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TEXTO 2
Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,
só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro
no ar, se ninguém me leu.
Não deixa que o livro te engane:
foi corpo o que me aconteceu,
e se hoje eu, cantando, sou canto,
seu corpo é que me reviveu:
por este ectoplasma estranho
de som, de inscrição, de sonho,
seu corpo bate no meu.
Hoje, quem diz o poema
não sei se sou eu ou eu.
MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.
“seu corpo é que me reviveu

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi substituída por um sinônimo adequado ao contexto e acompanhada de um antônimo correto.
 

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TEXTO 2
Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,
só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro
no ar, se ninguém me leu.
Não deixa que o livro te engane:
foi corpo o que me aconteceu,
e se hoje eu, cantando, sou canto,
seu corpo é que me reviveu:
por este ectoplasma estranho
de som, de inscrição, de sonho,
seu corpo bate no meu.
Hoje, quem diz o poema
não sei se sou eu ou eu.
MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.

No trecho:

“Eu, o poema, não vibro no ar, se ninguém me leu.”

a principal figura de linguagem presente é:

 

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TEXTO 2
Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,
só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro
no ar, se ninguém me leu.
Não deixa que o livro te engane:
foi corpo o que me aconteceu,
e se hoje eu, cantando, sou canto,
seu corpo é que me reviveu:
por este ectoplasma estranho
de som, de inscrição, de sonho,
seu corpo bate no meu.
Hoje, quem diz o poema
não sei se sou eu ou eu.
MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.

No verso:

“seu corpo bate no meu.”

a palavra “corpo” foi empregada em sentido predominantemente:

 

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Assinale a alternativa em que o emprego do acento grave indicativo de crase está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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TEXTO 1
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Considerando as regras de ortografia e acentuação presentes no texto 1, assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas e acentuadas.
 

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TEXTO 1
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Em algumas construções da norma-padrão, a expressão “mais bem” não pode ser substituída por “melhor” sem causar inadequação gramatical. Assinale a alternativa em que a troca está INCORRETA.
 

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TEXTO 1
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém corretamente o sentido original e a relação lógica das informações.

Trecho original:
“Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo.”
 

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O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Ao afirmar que “os dados do IPS Brasil 2026 mostram duas realidades distintas”, fica implícito que:
 

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TEXTO 1
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
O texto estabelece um contraste entre regiões brasileiras a partir dos resultados do Índice de Progresso Social, IPS Brasil 2026. A principal estratégia usada para construir essa oposição é:
 

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4195129 Ano: 2026
Disciplina: Biologia
Banca: IDHTEC
Orgão: Pref. Ipubi-PE
Provas:
Segundo Wolpert, et al. (2008) “A metamorfose é um processo de desenvolvimento caracterizado por mudanças drásticas na forma, estrutura e função de um organismo durante sua vida”. Sobre o processo de metamorfose dos seres vivos, analise as proposições:

I. As cigarras são hemimetábolas.
II. Os tisanuros são insetos holometábolos.
III. A metamorfose da abelha é um processo completo (holometábolo).
IV. As efêmeras, de ordem Ephemeroptera, sofrem metamorfose incompleta.

Marque a alternativa correta de acordo com as proposições:
Questão Anulada

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