Foram encontradas 80 questões.
- ÁlgebraEquações de Segundo Grau
- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosRelações Métricas no Triângulo Retângulo
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Geraldo desenhou um retângulo de 96 cm² de área, cujo
comprimento excedia em 4 cm a sua largura. Em seguida,
utilizou a diagonal da figura como lado de um quadrado.
Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta a área
desse quadrado.
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Em determinado abrigo para animais de uma cidade
existem 34 indivíduos, entre humanos e cachorros.
Considerando que todos os cachorros neste abrigo
possuem 4 patas e todos os humanos possuem 2 pés e que
a quantidade total de patas e pés é de 112, assinale a
alternativa que apresenta, respectivamente, o número de
humanos e de cachorros neste local.
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa,
quanto à regência verbal, assinale a alternativa correta.
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O projeto da artista era voltar ao estilo __________ que
recorria quando começara __________ pintar em
homenagem __________ que a acompanhavam desde o
começo.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
“Daí” tento ser diferente e acho tão chato que preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa.
De acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa, quanto à significação das palavras e às classes de palavras, a palavra “daí” é utilizada no texto como
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
As crianças riram muito, ainda que as mães tentassem controlá-las.
De acordo com norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto ao uso da vírgula, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
Você precisa estar lá e você precisa, peloamordeDeus, sair correndo de lá. Você adora “aquelas pessoas” e você, nossaSenhora, tem pavor daquelas pessoas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa em que os termos destacados foram corretamente substituídos por um pronome pessoal.
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Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
Você precisa estar lá e você precisa, “peloamordeDeus”, sair correndo de lá. Você adora aquelas pessoas e você, “nossaSenhora”, tem pavor daquelas pessoas.
De acordo com a leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta o efeito de sentido gerado pelo uso das palavras sem espaço entre elas nos trechos destacados.
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Recentemente, conheci uma artista plástica que me disse:
“Voltei a pintar só agora, depois de 30 anos”. Eu perguntei o que
havia acontecido e ela me contou traumatizada: “Uma pessoa
disse que eu era ruim”. Uma pessoa? Pensei na quantidade de
gente que já fez textão pra me detonar e queria rir.
A artista contou que só conseguiu voltar porque “mudou
completamente”. Entendo. Eu começo a digitar meia palavra
numa crônica e fico meio enjoada. Até quando eu vou escrever
como eu escreveria? Daí tento ser diferente e acho tão chato que
preciso comer absolutamente tudo que tem em minha casa. Uma
semana antes da Flip, eu acordei desejando profundamente que
algo acontecesse e eu me visse livre da viagem. Podia inundar a
cidade, pegar fogo na pousada que me receberia, ter algum
desmoronamento na estrada. Lembrando que pensamentos
intrusivos não fazem de mim uma má pessoa. Outras coisas, sim.
A Flip é extraordinária, mas também o desfile máximo de
nossos egos e sombras. Você precisa estar lá e você precisa,
pelo amor de Deus, sair correndo de lá. Você adora aquelas
pessoas e você, nossa Senhora, tem pavor daquelas pessoas.
Você é celebrado e um lixo. Então, quatro dias antes da Flip,
brincando de cavalinho com uma criança de três anos, eu realizei
meu sonho. Meu disco rasgou, hérnia pra fora. O ortopedista do
hospital lamentou, enquanto me aplicava morfina e Diprospan:
“Esquece Paraty”. Eu andava pela casa como uma orangotango
idosa. Meus braços pendiam imensos e minha cabeça parecia
sair do meio do meu estômago. Eu estava tão feia e tão
desgraçada que não conseguia parar de fazer piadas. Minha filha
e meu namorado riam muito e comecei a gostar da situação.
Quando cheguei ao hospital, rapidamente vieram me trazer
uma cadeira de rodas, mas eu percebi que as pessoas na sala
de espera desviavam o olhar por incômodo e para não rir. Estava
feito o convite: eu precisava entregar o show. A orangotango
velha desfilou entre elas. Provocativa, dramática, “exposta”,
exagerada. As crianças riram muito, ainda que as mães
tentassem controlá-las. A força que isso foi me dando. O prazer
que a exposição ao ridículo me dá. (É assim que você escreve e
olha o que causa!) Não se curve! Não se curve!! Fiquei totalmente
de pé na manhã da viagem.
(Altos, baixos e curvados. Tati Bernardi para Folha de SP. Adaptado).
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