oprimido desenvolvido por Augusto Boal. Nele,
o espectador assume o papel de protagonista na cena e
transforma a ação dramática proposta, experimentando
diretamente as ações que considera pertinentes à situação mostrada. Sua função é que o espectador ensaie
discursos e intervenções, preparando-se para uma ação
real. Esse ensaio se baseia na experiência estética, ou
seja, no aprendizado e na reflexão sobre o pensamento
sensível, sua expressão e sua influência no real.
(I. D. Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
Foi do estudo da arte chinesa do espetáculo que
este autor derivou a quintessência da encenação e
representação do seu teatro épico: o efeito do distanciamento. Ele se baseia numa neutralização completa dos
meios tradicionais de expressão teatral. Manter distância
é o primeiro mandamento tanto para o ator quanto para
o público. Não é permitido que se forme nenhum campo hipnótico entre o palco e a plateia. O ator não deve
despertar emoções no espectador, mas provocar sua
consciência crítica. Em nenhum momento deve ele
(o ator) permitir que ocorra sua completa metamorfose
na figura da personagem.
(M. Berthold, História Mundial do Teatro, 2000. Adaptado)
O descritivo caracteriza a proposta de encenação de
Segundo Iavelberg (2015), no contexto das abordagens
atuais no ensino da Arte, promoveram-se as teorias de
leitura de imagem e percepção estética da criança.
No que diz respeito ao Modernismo, a percepção era
uma dimensão importante no ensino voltada