Foram encontradas 490 questões.
Em uma oficina de produção textual, estudantes do Ensino Médio elaboram um parágrafo argumentativo que, embora apresente
correção gramatical, demonstra ausência de progressão temática e fragilidade na articulação entre os períodos. Diante dessa
situação, o professor decide desenvolver atividades relacionadas às estratégias de textualização e aos mecanismos de coesão
sequencial. Considerando os princípios da Linguística Textual e do ensino reflexivo da escrita, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um professor de Língua Portuguesa utiliza uma notícia sobre economia para trabalhar os conceitos de polissemia e construção
contextual dos sentidos. O título da notícia é: Banco Central corta juros e mercado reage com cautela. Ao perceber que parte da
turma associou a palavra banco ao objeto utilizado para sentar, o docente propõe uma atividade voltada à análise semântica do
texto. Tendo em vista as abordagens contemporâneas de ensino de significação e contexto, indique a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Durante uma atividade de reescrita com uma turma de 3º ano do Ensino Médio, um aluno apresenta o seguinte período em sua
redação: O trânsito nas grandes cidades é caótico, pois o planejamento urbano falhou e a frota de veículos não para de crescer. O
professor sugere que o estudante reestruture o período de modo que a relação causal passe a ser expressa por oração subordinada
adverbial, conferindo maior hierarquia argumentativa e clareza à construção sintática. Considerando a norma-padrão e os efeitos de
sentido produzidos no período, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O domínio das diferentes perspectivas gramaticais é essencial para que o professor de Língua Portuguesa medeie a relação
entre o aluno e o idioma. Em uma situação de análise de um roteiro de cinema que utiliza gírias e variações regionais, o docente
deve mobilizar conhecimentos de diferentes tipos de gramática. Sobre essa dinâmica, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A tradição gramatical ocidental, com raízes na Grécia Clássica, estabeleceu um modelo normativo e dogmático que, por séculos,
orientou o ensino de línguas pautado na preservação literária. No entanto, a historiografia linguística e a pedagogia contemporânea
propõem uma releitura dessa herança. Considerando a evolução dos métodos de ensino e as tipologias gramaticais, assinale a
alternativa que descreve corretamente a transição para uma abordagem reflexiva no ambiente escolar.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A prática docente voltada para a alfabetização funcional deve articular o estudo dos fonemas às restrições posicionais
e contextuais do sistema ortográfico. Considerando os desafios didáticos na apresentação das irregularidades e regularidades
contextuais, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que indica uma estratégia de ensino condizente com a análise
linguística proposta pela BNCC.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No processo de alfabetização sob a ótica da análise linguística e semiótica proposta pela BNCC, a transição da consciência
fonológica para a apropriação do sistema ortográfico exige que o estudante compreenda a natureza não biunívoca da língua
portuguesa. Diante de uma situação em que um aluno, em fase de consolidação da escrita, grafa a palavra EXCEÇÃO como
ECEÇÃO e a palavra CASA como CAZA, assinale a alternativa que apresenta a correta avaliação pedagógica sobre a lógica
fonológica e ortográfica aplicada pelo discente.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container