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Considere o quadrado ABCD da figura abaixo, M é o ponto médio do lado BC

Pela análise do polígono APBCD podemos dizer que sua área representa da área do quadrilátero ABCD o equivalente a:
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- GeometriaGeometria PlanaTriângulos
- GeometriaGeometria PlanaQuadriláteros
- TrigonometriaLeis dos Senos e Cossenos.
Considere um certo triângulo retângulo ABC, retângulo em A.
O lado AC está dividido em 3 partes iguais pelos pontos D e E e o
lado BC está dividido em 3 partes iguais pelos pontos F e G de
modo que o segmento DF seja paralelo ao segmento AB e que o
segmento AD seja menor que DC. Considere o Lado AB = x e o
lado AC = y. Dessa forma, a área do quadrilátero ABFD é
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Considerando conhecimentos de fundamentos de
estatística, responda a questão abaixo
A figura a seguir é uma forma de representação gráfica
adequada para a apresentação da distribuição de uma variável
quantitativa contínua em estudos sobre acidentes com
motocicletas em rodovias federais de Pernambuco
Essa análise exploratória de dados foi realizada pelo superintendente Cláudio Ives do órgão responsável pela fiscalização de trânsito nessas rodovias. Podemos dizer que o superintendente utilizou uma representação gráfica denominada
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Considerando conhecimentos de fundamentos de
estatística, responda a questão abaixo
Suponha que o professor Marlos Branco tenha as seguintes informações de uma amostra de dados:
• Média = 3
• Variância = 36
• Soma dos desvios absolutos em relação à média = 10
• Tamanho da amostra = 5
Assim, o coeficiente de variação dessa amostra em termos decimais será igual a
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Considerando conhecimentos de fundamentos de
estatística, responda a questão abaixo
Um Sistema de Informação de Vigilância Sanitário do Estado
Y foi implantado no ano de 2023 para monitoramento de certo
vírus influenza no país. Em 20 de novembro de 2023 foi declarado
estado de alerta para epidemia provocada pelo vírus X. Com isso,
a Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado Y realizou a
adaptação do Sistema de Vigilância de Síndromes Respiratórias
Agudas, visando orientar e fornecer informações ao Sistema
Nacional de Vigilância em Saúde. Para tanto, foi criado uma ficha
de registro individual para levantamento diversas informações,
dentre elas: 1. Sexo (Feminino ou Masculino); 2. Idade (em anos); 3. Tipo Sanguíneo (A, B, AB e O); 4. Fumante (sim ou não); 5. Possui fatores de risco/comorbidades? (Sim, Não, Ignorado); 6. Escolaridade (Sem escolaridade/analfabeto, Fundamental 1º ciclo [1º ao 5º ano], Fundamental 2º ciclo [6º ao 9º ano], Médio [1º ao 3º ano], Superior, Não se aplica, Ignorado). 7. Unidade da Federação.
As variáveis 2, 3, 6 e 7 acima são, nesta ordem,
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
23/11/2023)
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Dia da Consciência Negra: desigualdade, resistência e muita
luta
Hoje, 20 de novembro, é Dia da Consciência Negra. A data é utilizada para reforçarmos toda a luta da população negra para garantir seu espaço na sociedade, que tem sido conquistado em meio
a tantas desigualdades. O dia faz menção à morte de Zumbi dos
Palmares, que morreu em luta pela liberdade do povo negro. Nesse
cenário, uma notícia positiva: por unanimidade, o Senado Federal
aprovou na última quinta-feira (18) Projeto de Lei que tipifica a
injúria racial como racismo. A proposta, que segue para análise da
Câmara dos Deputados, alinha a legislação ao entendimento do
Supremo Tribunal Federal (STF) que, em julgamento, já decidiu
dessa forma.
Em Sergipe, dados da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal da Secretaria da Segurança Pública apontam que entre os
meses de janeiro a outubro deste ano foram registrados 161 casos
de injúria racial e 33 situações relacionadas ao racismo. Os números revelam que as denúncias estão ocorrendo, mas também sabemos que nem todo negro que sofre racismo ou injúria racial procura seus direitos. Não podemos normalizar a discriminação, nem
levar na brincadeira e nem minimizar o sofrimento de quem sente
o preconceito diário simplesmente pelo tom da pele. A exclusão
racial entristece, revolta e traumatiza, mas também pode encorajar
e motivar para novas lutas e futuras conquistas.
O Brasil tem a maior população negra fora da África e a superação
da desigualdade tornou-se uma exigência moral. A consciência
antirracista vem se consolidando, de maneira lenta, mas estamos
no caminho. Foram quase quatro séculos caçando, vendendo e
comprando seres humanos, por isso é tão relevante praticar uma
frase há tempos anunciada pelo movimento negro: “Nossos passos
vêm de longe”. Entender a nossa ancestralidade como ponto de
partida para os avanços que hoje presenciamos é necessário para
dar seguimento à luta. É inaceitável a naturalização da violência
social, marcada pela estigmatização da pessoa negra e pela imposição de características negativas e de subalternidade. Se todas as
vidas importassem, nós não precisaríamos proclamar enfaticamente que a vida dos negros importa.
Quando eu era criança, queria muito ver na televisão super-heróis
negros e hoje compreendo a importância da representatividade, da
ocupação de espaços, da necessidade que temos em nos reconhecer nos lugares aonde chegamos. Precisamos quebrar paradigmas
e questionar o sistema todos os dias, pois enquanto houver racismo
não haverá democracia. É necessário reconhecer que o racismo
existe na sociedade atual e que não se manifesta somente por meio
de atos isolados e da discriminação direta.
Temos que dar protagonismo aos intelectuais negros que estudam
o tema, além de fomentar o ingresso e a permanência de pessoas
negras nas instituições e no cenário político, aumentando sua representatividade e diversidade. Nós negros não recuaremos nas
conquistas que foram alcançadas ao longo da história, por isso estamos sempre preparados para resistir e lutar contra todo tipo de
discriminação. Precisamos romper as barreiras da desigualdade e
do silenciamento negro. A jornada é longa e árdua, mas terá valido
a pena.
(https://sinpolsergipe.org.br/nossa-opiniao-dia-da-consciencia-negra-desigualdade-resistencia-e-muita-luta-por-adriano-bandeira/ Acesso em
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