Foram encontradas 50 questões.
A avaliação difere de exame porque ela é
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Leia o texto a seguir.
A cultura inserida nos conteúdos do currículo é uma construção cultural especial, “curricularizada”, pois é selecionada, ordenada, empacotada, lecionada e comprovada de acordo com moldes sui generis. Os usos escolares delimitam o significado do que chega a se converter em uma cultura específica: o conhecimento escolar.
SACRISTÁN, J. Gimeno. O que significa Currículo? In: Saberes e Incertezas sobre Currículo. Porto Alegre: Penso, 2013. p. 20.
O fenômeno tratado por Sacristán diz respeito
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Dentre posturas encontradas junto às políticas educacionais, há as de cunho conservador e neoliberal que, nesta segunda década do século XXI, no Brasil, tem se mostrado de forma hegemônica nas redes públicas de educação e que segundo alguns autores parecem ser adotadas mais por imposição política e econômica do que por evidências empíricas de que são solução para os problemas brasileiros. Nesse pensamento, a crítica feita tem como foco
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A Lei n. 9.394 de 1996, a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB), estabelece que o sistema educacional brasileiro deve se organizar nas três esferas administrativas: federal, estadual/distrital e municipal. Os sistemas municipais de ensino
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De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, fixadas pela Resolução n. 05 de 2009 da Câmara de Educação Básica (CEB) do Conselho Nacional de Educação (CNE), as propostas pedagógicas da educação infantil deverão considerar que as crianças, centro do planejamento curricular,
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Em relação à educação infantil, a Lei n. 9.394 de 1996, a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB) estabelece que
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Leia o texto a seguir:
As ações e orientações do Estado interferem no cotidiano de cada instituição educativa e dos sujeitos que a constroem. Desde a quantidade de dias letivos, o conteúdo e a metodologia trabalhada no interior de cada sala de aula sofrem as determinações das políticas públicas para a educação.
ARAÚJO, Denise Silva; ALMEIDA Maria Zeneide C. M. Políticas Educacionais: refletindo sobre seus significados. In: Revista Educativa. Goiânia, v. 13, n. 1, p. 97 jan./jun. 2010.
Compreender as determinações apresentadas no texto e como elas se constroem é fundamental para que o professor possa se posicionar criticamente perante elas e participar efetivamente na construção de políticas educacionais. As Políticas Educacionais, portanto, são entendidas como
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Leia o trecho da entrevista a seguir para responder as questões 49 e 50.
Eu vim numa caminhoneta. Viemos pra um lugar ali, perto de Coxim. Dava muito diamante... e aí peguei a maleita. Foi seis meses doente. Não tinha médico, nem farmácia. Então eu vim parar em Itiquira e lá encontrei um tio meu, e nós envolvemos em trabalhar no garimpo. Quando chegamos lá, tava começando. Tinha uns trinta barracos de garimpeiros. Foi de 1935 para 1936. Nós trabalhamos de sociedade no garimpo, no comércio e nós tinha um barco que carregava pedestre, cavaleiro, carros. Era uma balsa. Trabalhei nove anos com esse tio meu, de 1935 a 1944. |
Fonte: LUCÍDIO, João António Botelho. Uma história de garimpos e garimpeiros: Tesouro e Batovi, Mato Grosso, Brasil. Americanía. Revista de Estudios Latinoamericanos. Nueva Época (Sevilla), n. 7, p. 159-198, ene./jun, 2018, p. 182.
O texto menciona um problema de saúde enfrentado na época pelos garimpeiros, causado por
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Leia o texto a seguir.
Talvez vocês já tenham tido oportunidade de escutar pessoas se lastimarem da degeneração de nossas raças europeias. Deixem menosprezar estes descontentes, pois, é certo que após uma visita a Mato Grosso eles se regozijariam de pertencer à nossa raça. Imaginem vocês, pessoas de tez uniformemente pálida e doentia, preguiçosas, atingidas por uma espécie de languidez indolente que formarão uma imagem do aspecto físico dos habitantes de Mato Grosso. Não. Esta raça é muito feia. Apesar do pó de arroz e dos fortes perfumes utilizados com frenesi pelas mulheres, elas em nada são comparáveis às nossas companheiras. |
Fonte: IJS, Ferdinand. Voyage au Matto Grosso. Bulletin de la Société d'études coloniales, n. 8, aout 1901. p. 526. Apud: TRUBILIANO, Carlos Alexandre Barros. A cidade em transformação: formação urbana, desenvolvimento e culturas políticas em Campo Grande (1905-1939). 2014. Tese (Doutorado em História), Universidade Estadual Paulista, 2014, p. 40.
O relato do expedicionário belga Ferdinand Nijs, enviado ao Brasil em 1899, expressa uma visão fundamentada na ciência que contribuiu, no contexto do século XIX, para
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Leia o trecho da entrevista a seguir para responder as questões 49 e 50.
Eu vim numa caminhoneta. Viemos pra um lugar ali, perto de Coxim. Dava muito diamante... e aí peguei a maleita. Foi seis meses doente. Não tinha médico, nem farmácia. Então eu vim parar em Itiquira e lá encontrei um tio meu, e nós envolvemos em trabalhar no garimpo. Quando chegamos lá, tava começando. Tinha uns trinta barracos de garimpeiros. Foi de 1935 para 1936. Nós trabalhamos de sociedade no garimpo, no comércio e nós tinha um barco que carregava pedestre, cavaleiro, carros. Era uma balsa. Trabalhei nove anos com esse tio meu, de 1935 a 1944. |
Fonte: LUCÍDIO, João António Botelho. Uma história de garimpos e garimpeiros: Tesouro e Batovi, Mato Grosso, Brasil. Americanía. Revista de Estudios Latinoamericanos. Nueva Época (Sevilla), n. 7, p. 159-198, ene./jun, 2018, p. 182.
Na pesquisa e no ensino de história, a melhor metodologia para explorar esse texto é utilizá-lo como
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