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Foram encontradas 160 questões.

2396177 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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A Constituição da República Federativa do Brasil trata, no seu Capítulo IV, dos Direitos Políticos. De acordo com a referida norma, é condição de elegibilidade a idade mínima de:

 

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2396126 Ano: 2010
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Qual é a soma dos valores X, Y e Z na sequência: 2, 5, 4, 10, 8, 20, X, 40, 32, Y, Z?
 

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2395944 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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A soma de todos os valores inteiros que NÃO pertencem ao domínio da função real !$ \sqrt[n]{} \sqrt{x^2-5x-6 \over x^2-36} !$ é igual a:
 

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2395927 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Sejam as funções reais: f(x) = 4x − 6, g(x) = 2x − 1 e h(x) = 2x + 3. Qual das funções compostas apresenta o maior valor numérico?
 

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2395803 Ano: 2010
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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São princípios fundamentais do Código de Ética Profissional do Psicólogo, EXCETO:
 

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2395418 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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A camada de aplicação do modelo de referência OSI é a parte da arquitetura que oferece serviços de rede aos usuários finais. Das principais aplicações, temos os seguintes serviços: SMTP, TELNET, FTP, DNS, NFS. Qual das alternativas a seguir descreve de forma INCORRETA a função de um dos serviços?
 

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2395224 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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O funileiro

O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos – diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”

– O senhor não faz?

Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.

O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.

Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...

A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.

[...]

A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.

O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas como os caminhos da recordação.

(Braga, Rubem in 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S. A.)

O segmento do texto que tem o antecedente do pronome relativo “queERRADAMENTE indicado é:

 

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2395124 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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O funileiro

O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore, na minha rua, é um italiano do sul. “Nós somos quase todos italianos – diz ele. Mas tem de tudo. Tem muito cigano. Aí para Engenho de Dentro tem cigano que faz até tacho de cobre.”

– O senhor não faz?

Abana a cabeça. Trabalha entre Copacabana e Ipanema, onde ninguém quer tacho de cobre. Sinto, por um instante, a tentação de lhe encomendar um tacho de cobre. Mas percebo que é um desejo pueril, um eco da infância.

O grande e belo tacho de cobre que eu desejo, ele não poderia fazê-lo; ninguém o poderia. Não é apenas um objeto de metal, é o centro de muitas cenas perdidas, e a distância no tempo o faz quase sagrado, como se o fogo vermelho e grosso em que se faziam as goiabadas cheirosas fossem as chamas da pira de um rito esquecido. Em volta desse tacho há sombras queridas que sumiram, e vozes que se apagaram. As mãos diligentes que areavam o metal belo também já secaram, mortas.

Inútil enfeitar uma sala com vasilhame de cobre; a lembrança dos grandes tachos vermelhos da infância é incorruptível, e seria transformar uma parte da própria vida em motivo de decoração. Que emigrado da roça não sentiu uma indefinível estranheza e talvez um secreto mal-estar a primeira vez que viu, pregada na parede de um apartamento de luxo, um estribo de caçamba? É como se algo de sólido, de belo, de antigo, fosse corrompido; a caçamba sustenta, no lugar da bota viril de algum alto e rude tio da lavoura, um ramalhete de flores cor-de-rosa...

A beleza, suprema bênção das coisas e das criaturas, é também um pecado, punido pelo desvirtuamento que desliga o que é belo de sua própria função para apresentá-lo apenas em sua forma. O antique tem sempre um certo ar corrupto e vazio; é como se a sua beleza viesse de sua função e utilidade; e desligada destas assume um ar equívoco... O antique é sempre falso; é uma coisa antiga que deixa de ser coisa para ser apenas antiga. A caçamba de teu apartamento jamais é autêntica. Pode tê-lo sido, não é mais: é apenas um vaso de metal, para flores.

[...]

A tua caçamba, homem do apartamento, pode estar perfeita e brilhante; falta-lhe a lama dos humildes caminhos noturnos por onde teu cavalo não marchou; nunca terás por ela a amizade inconsciente mas profunda do homem que a usou longamente como estribo, que a teve na sua função, e não como vaso de flores.

O velho italiano conversa comigo enquanto bate, sabiamente, contra o ferro do cabeceiro, com um martelo grosso, o fundo de uma panela de alumínio. Mas são longas as conversas do funileiro; são longas como as ruas em que ele anda, longas como os caminhos da recordação.

(Braga, Rubem in 200 Crônicas Escolhidas – Círculo do Livro S. A.)

O funileiro que se instalou à sombra de uma árvore...” Nessa frase, o acento indicativo de crase resulta da união de uma preposição com um artigo, o mesmo que ocorre em:

 

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2395064 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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Sobre o gráfico da função f(x) = x2 + 2x − 3 é correto afirmar:
 

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2394782 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Guaxupé-MG
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É considerado inconcebível o seguinte fato contábil:
 

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