Foram encontradas 210 questões.
Para além de um bom planejamento, o professor deve estar apto a organizar o espaço da sala de aula, de forma a ampliar e qualificar as aprendizagens em desenvolvimento. Considerando as estratégias para o desenvolvimento da aprendizagem, analise os seguintes itens:
I. criação de um currículo significativo;
II. organização de grupos de aprendizagens solidárias;
III. uso de clareza no direcionamento e explicitação das atividades propostas;
IV. desenvolvimento de regras de convivência de forma colaborativa;
V. reforço e treinamento para as avaliações em larga escala;
VI. altas expectativas de aprendizagem com relação aos alunos;
VII. prêmios e bonificações de acordo com os resultados alcançados.
Corresponde a estratégias para o desenvolvimento de uma aprendizagem eficaz o que consta em
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Maurice Tardif é um autor canadense muito conhecido no Brasil e em outros países por suas reflexões e pesquisas em temáticas educacionais relacionadas aos saberes docentes, à formação profissional, à divisão do trabalho na escola, bem como à inserção profissional e às profissões do ensino no contexto escolar. Em artigo intitulado “A profissionalização do ensino passados trinta anos: dois passos para a frente, três para trás”, Tardif traça o panorama da profissionalização do ensino e apresenta a evolução desse quadro agrupando-o em três idades que correspondem a períodos históricos peculiares, quais sejam:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
A educação para a população rural brasileira tem sua especificidade. O artigo 28 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) diz que: “Na oferta de educação básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região”.
Assinale a opção que corresponde a uma dessas adaptações.
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A avaliação constitui uma dimensão importante do trabalho docente, pois é responsável por retroalimentar suas práticas pedagógicas. São objetos de avaliação da aprendizagem dos alunos:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Considerando as mudanças na complementação da União ao FUNDEB com a aprovação da Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020, que regulamenta o que vem se denominando de Novo FUNDEB, julgue as assertivas que se seguem:
I. A partir de 2026, a complementação da União deve equivaler a, no mínimo, 23% (vinte e três por cento) do total de recursos do FUNDEB.
II. Para efeito de cumprimento da complementação aos fundos, a União poderá fazer uso dos recursos da arrecadação concernente ao Salário-educação.
III. A complementação-VAAF da União deve acontecer sempre que o valor anual por aluno no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal não atingir o mínimo nacionalmente definido.
IV. A complementação-VAAF da União deve acontecer no âmbito de cada rede pública de ensino municipal, estadual ou distrital, sempre que o valor anual total por aluno não atingir o mínimo nacionalmente definido.
V. A complementação da União ao fundo deve ser implementada de forma progressiva, do primeiro ao oitavo ano subsequentes ao ano da vigência da Lei que regulamenta o Novo FUNDEB, com o aumento de 3% (três por cento) ao ano.
É correto o que se afirma somente em
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Considerando as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, vigente no Brasil desde janeiro de 2008, analise as seguintes afirmações:
I. Ao organizar a educação especial na perspectiva da educação inclusiva, compete aos sistemas de ensino disponibilizar as funções de instrutor, tradutor/intérprete de Libras e guia intérprete, bem como de monitor ou cuidador aos alunos com necessidade de apoio nas atividades de higiene, alimentação, locomoção, entre outras.
II. A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os serviços e recursos próprios desse atendimento e orienta os alunos e seus professores quanto a sua utilização nas turmas comuns do ensino regular.
III. O atendimento educacional especializado deve estar articulado com a proposta pedagógica do ensino comum, disponibilizando atividades e programas de cunho curricular (como o ensino de linguagens), atuando de forma substitutiva ou complementar ao processo de escolarização realizado na sala de aula comum.
IV. O atendimento educacional especializado é de oferta obrigatória dos sistemas de ensino, podendo ser realizado no mesmo turno da classe comum, na escola onde o aluno está matriculado ou em centro especializado que realize esse serviço educacional.
Está correto somente o que se afirma em
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
O Plano Nacional de Educação (2014-2024) apresenta um conjunto de 20 metas e estratégias para a educação nacional a serem executadas em um prazo de dez anos. Para o campo da Gestão Democrática da Escola Pública, destaca-se a Meta 19: “Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto”.
Muitos são os desafios enfrentados, até o momento, para concretizar esta meta. Para isso, o documento também anuncia um conjunto de estratégias a serem seguidas para o alcance de melhores resultados.
Dentre as estratégias associadas à Meta 19 do PNE encontra(m)-se:
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Imaginemos uma professora que acredita no papel transformador da escola, visualizando a escola como um instrumento de apropriação do saber a serviço dos interesses populares. Assim, em seu fazer pedagógico, o saber está vinculado à realidade social. Nessa perspectiva, busca não só relacionar os conhecimentos trabalhados em sala de aula com a experiência concreta do aluno, mas também viabilizar um tratamento analítico acerca do que está sendo estudado, de modo a fazer com que o aluno transcenda a experiência, até então pouco elaborada. Para tanto, essa professora, em suas aulas, busca partir da prática real, da experiência do aluno, para em seguida viabilizar a consciência dessa prática à luz dos conteúdos estudados.
