Foram encontradas 70 questões.
2347905
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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Qual é o único instrumento internacional já concebido para lidar com o maior desafio ambiental da história: a redução do aquecimento global?
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2347904
Ano: 2015
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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São consideradas abordagens do quadro de referência aplicado (QRA) - cognitivo-perceptivo:
I. Diagnóstica.
II. Terapêutica.
III. Compensatória.
Está(ão) correta( s):
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Para responder a questão, leia o texto de Pablo Morenno, publicado no jornal Zero Hora.
A MULHER CRUCIFICADA
A polêmica representação da transgênero crucificada na parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) sofreu, ao meu ver, um equívoco de leitura: foi interpretada como protesto contra o cristianismo, quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a imagem comunica desde dentro do cristianismo, e não de fora. Ela não se opõe ao simbolismo da cruz, mas o atualiza e o explicita, o traduz e o contemporiza. O processo simbólico é o mesmo, por exemplo, quando se representa Jesus como negro, como índio, como cigano, ou como gaúcho. Mas porque nesses casos, poucos se ofendem?
Por que o desconforto causado não é nela representação em si da crucificação. Isso acontece na Sexta-feira Santa, em filmes, peças teatrais, sem alvoroço. A "ofensa" é porque os ofendidos não acham digno o corpo sobre a cruz, uma vez que "impuro". E blasfêmia.
Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo. Ele era impuro, porque vivia com impuros (prostitutas, leprosos, cobradores de impostos).Jesus várias vezes enfrentou a ideia de impureza nos meios religiosos da época. Mas um relato me parece especial: quando trouxeram até ele uma prostituta para ser apedrejada. Quem não tiver pecado algum atire a primeira pedra. E cada um, começando pelos mais velhos, largou a sua pedra e foi embora.
Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos. Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado. A Lei exigia outra interpretação.
A cena na Paulista não foi um protesto. Foi uma denúncia, e como "instalação" artística cumpriu seu papel de causar desconforto. Porém, o desconforto não tem de ser com a instalação em si, um simulacro, mas contra aquilo do qual . ela é metonímia: a violência real sofrida pelos gays.
Sou cristão, católico praticante, e não me senti ofendido, mas incomodado. Não com a cena. Mas porque acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia.
Com base na leitura do texto, considere as afirmativas a seguir.
I . O " se " em "Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo" classifica-se como partícula apassivadora.
II. Em "Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos", as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como pronome demonstrativo e conjunção integrante.
III. No fragmento "Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado", o trecho em destaque funciona como objeto direto oracional.
Está(ão) correta(s):
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2347902
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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Qual foi ano das primeiras eleições no município de Júlio de Castilhos?
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2347901
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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De acordo com a Lei Orgânica, a autonomia do Município:
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2347900
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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De acordo com a história do município, qual o grupo indígena já habitou na cidade de Júlio de Castilhos?
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Para responder a questão, leia o texto de Pablo Morenno, publicado no jornal Zero Hora.
A MULHER CRUCIFICADA
A polêmica representação da transgênero crucificada na parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) sofreu, ao meu ver, um equívoco de leitura: foi interpretada como protesto contra o cristianismo, quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a imagem comunica desde dentro do cristianismo, e não de fora. Ela não se opõe ao simbolismo da cruz, mas o atualiza e o explicita, o traduz e o contemporiza. O processo simbólico é o mesmo, por exemplo, quando se representa Jesus como negro, como índio, como cigano, ou como gaúcho. Mas porque nesses casos, poucos se ofendem?
Por que o desconforto causado não é nela representação em si da crucificação. Isso acontece na Sexta-feira Santa, em filmes, peças teatrais, sem alvoroço. A "ofensa" é porque os ofendidos não acham digno o corpo sobre a cruz, uma vez que "impuro". E blasfêmia.
Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo. Ele era impuro, porque vivia com impuros (prostitutas, leprosos, cobradores de impostos).Jesus várias vezes enfrentou a ideia de impureza nos meios religiosos da época. Mas um relato me parece especial: quando trouxeram até ele uma prostituta para ser apedrejada. Quem não tiver pecado algum atire a primeira pedra. E cada um, começando pelos mais velhos, largou a sua pedra e foi embora.
Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos. Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado. A Lei exigia outra interpretação.
A cena na Paulista não foi um protesto. Foi uma denúncia, e como "instalação" artística cumpriu seu papel de causar desconforto. Porém, o desconforto não tem de ser com a instalação em si, um simulacro, mas contra aquilo do qual . ela é metonímia: a violência real sofrida pelos gays.
Sou cristão, católico praticante, e não me senti ofendido, mas incomodado. Não com a cena. Mas porque acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia.
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa sobre o emprego dos sinais de pontuação no texto.
I. A palavra "instalação" foi empregada entre aspas por ter sido usada no sentido denotativo.
II. O trecho "Mas acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia" pode ser reescrito com uma vírgula antes da palavra "Mas" e com os devidos ajustes de maiúscula sem prejudicar o sentido e a correção gramatical do período.
III. No trecho "( ... ) quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a ( ... ), o ponto antes da palavra "Ou" pode ser alterado por vírgula, com os devidos ajustes de maiúsculas, sem alterar o sentido e a correção gramatical do texto.
Está(ão) correta( s):
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Os pontos (0,0) e (2, 1) estão no gráfico de uma função quadrática f. O mínimo de f é !$ x=- \large{1 \over 4} !$ assumido no ponto de abscissa. Calcule o valor de f(1):
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2347897
Ano: 2015
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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"Doença crônica do sistema nervoso central que afeta o cérebro e a medula espinhal. Caracterizada como doença desmielinizante, pois lesa a mielina, prejudicando a neurotransmissão. A perda de mielina ( desmielinização) leva a interferência na transmissão dos impulsos e isto produz os diversos sintomas da doença".
O excerto acima refere-se:
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Para responder a questão, leia o texto de Pablo Morenno, publicado no jornal Zero Hora.
A MULHER CRUCIFICADA
A polêmica representação da transgênero crucificada na parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) sofreu, ao meu ver, um equívoco de leitura: foi interpretada como protesto contra o cristianismo, quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a imagem comunica desde dentro do cristianismo, e não de fora. Ela não se opõe ao simbolismo da cruz, mas o atualiza e o explicita, o traduz e o contemporiza. O processo simbólico é o mesmo, por exemplo, quando se representa Jesus como negro, como índio, como cigano, ou como gaúcho. Mas nesses casos, poucos se ofendem?
o desconforto causado não é nela representação em si da crucificação. Isso acontece na Sexta-feira Santa, em filmes, peças teatrais, sem alvoroço. A "ofensa" é porque os ofendidos não acham digno o corpo sobre a cruz, uma vez que "impuro". E blasfêmia.
Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo. Ele era impuro, vivia com impuros (prostitutas, leprosos, cobradores de impostos).Jesus várias vezes enfrentou a ideia de impureza nos meios religiosos da época. Mas um relato me parece especial: quando trouxeram até ele uma prostituta para ser apedrejada. Quem não tiver pecado algum atire a primeira pedra. E cada um, começando pelos mais velhos, largou a sua pedra e foi embora.
Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos. Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado. A Lei exigia outra interpretação.
A cena na Paulista não foi um protesto. Foi uma denúncia, e como "instalação" artística cumpriu seu papel de causar desconforto. Porém, o desconforto não tem de ser com a instalação em si, um simulacro, mas contra aquilo do qual . ela é metonímia: a violência real sofrida pelos gays.
Sou cristão, católico praticante, e não me senti ofendido, mas incomodado. Não com a cena. Mas acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as linhas contínuas do texto.
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