Foram encontradas 515 questões.
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A prática docente voltada para a alfabetização funcional deve articular o estudo dos fonemas às restrições posicionais
e contextuais do sistema ortográfico. Considerando os desafios didáticos na apresentação das irregularidades e regularidades
contextuais, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que indica uma estratégia de ensino condizente com a análise
linguística proposta pela BNCC.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No processo de alfabetização sob a ótica da análise linguística e semiótica proposta pela BNCC, a transição da consciência
fonológica para a apropriação do sistema ortográfico exige que o estudante compreenda a natureza não biunívoca da língua
portuguesa. Diante de uma situação em que um aluno, em fase de consolidação da escrita, grafa a palavra EXCEÇÃO como
ECEÇÃO e a palavra CASA como CAZA, assinale a alternativa que apresenta a correta avaliação pedagógica sobre a lógica
fonológica e ortográfica aplicada pelo discente.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um projeto interdisciplinar desenvolvido no Ensino Médio propõe a elaboração de um glossário envolvendo gírias juvenis,
terminologias profissionais e expressões recorrentes em diferentes grupos sociais. Considerando os princípios da sociolinguística
aplicados ao ensino de língua materna, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma discussão sobre preconceito linguístico no
Ensino Médio, o professor analisa situações em que variantes
regionais e sociais são associadas a avaliações negativas em
determinados espaços institucionais. Considerando as relações
entre variação linguística e ensino, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao trabalhar com simulações de entrevistas de emprego e
diálogos cotidianos entre estudantes, um professor de Língua
Portuguesa busca desenvolver competências relacionadas à
variação situacional da linguagem. Considerando os objetivos
pedagógicos dessa proposta, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Durante a leitura de um texto literário do século XIX,
estudantes do Ensino Médio questionam determinadas
construções linguísticas e formas de tratamento distintas das
empregadas na contemporaneidade. Considerando o trabalho
com variação diacrônica no ensino de língua materna, assinale a
alternativa que apresenta abordagem pedagógica coerente com
os estudos linguísticos atuais.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em uma aula de Língua Portuguesa do Ensino Médio, ao
analisar letras de canções regionais brasileiras, um docente
propõe a reflexão sobre o conceito de adequação linguística
em diferentes práticas sociais de comunicação. Considerando
os pressupostos da sociolinguística no ensino de língua
materna, assinale a alternativa que apresenta encaminhamento
metodológico compatível com o desenvolvimento da competência
comunicativa dos estudantes.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container