Considerando essa descrição, é correto dizer que a professora apresenta traços da pedagogia
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
Com relação à estrutura e organização da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), julgue as assertivas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Na BNCC, os objetivos de aprendizagem dos campos de experiências da Educação Infantil são divididos em dois grupos, quais sejam: crianças matriculadas na creche (até três anos de idade) e crianças matriculadas na pré-escola (4 a 5 anos de idade).
( ) A BNCC estabelece cinco campos de experiências para a Educação Infantil, são eles: 1. o eu, o outro e o nós; 2. corpo, gestos e movimentos; 3. traços, sons, cores e formas; 4. escuta, fala, pensamento e imaginação; 5. espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.
( ) Na BNCC, no tocante ao Ensino Fundamental, a organização do conhecimento escolar segue unidades temáticas que definem diferentes objetos de conhecimento relacionados a um conjunto de habilidades.
( ) Na BNCC, o Ensino Fundamental está organizado em cinco áreas do conhecimento, são elas: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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TEXTO I
Nesta semana, o presidente do Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, afirmou em um
evento que o movimento Parent In
Science "atrapalha muito". O professor declarou
que o movimento atrapalha porque, supostamente,
teria sugerido que as bolsas de produtividade em
pesquisa do CNPq sejam avaliadas de maneira
separada para homens e mulheres. Em nota
divulgada nas nossas redes sociais, esclarecemos
que nunca fizemos tal sugestão ao CNPq.
O Parent in Science, uma organização
internacionalmente reconhecida e premiada, tem
como objetivo principal destacar e abordar os
desafios enfrentados por mães na comunidade
acadêmica.
Relembrando a polêmica recente envolvendo
o CNPq, é curioso e emblemático que Galvão tenha
usado a mesma palavra que o parecerista do
conselho usou para responder ao pedido da bolsa
de produtividade da pesquisadora Maria Carlotto,
da Universidade Federal do ABC, dizendo que suas
gestações "atrapalharam" sua carreira científica.
Mas a quem a maternidade atrapalha, de fato?
O movimento Parent in Science tem mostrado com
dados que a parentalidade impacta a carreira
especialmente de mulheres. Entretanto, o que de
fato atrapalha é a falta de políticas públicas que
apoiem as mães na academia e fora dela.
Precisamos de creches, salas de acolhimento e
amamentação, divisão igualitária nos cuidados com
crianças e idosos e tarefas domésticas. E, não
menos importante, urge diminuir a discriminação e
o preconceito contra mães nos ambientes
acadêmicos.
O professor fala ainda que as mulheres não
precisam de ações "paternalistas", uma vez que
estas impediriam o reconhecimento de seus
méritos como cientistas. As ações paternalistas as
quais o professor se refere são ações afirmativas,
importantíssimas para corrigir desigualdades
históricas e sociais. Às mulheres são atribuídas as
principais funções do cuidado com crianças e
idosos. Esta é uma questão central que gera a
necessidade de políticas de compensação, tais
como editais específicos para cientistas mulheres.
Portanto, embora não tenhamos sugerido
formalmente ao CNPq, entendemos que linhas
específicas de financiamento para mulheres e
grupos sub-representados são essenciais.
O próprio CNPq tem editais importantes para
mulheres negras, por exemplo. Esse edital seria
paternalista? As mulheres negras teriam menos
mérito? Sabemos que não, muito pelo contrário. É
uma reparação mínima referente a uma injustiça
histórica. No caso das bolsas de produtividade em
pesquisa do CNPq, é preciso que um grupo
dedicado de pessoas avalie as desigualdades de
gênero, raça, áreas do conhecimento e distribuição
geográfica para propor soluções. Não há solução
fácil. Mas há a necessidade inquestionável de
mudança.
Reiteramos nosso desejo de contribuir para a
construção de um ambiente acadêmico mais
inclusivo, justo e diverso. Um ambiente que não
atrapalhe mais a maternidade de ninguém.
TEXTO II
MAS O QUE É ECONOMIA DO CUIDADO?
Trata-se do conjunto de ações relacionadas
aos cuidados para a manutenção da vida de outras
pessoas, podendo ser remunerado ou não. No
âmbito doméstico, geralmente sem pagamento,
está conectado com os afazeres da casa e aos
cuidados com filhos e familiares. O relatório “Care
Works and care jobs for the future of decent work”
(Trabalhos de cuidado e empregos de cuidado para
o futuro do trabalho decente, em tradução livre),
da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de
2018, define o trabalho de cuidado como
“atividades e relações envolvidas na satisfação das
necessidades físicas, psicológicas e emocionais de
adultos e crianças, idosos e jovens, debilitados e
saudáveis”.
Em linhas gerais, são as atividades necessárias
para promover uma sociedade produtiva: gestar,
alimentar, criar, limpar, educar…. É o que faz o
mundo rodar. Imagine uma realidade em que
ninguém investisse tempo nessas tarefas diárias
essenciais? Com certeza o prejuízo e a
desorganização seriam grandes.
Disponível em: https://quindim.com.br/blog/economia-docuidado/
O texto II relaciona-se à discussão estabelecida no texto I, pelo fato de ambos
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