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Foram encontradas 448 questões.

1814208 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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Sobre a acumulação remunerada de cargos, assinale a alternativa incorreta:
 

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O Regime Jurídico de Itaúna-MG descreve que a apuração do tempo de serviço será feita em dias, que serão convertidos em anos, considerando-se o ano como:
 

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1814132 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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De acordo com a NBR 13133 – Execução de levantamento topográfico, uma planta é definida como:
 

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1814103 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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A figura abaixo mostra o sol (no ponto C ) projetando as duas posições à sombra de um prédio de acordo como mostra a figura abaixo. Podemos afirmar que os valores da tg !$ θ !$, x e y são, respectivamente:
Enunciado 3218277-1
 

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1814088 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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No que consiste o corte para um projeto arquitetônico?
 

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1814060 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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É caracterizado por ser um teste projetivo:
 

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1814050 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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O concreto armado é um material muito usado em construções devido a sua possibilidade de ser moldado de múltiplas formas e de resistir a esforços, a saber, a sua armação metálica resiste a esforços de:
 

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1814049 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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Still I Rise
You may write me down in history with your bitter twisted lies
You may trod me in the very dirt But still, like dust, I'll rise.
Does my sassiness upset you? Why are you beset with gloom?
Cause I walk like I've got oil wells pumping in my living room.
Just like moons and like suns, with certainty of tides,
Just like hopes springing high, still I'll rise.
Did you want to see me broken? Bowed head and lowered eyes?
Shoulders falling down like teardrops, weakened by my soulful cries.
Does my haughtiness offend you? Don't you take it awful hard,
Cause I laugh like I've got gold mines diggin' in my own back yard.
You may shoot me with your words, you may cut me with your eyes,
You may kill me with your hatefulness, but still, like air, I'll rise.
Does my sexiness upset you? Does it come as a surprise,
That I dance like I've got diamonds at the meeting of my thighs?
Out of the huts of history's shame I rise.
Up from a past that's rooted in pain I rise
I'm a black ocean, leaping and wide, welling and swelling I bear in the tide.
Leaving behind nights of terror and fear I rise.
Into a daybreak that's wondrously clear I rise
Bringing the gifts that my ancestors gave, I am the dream and the hope of the slave.
I rise
I rise
I rise...
Maya Angelou
(Fonte: .http://www.aaregistry.org/poetry/view/still-i-rise-maya-angelou Acesso em: 04/07/2016)
Sobre o texto, assinale a alternativa falsa:
 

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1814021 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
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O livro onde são registrados todos os recebimentos e pagamentos em dinheiro, lançados de forma cronológica, que é auxiliar de registro contábil, tendo seu uso facultativo, é conhecido como livro:
 

