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Foram encontradas 160 questões.

2394754 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Sendo M = { {a}, {b}, {c}, {a, b}, {a, c}, {b, c}, {a, b, c} }, é correto afirmar que:
 

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2394707 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Duas garrafas iguais contêm água, de tal forma que uma delas possui 300ml a mais que a outra. Considere que 100ml de água sejam transferidos da garrafa com maior volume de água para a outra garrafa. Sendo assim, a diferença de água entre essas duas garrafas passará a ser de:
 

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2394681 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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A soma de todos os números inteiros que NÃO pertencem ao domínio da função f(x) = !$ \dfrac {\sqrt {x^2-9}} {x-3} !$ é:
 

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2394603 Ano: 2010
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Qual das substâncias antimicrobianas a seguir exibe um melhor resultado na diminuição de estreptococos cariogênicos?
 

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2394589 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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A verificação do direito adquirido pelo credor ou entidade beneficiária, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito ou da habilitação ao benefício, é denominada:
 

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2394392 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Ruan, Luís e Mário são motoristas que trabalham em veículos de transporte de passageiros e vieram de países diferentes: Chile, Bolívia e Argentina, não necessariamente nesta ordem. Sabe-se ainda que:
  • O argentino não é taxista.
  • Mário nasceu na Bolívia.
  • O chileno dirige uma van.
  • Luís não é motorista de ônibus.
Marque a alternativa correta:
 

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2394386 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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O menor valor de x natural que é solução da inequação: !$ \dfrac {x-10} {x-3} \ge x-2 !$ é:
 

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2394276 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Um retângulo tem comprimento igual a 1,5cm e largura igual a !$ \dfrac {\sqrt {3}} {2} !$ cm. O ângulo formado entre a diagonal e o maior lado deste retângulo mede:
 

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2394191 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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O parto do livro digital

A canibalização do livro em papel dá calafrios nas editoras, embora as
gravadoras tenham sido salvas pela venda digital
.”

“Não há razão alguma para uma pessoa possuir um computador em sua casa.” Isso foi dito, em 1977, por K. Olsen, fundador da Digital. De fato, os computadores eram apenas máquinas de fazer contas, pesadas e caras. Mas, com os avanços, passaram também a guardar palavras. Aparece então a era dos bancos de dados. Tal como a enciclopédia de Diderot – que se propunha a armazenar todos os conhecimentos da humanidade –, tudo iria para as suas memórias. Mas não deu certo, pois a ambição era incompatível com a tecnologia da época.

Os primeiros processadores de texto foram recebidos com nariz torcido pelos programadores. Um engenho tão nobre e poderoso, fingindo ser uma reles máquina de escrever? Não obstante, afora os usos comerciais e científicos, o PC virou máquina de guardar, arrumar e recuperar textos, pois lidamos mais com palavras do que com números. Como a tecnologia não parou de avançar, acelerou a migração de dados para as suas entranhas. Por que não os livros? O cerco foi se apertando, pois quase tudo já é digital.

Para os livreiros, cruz-credo!, uma assombração. Guardaram na gaveta os projetos de livros digitais. Mesmo perdendo rios de dinheiro em fotocópias não autorizadas, a retranca persistiu. Havia lógica. Quem tinha dinheiro para ter computador preferia comprar o livro. Quem não tinha dinheiro para livro tampouco o tinha para computador. Mas o mundo não parou. Hoje os computadores são mais baratos é há mais universitários de poucas rendas. O enredo se parece com o das gravadoras de música, invadidas pela pirataria, mas salvas pelos 10 bilhões de músicas vendidas pela Apple Store. Nos livros, a pirataria também é fácil. Por 10 dólares se escaneia um livro na China, e é incontrolável a venda de cópias digitais piratas, já instalada confortavelmente na Rússia.

Nesse panorama lúgubre para os donos de editora, entram em cena dois gigantes com vasta experiência em vender pela internet. A Amazon lança o Kindle (que permite ler no claro, mas não no escuro), oferecendo por 10 dólares qualquer um dos seus 500.000 títulos digitais e mais 1,8 milhão de graça (de domínio público). Metade das suas vendas já é na versão digital. A Apple lançou o iPad (que faz mais gracinhas e permite ler no escuro, mas não no claro), vendendo 1 milhão de unidades no primeiro mês do lançamento. Outros leitores já estão no mercado. É questão de tempo para pipocarem nos camelôs as cópias chinesas. E, já sabemos, os modelos caboclos estão por aparecer. Quem já está usando – com o aval dos oftalmologistas – garante que não é sacrifício ler um livro nessas engenhocas. As tripas do Kindle engolem mais de 1.000, substituindo vários caixotes de livros.

Nesse cenário ainda indefinido, desponta uma circunstância imprevista. Com a crise, os estados americanos estão mal de finanças e a Califórnia quebrada, levando a tenebrosos cortes orçamentários. Para quem gasta 600 dólares anuais (por aluno) em livros didáticos, migrar para o livro digital é uma decisão fácil. Basta tomar os livros existentes e colocar na web. Custo zero? Quase. Um Kindle para cada aluno sai pela metade do custo. O governador da Califórnia é o exterminador do livro em papel. Texas, Flórida e Maine embarcam na mesma empreitada, economizando papel, permitindo atualizações frequentes e tornando o livro uma porta de entrada para todas as diabruras informáticas. E nós, cá embaixo nos trópicos? Na teoria, a solução pública é fácil, encaixa-se como uma luva nos livros didáticos, pode reduzir a cartelização e democratizar o acesso. Basta o governo comprar os direitos autorais e publicar o livro na web. Com os clássicos é ainda mais fácil, pois não há direitos autorais.

No setor privado, as perplexidades abundam. Alugar o livro, como já está sendo feito? Não deu certo vender caro a versão digital. Vender baratinho? A canibalização do livro em papel dá calafrios nas editoras, embora as gravadoras tenham sido salvas pela venda digital. Muda a lógica da distribuição. Tiragens ínfimas passam a ser viáveis. O contraponto é o temível risco de pirataria. Não há trava que não seja divertimento para um bom hacker. Na contramão desses temores, Paulo Coelho se deu bem, lançando seu último livro gratuitamente na internet, junto com o lançamento em papel. Cava-se um túmulo para as editoras e livrarias? Vão-se os anéis e ficam os dedos? Ou abre-se uma caixa de Pandora fascinante? Só uma coisa é certa: o consumidor ganha.

(Cláudio de Moura Castro. Revista Veja. Ed. 2165, de 19 de maio de 2010)

O trecho “embora as gravadoras tenham sido salvas pela venda digital” (6º§) pode ser substituído, sem alteração do sentido, por:

 

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2394156 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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No segundo semestre de 2010, um grupo de mineiros ficou várias semanas preso a uma profundidade de aproximadamente 700 metros na mina de San José, no norte do Chile, atraindo a atenção do planeta para o emocionante resgate, que teve início no dia 12 de outubro. Que minério estava sendo explorado nesta mina, pela companhia mineradora de capital norte-americano San Esteban, e tem o Chile como seu maior produtor no mundo?
 

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