Foram encontradas 240 questões.
Abaixo é possível se observar quatro diferentes expressões numéricas que envolvem
três operações consideradas como fundamentais no estudo da matemática, a adição, a subtração e a
multiplicação.
2 + 3 x 5 – 1 + 3 x 1 – 2 = w
3 + 5 x 1 – 3 + 1 x 2 – 2 = k
5 + 1 x 3 – 1 + 2 x 2 – 3 = y
1 + 3 x 1 – 2 + 2 x 3 – 5 = ç
Qual das alternativas apresenta o resultado da expressão “2w + 3k – y + 2ç”?
2 + 3 x 5 – 1 + 3 x 1 – 2 = w
3 + 5 x 1 – 3 + 1 x 2 – 2 = k
5 + 1 x 3 – 1 + 2 x 2 – 3 = y
1 + 3 x 1 – 2 + 2 x 3 – 5 = ç
Qual das alternativas apresenta o resultado da expressão “2w + 3k – y + 2ç”?
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Uma Atendente lotada em determinada unidade de saúde verificou que havia
determinada padronização do número de pacientes que frequentavam a unidade, considerando um dia
útil de atendimento. Ela percebeu que a cada 120 minutos de funcionamento da unidade, 21 pacientes
entravam para serem atendidos, e de fato o eram. Além disso, durante o dia, sempre havia mais 5
pacientes não contabilizados da forma anteriormente descrita. Nesse sentido, considerando ‘f(x)’ o
número de pacientes que frequentam a unidade em dias úteis, e ‘x’ como um período de 1 hora, qual das
alternativas traz a função ‘f(x)’ correta?
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Algumas crianças estavam brincando com dados numéricos na área recreativa em um
consultório, enquanto seus pais aguardavam serem chamados para a consulta. Uma dessas crianças
ordenou os blocos numéricos da seguinte forma:
2 11 20 18 1 3 5 16 14 9 7 12
Considerando os números acima, assinale a alternativa que traz a soma dos números pares, subtraindose desse valor, a soma dos números ímpares. Ainda, na obtenção das somas deve-se desconsiderar o maior e o menor número par, assim como o maior e o menor número ímpar.
2 11 20 18 1 3 5 16 14 9 7 12
Considerando os números acima, assinale a alternativa que traz a soma dos números pares, subtraindose desse valor, a soma dos números ímpares. Ainda, na obtenção das somas deve-se desconsiderar o maior e o menor número par, assim como o maior e o menor número ímpar.
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Após uma inspeção do setor de infraestrutura responsável, foi verificado que seria
necessário ampliar uma das salas de atendimento médico pertencentes à Secretaria de Saúde. O
comprimento do piso dessa sala, medido internamente, é igual a 220 centímetros. Os responsáveis pela
inspeção disseram que o comprimento externo, considerando as duas paredes de espessura 0,2 metros,
deveria ser minimamente igual a 360 centímetros. Dessa forma, é possível afirmar que o comprimento
mínimo do piso, interno, deve ser acrescido em:
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Em determinada unidade de saúde, são utilizadas carteiras de vacinação impressas, as
quais são feitas de papel e possuem formato exatamente quadrado. A empresa que fez a impressão das
carteiras informou, no momento da entrega, que o perímetro de doze dessas carteiras totalizava
exatamente 0,432 metros. Assim, pode-se afirmar que, ao se medir o comprimento de um dos lados de
qualquer dessas de uma dessas doze carteiras, se encontraria a seguinte medida, em centímetros:
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo
Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam
infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais
300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo
do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate
80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.
Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora
de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.
Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de
gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um
encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos,
as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a
mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude
que é importante.
Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que
vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada,
em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.
White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado
no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para
serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico.
Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável.
Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta
mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?
Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero
calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais
olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.
Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer
mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a
eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas
são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo
Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam
infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais
300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo
do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate
80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.
Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora
de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.
Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de
gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um
encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos,
as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a
mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude
que é importante.
Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que
vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada,
em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.
White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado
no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para
serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico.
Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável.
Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta
mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?
Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero
calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais
olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.
Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer
mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a
eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas
são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo
Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam
infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais
300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo
do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate
80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.
Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora
de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.
Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de
gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um
encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos,
as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a
mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude
que é importante.
Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que
vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada,
em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.
White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado
no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para
serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico.
Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável.
Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta
mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?
Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero
calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais
olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.
Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer
mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a
eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas
são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo
Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam
infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais
300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo
do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate
80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.
Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora
de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.
Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de
gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um
encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos,
as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a
mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude
que é importante.
Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que
vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada,
em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.
White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado
no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para
serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico.
Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável.
Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta
mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?
Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero
calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais
olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.
Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer
mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a
eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas
são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
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Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão:
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo
Acordo cansada. Me deito cansada. Entre os extremos do dia, evito que meus pensamentos sejam
infectados pela fadiga. De manhã, ergo pesos de quatro quilos, 15 repetições, agacho, levanto, só mais
300 abdominais. Em seguida, percorro os corredores do supermercado contando os passos no aplicativo
do celular e cruzo pela gôndola dos dietéticos sem me dar conta de que esqueci de pegar o chocolate
80% cacau – me obrigo a voltar e adiciono mais cem passos.
Trabalho sentada, benção e castigo. Custo a me concentrar, ainda não consigo deixar o celular fora
de alcance, duas horas se passaram e renderam meio parágrafo.
Trânsito. Saio da garagem, escolho a playlist do dia – jazz, MPB, pop? – e a música me salva de
gritar em meio ao congestionamento. Desolador cenário urbano: todos enlatados, a caminho de um
encontro urgente que daqui a dois dias ninguém lembrará para que serviu.
Onde quer que eu esteja, o WhatsApp está comigo. A família inteira, os amigos, os desconhecidos,
as relações profissionais, minha melhor confidente e o gerente do banco têm o mesmo acesso direto a
mim: o sinal avisa de cinco em cinco minutos que alguém está querendo me contatar e a gente se ilude
que é importante.
Preocupações. Não posso parar. Não devo. Tenho que vencer o dia, mesmo sabendo que é ele que
vence sempre – ao anoitecer, fecho os olhos e mergulho num sono entrecortado. Durante a madrugada,
em algum momento, desperto, talvez pela culpa de ter freado.
White people problem. A polícia não me interceptará para averiguações. Não terei que pedir fiado
no armazém. Não pegarei um ônibus lotado. Os privilégios se amontoam. Há uma pilha de livros para
serem lidos, viagens a trabalho, uma filha morando no Exterior que acabei de visitar. Escrevo. Publico.
Uma realidade bem mais excitante do que aquela que, na adolescência, eu projetava como razoável.
Minha vida é extraordinária. E esgotante. Rara para alguns e comum a todo ser humano que não aguenta
mais. Na hora de decidir se é você que está pirando ou é o mundo, que opção você crava?
Sagrada e maldita tecnologia que veio para facilitar, mas cobra em troca a nossa alma. Eu só quero
calma, tempo, fluidez. Menos responsabilidades, mais oceano, árvores, céu. Menos opiniões, mais
olhares cálidos, risadas soltas, alegria descompromissada, aquela sem motivo.
Quero me sentir livre da obrigação de existir para os outros, de me vestir para os sites, de parecer
mais inteligente do que sou. Quero a expansão do nada, nenhuma sabedoria para vender. Sentir a
eternidade deste momento, sem espiar o relógio digital instalado no meio da avenida. Sei bem que horas
são. Estou a um minuto de um reencontro amoroso comigo, sem chance de me atrasar.
Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
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