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1813972 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Itaúna-MG
AFINAL, O QUE É GRAMÁTICA?
A Gramaticografia, longe de ser o estudo normativista que enclausurou a própria Gramática que chegou aos nossos olhos e ouvidos, é uma ciência linguística nova, com seu próprio compromisso dentro do vasto campo de estudos da linguagem, no sentido linguístico da palavra. Como ciência, ocupa-se de demonstrar como as normas são constituídas normas, como os pressupostos teóricos as materializam e como os fundamentos ideológicos encetam tais normas. Resumidamente, ela estuda o discurso gramatical e toda a sua carga de poder, de saber, de exclusão, de submissão que ainda hoje caracteriza o ensino e a aprendizagem de línguas. Portanto, é uma área urgente e necessária à compreensão docente, porque explicita manobras e ideologias que encortinam o saber linguístico que nos foi legado e nos foi imposto saber, de forma a nos tornar mais conscientes de nossos atos subjetivos em sala de aula.
Por conta de mais de 2 mil anos de ensino gramaticista, a Gramática gozou e ainda goza dessas cargas atribuídas pelo homem a ela. De descendência grega, ao lado da Retórica, a Gramática foi expediente de divisão social tal como ainda o é até hoje, quando professores de LP, por exemplo, e professores de outras áreas do conhecimento, ainda que saibam da coocorrência de outras maneiras do falar tão legítimas quanto a Padrão e as usem, continuam dividindo os usuários entre os que sabem português e os que não sabem, usando para isso o critério uso da norma padrão. Daí que nossas visões sobre ela, a Gramática, continuem sendo tão negativas ou negativizadas, já que o discurso gramatical em sala de aula daquele que ensina Gramática e daqueles que se valem dela para ensinar suas ciências tornam-na inacessível e de conhecimento de poucos (assim pensam os alunos-usuários), porque essas vozes usam como amostras da linguagem única e exclusivamente as formas legitimadas por uma parte da sociedade — a tão prestigiada Norma Padrão — e desfazem das demais, como se nunca fôssemos precisar das demais normas, como se o tempo todo devêssemos usar somente a Norma Padrão, em quaisquer que sejam as condições de produção e de recepção textuais.
Vale lembrar que, embora os nomes Norma Culta e Norma Padrão sejam usados indiferentemente, nas salas de aula do Ensino Básico, nos últimos anos, os estudos da linguagem relacionados a isso os têm distinguido. Por isso, é mais científico chamar para essa variação de Norma Padrão, ou de Norma Estandartizada (aportuguesamento do inglês), ou mesmo de Norma Cuidada (como o fazem os linguistas portugueses) do que de Norma Culta. Norma Culta é uma construção constatativa que precisa ser avaliada por quem estuda o assunto de forma mais verticalizada, baseada em corpus coletado na língua em uso e de uso de determinada camada social, para que seja considerada Norma Culta. É somente o uso dessa variedade linguística em camadas sociais prestigiadas socialmente — e isso depende de sociedade para sociedade — que definirá o que é e o que não é Culto. O problema é que isso chegou deturpado à Escola, ao discurso gramatical escolar, à voz daqueles que deveriam estar mais bem preparados, já que teriam que ensinar isso. Mas o que normalmente vem ocorrendo é que as falas e as escritas de muitos alunos-usuários são estranhas, porque não respeitam as condições situacionais de interação, mormente no que se refere ao uso das variantes linguísticas. Resultado: são falas e escritas dissociadas de cotexto e de contexto em todos os casos, tanto quando é preciso usar a Norma Padrão como no momento em que é preciso usar outra norma, além dos momentos em que a interação pede outras tensões e distensões da linguagem e até mesmo a mistura entre elas.
Uma aula boa de Gramática hoje é aquela que inclui mais do que exclui; é aquela que analisa e reflete mais do que dogmatiza; é aquela que ajuda a ler e a escrever melhor para agir mais e melhor socialmente. Essa é a visão sociointeracionista de que se eivou o discurso do ensino de línguas maternas e estrangeiras modernas na sociedade do conhecimento deste século e que precisa constituir-se ato, execução, realização nas aulas, pois constitui no momento a visão discursiva da língua, isto é, aquela que compreende o ensino como atividade social e todas as atividades de linguagem como semelhantes às atividades sociais por que passam os usuários em seu dia a dia; afinal, é isso o que elas (atividades de linguagem) são (atividades sociais). Isso é estudar Gramática. Sabe-se, é verdade, que embora a visão estruturalista bem como aquela que vê as cenas de linguagem como expressões das atividades mentais dos usuários estejam ambas na esteira dos estudos da linguagem ainda hoje, elas não o estão mais com o mesmo enfoque que tiveram outrora, isto é, centralizadoras e excludentes, pois essas duas famílias teóricas, em suas devidas dimensões, deram lugar àquilo que o próprio Saussure execrou dos estudos da Linguística: o social, que incluiria, naquele momento histórico, o que não deveria ser incluso — os contornos contextuais que dão aos atos de fala as características de irrepetibilidade e de dialogia discursiva que imbuem absolutamente todos os atos de linguagem. (...)
Por isso, não é difícil compreender porque, na atualidade, a família teórica sociodiscursiva é que, por conta de seus aportes teóricos, epistemológicos e práticos, está em evidência. Nela, o texto está incluso e é analisado à luz do todo e não mais somente das partes de um todo, como o que ocorre quando se estudam focalizadamente os períodos, as orações, as frases, as palavras, os morfemas, as sílabas, os fonemas, os fones, sem se compreender essas partes na construção e na constituição de um todo que é irrepetível e dialógico, a que se dá o nome de texto. Se os textos é que são o epicentro de todo trabalho pedagógico de ensino e aprendizagem de línguas — e isso hoje é uma condicionante para o sucesso da consolidação e ampliação da competência linguística de nossos alunos — eles constituem, então, os pontos de partida e de chegada, os de análise e de síntese, os de recepção e de uso do próprio pensamento gramatical e discursivo na Contemporaneidade.
Só a aula com textos poderá reconfigurar esse ensino exclusivamente (em duplo sentido) descritivo, normativo e prescritivo que ainda se dá nas salas de aula dos países de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em educação, como o é o Brasil. Não qualquer texto ou mesmo todo texto serve a uma aula de língua, de linguagem. É preciso haver uma seleção textual, um tipo de trabalho arqueológico meticuloso diante do artefato texto, de forma que se encontre a porta de entrada dele a qual servirá de início da aula; uma escolha que vá dos mais prototípicos gêneros textuais aos menos, de tal sorte que o objeto de ensino sirva como exemplaridade para a análise linguística do fenômeno ou do fato linguístico que se quer analisar, porque os alunos estão precisando compreender aquilo que o professor escolheu para analisar, depois que ele próprio observou isso nas produções de seus alunos. Aquela aula que se ministrava sem se saber antes se o aluno precisaria ou não dela não deve mais existir. Não se ministram aulas se conhecer o público a que elas se destinam. Urge também um professor gestor-linguístico; um educador linguístico.
LISBÔA, Wandré de. Os Fios do Tapete: Educação por Interfaces. Vol. 05. Ed. ALVES, Belém/2012, pp.83 a 86.
Em qual das opções abaixo há uma característica que não é importante para determinar um gênero textual?
 

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